Lado M

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Lado M episodes

  • Desinformações trazem volatilidade aos mercados

    As desinformações sobre a tensão entre a Rússia e a Ucrânia agregam volatilidade aos mercados neste início de manhã por suposto ataque ucraniano com morteiros e bombardeios.

    Ontem, no meio da tarde, o FED divulgou a ata da última reunião de política monetária, que foi interpretada como menos dura que o previsto, e mercados reagiram um pouco. A Bovespa terminou o dia com alta de 0,31%, conseguindo manter patamar em 115.180 pontos, na sétima alta seguida, e dólar cotado a R$ 5,128, em queda de 1,02%. Dow Jones encolheu perdas, fechando em -0,16%, e Nasdaq ficou com -0,11%. O dólar seguiu fraco no exterior e juros dos notes em 2,03%.

    Os investidores ainda buscam o que há de concreto nas tensões entre Rússia e Ucrânia. Durante a madrugada, os mercados da Ásia terminaram o dia com comportamento mais para positivo, com destaque negativo para a Bolsa de Tóquio (-0,83%). Europa começando o dia mais para negativa e futuros do mercado americano com quedas neste início de manhã. Aqui, há espaço para realizações de curto prazo, mas seria bom não perder ou nos afastar muito do patamar conquistado de 115.000 pontos do Ibovespa.

    6 min
  • Conflito geopolítico orienta mercados

    Como já tínhamos abordado, o conflito entre a Rússia e a Ucrânia está orientando o comportamento dos investidores e gestores. O pior é que as informações são desencontradas, ora dando conta de recuo de tropas russas, ora que não se moveram e mantêm posição de ataque. Isso tem mexido com os mercados nos últimos dias. Hoje o dia foi levemente negativo nos mercados da Europa e também nos EUA, mas aqui, com a recuperação do petróleo e do minério de ferro no mercado internacional, a Bovespa se posicionou em alta desde o início, com o índice atingindo 115.734 pontos na máxima, como vínhamos projetando.

    Sobre o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, os EUA criticaram a proposta russa de reconhecer independência de regiões da Ucrânia. Já a China diz que os EUA aumentaram a ameaça de guerra e são responsáveis pelo clima tenso.

    6 min
  • BOVESPA continua em ALTA!

    Com a desaceleração do conflito entre Rússia e Ucrânia, é possível ver resultados positivos nos mercados europeu e norte-americano. Por aqui, a Bovespa continua com tendência de alta desde a semana passada.  Seguimos mirando a ultrapassagem do patamar em 115.000 pontos, para buscar faixa acima de 116.700 pontos, quando ganharíamos maior tração. Porém, dependemos do noticiário internacional, apesar do fluxo forte de investidores estrangeiros na Bovespa.  Na agenda do dia, foco no pacote de combustíveis e o Bacen anuncia o fluxo cambial da semana passada. Nos EUA, teremos vendas no varejo, produção industrial de janeiro e ata da última reunião do FED, que pode esclarecer mais sobre os próximos passos. Expectativa para o dia de Bovespa podendo emplacar o sétimo pregão consecutivo de alta (mas precisamos de apoio externo), dólar fraco no segmento externo, mas com espaço para recuperar, e juros em queda.

    6 min
  • RÚSSIA está RECUANDO?

    O vai-e-vem da invasão da Ucrânia pela Rússia continua. Embora ainda num cenário incerto, o presidente russo, Vladmir Putin, ordenou a retirada de parte das tropas das fronteiras da Ucrânia. Isso acabou gerando alta para as bolsas europeias e americanas, mas ainda é cedo para comemorar.  Aqui, Bolsonaro chegando à Rússia para encontro com Putin e negociações sobre fertilizantes e BRICS, orientado pelo Itamaraty para não abordar a situação com a Ucrânia.  Na agenda do dia, teremos o IGP-10 de fevereiro sendo apresentado pela FGV e, nos EUA, a inflação no atacado (PPI) de janeiro e o índice de atividade industrial de NY. Expectativa para o dia de Bovespa podendo operar em alta e emplacar o sexto pregão seguido, dólar fraco (mas tem espaço para recuperar) e juros em queda.

    6 min
  • INVASÃO DA UCRÂNIA: como a ECONOMIA vai reagir?

    Com a ameaça de uma invasão da Ucrânia pelo presidente russo, Vladmir Putin, para a próxima quarta-feira (16), os mercados têm estado em tensão.  A pergunta que fica é: como a economia vai reagir caso haja mesmo uma invasão?  Isso foi o que mexeu com os mercados na última sexta-feira e também determinou a performance dos mercados na sessão de hoje, com Europa em boa queda reverberando a sexta-feira e mercados americanos e o nosso já ajustados, buscando alguma recuperação. Mas convém lembrar que, apesar dos esforços, não tem nada definido. Apenas a Ucrânia sinalizando que nos próximos dias não deve ser invadida. Mais para o final da tarde, o presidente Zelensky, da Ucrânia, disse ter sabido de ataque na quarta-feira e os mercados voltaram a fraquejar.

    6 min
  • FED e geopolítica

    Toda a atenção do mundo continua voltada para a Ucrânia. O final de semana foi de intensas negociações entre líderes europeus, Biden e Putin, mas sem grande novidade sobre a situação. A Ucrânia convocou reunião com a Rússia e a Organização Europeia de Segurança para até 48 horas e negou que tenha fechado o espaço aéreo. Já o Reino Unido se movimenta para propiciar maior apoio militar para a Ucrânia. Os aliados estão sempre reafirmando duras sanções contra a Rússia em caso de invasão, mas seguem tentando que a diplomacia internacional consiga desfecho melhor.

    5 min
  • Putin decidiu invadir a Ucrânia

    Por volta das 15h30 desta sexta-feira, veio a notícia dos EUA que aparentemente o presidente russo, Vladimir Putin, decidiu invadir a Ucrânia, comunicado suas tropas na região. Isso mudou a história do mercado no dia, com as Bolsas americanas desacelerando mais, o petróleo subindo e juros dos notes revertendo para quedas. Com os mercados da Europa já fechados, restou o Brasil com a Bovespa também desacelerando e o dólar voltando a subir.

    Se for verdadeira a informação, acabam mudando as expectativas para a próxima semana, dependendo do que possa acontecer ao longo de todo o final de semana e das eventuais sanções que os EUA e a Europa já tinham discutido e preparado. Assim, os mercados estarão sub judice até que se possa avaliar a situação geopolítica. Mas a informação parece ser verdadeira e confirmada em diferentes fontes. Vamos ter que aguardar.

    5 min
  • O PIB vai AUMENTAR? FED agressivo no mercado internacional

    O mercado já começa o dia com expectativas para o PIB. Será que vai aumentar? O mercado interno aguar a divulgação do IBC-BR de dezembro, cuja previsão é de expansão de 0,60% e gerando PIB em 2021 de +4,30%.   Já no mercado internacional, a movimentação se dá ao posicionamento mais agressivo do FED, por causa das declarações do presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, querendo juros em alta de 1,0% até 01/07 e disse apoiar alta de 0,50% na reunião do FOMC de março.

    6 min
  • BOVESPA em ALTA x NY em QUEDA: o que aconteceu?

    Encerramento de Mercado com Álvaro Bandeira (10/02/2022):  Hoje houve uma discrepância no mercado financeiro: Bovespa em alta e bolsa de NY em queda. Enquanto as bolsas americanas ficaram todo o tempo no negativo – contando ainda com a alta dos juros –, a Bovespa subiu chegando a 113.800 pontos do índice.

    Seria o fluxo de recursos de estrangeiros canalizado para a Bovespa? Seria por conta de já termos ajustado no ano de 2021? Ou seria por conta de indicadores melhores do volume de serviços e expectativa de resultados das empresas líderes no quarto trimestre?

    6 min
  • Mercado de olho na INFLAÇÃO dos EUA

    O mercado financeiro está atento esperando a divulgação da inflação dos EUA pela CPI, isso porque há uma estimativa de aumento para 7,2%, maior índice desde 1982.   A inflação alta preocupa o mundo inteiro com perspectiva de contração da liquidez internacional, e a tensão geopolítica gera instabilidade. Aqui, quadro fiscal complicado, inflação acima do teto da meta de 2022 e desancoragem.  Apesar da queda do setor bancário, com atenção especial ao Bradesco que caiu 8,4%, a Bovespa conseguiu ter um aumento de 0,20% e índice em 112.461 pontos.

    6 min

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