Lado M

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Lado M episodes

  • AÇÕES do BRADESCO (BBDC4) CAÍRAM 8,4%

    Hoje o mercado foi impactado com a queda das ações do Bradesco em 8,4%, arrastando consigo ações de outros bancos. Com isso, a Bovespa também foi afetada.  O dirigente do Bacen, Bruno Serra, fez live com o modalmais, dizendo que o principal ponto de mudança foi o cenário externo, mas falou da inflação resiliente, condições financeiras apertadas e inflação importada e de energia.  No mercado internacional, o petróleo mostrou recuperação em função da queda dos estoques e o WTI, negociado em NY, mostrava alta de 0,21%, com o barril cotado a US$ 89,55. O euro era transacionado em US$ 1,143 e notes de 10 anos com taxa de juros de 1,92%. O ouro e a prata tinham altas na Comex, e commodities agrícolas com desempenho positivo na Bolsa de Chicago. O minério de ferro teve madrugada de queda de 2,01% em Qingdao, na China, com a tonelada em US$ 146,49.

    5 min
  • Tensão RÚSSIA X UCRÂNIA dita o mercado

    A tensão entre Ucrânia e Rússia continuam impactando diretamente o mercado financeiro internacional, ainda mais com a Rússica posicionando navios no Mar Negro. No mercado interno, os investidores mal ajustaram as projeções de inflação e Selic pós-divulgação da ata do Copom, que elevou os juros para 10,75%, e já vão ter que ajustar para a inflação oficial de janeiro pelo IPCA e vendas no varejo.  Vendas no varejo devem mostrar recuperação em alta, e a inflação deve desacelerar para algo próximo de 0,51%, mexendo com os juros, o câmbio e, claro, com a Bovespa, que ainda tenta ajustar a precificação das ações com a safra de balanços do 4º trimestre, que está só começando.   Ontem, a Bovespa ainda conseguiu terminar o dia com alta de 0,21% e índice em 112.234 pontos, dólar com alta de 0,11%, para R$ 5,26 (chegou a bater R$ 5,29), Dow Jones com alta de 1,06% e Nasdaq com +1,28%. Os investidores no exterior focados na tensão entre Rússia e Ucrânia e, aqui, no risco fiscal que só tende a ampliar.

    6 min
  • Ata do Copom mais dura

    Como colocávamos em nosso comentário de abertura, quando a ata do Copom ainda estava sendo divulgada, os agentes interpretaram que tinha vindo mais dura que o comunicado, logo após a reunião da semana passada. Lá, soou mais forte a expressão de que o ritmo poderia ser reduzido por conta do ciclo de alta desde 2%, em julho de 2020, e efeitos ainda não capturados integralmente pela alta constante. Hoje, soaram mais forte as incertezas e os alertas sobre quadro fiscal e taxas deslocadas. Mas acabou sendo um dia meio modorrento.

    No exterior, a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) anunciou que a taxa de desemprego entre os membros do grupo caiu em dezembro para 5,4%. O FMI contribuiu dizendo que a pressão inflacionária alta na Europa tende a cair no correr do ano, mas que os gargalos de insumos podem ser riscos.

    5 min
  • Dia ainda de ajustes

    O dia parece novamente ser de ajustes de expectativas. Há intensa movimentação do mundo sobre a tensão entre Rússia e Ucrânia, que não diminui, possibilidade de pesadas sanções contra a Rússia e safra de balanços mexendo pontualmente com a precificação dos ativos. Aqui, está sendo divulgada a ata da última reunião do Copom, que elevou a Selic para 10,75%, cujo tom duro parece ter apagado a ideia mais suave do comunicado da semana passada.

    Ontem foi dia de muitas oscilações positivas e negativas nos mercados americanos (dólar e Bolsas), acompanhado por oscilações também por aqui. No encerramento, a Bovespa mostrava queda de 0,22%, com o índice em 111.996 pontos, e dólar com boa queda de 1,26%, cotado a R$ 5,255. No mercado americano, o Dow Jones terminou o dia estável e o Nasdaq com queda de 0,58%.

    6 min
  • Correlação com NY

    Em dia de agenda fraca aqui e no mundo, os mercados de risco por aqui se pautaram pelo comportamento de NY. Bolsa fraca por lá, fraca também por aqui. Dólar fraco no mercado internacional, fraco também aqui. Mas os investidores seguem com foco nos problemas entre a Rússia e a Ucrânia e o que isso pode significar para o preço da energia distribuída na Europa. Aqui, não tivemos maior burburinho político com as PECs de combustíveis, por conta de a semana efetivamente só começar a partir de amanhã.

    No mercado externo, a OCDE anunciou que a renda per capita dos países membros subiu 0,2% no terceiro trimestre, e a União Europeia está conversando com outros produtores de energia, caso a Rússia corte o gás por conta de sanções que poderiam ser implantadas. Aliás, sobre isso, a China pediu que os EUA parem com a “mentalidade de guerra fria” contra a Rússia.

    6 min
  • Foco na Rússia e PEC kamikaze

    A nova semana está começando com os investidores do mundo avaliando possível ataque da Rússia a Kiev. No segmento local, as discussões sobre a PEC do Senado, apelidada de kamikaze, sobre redução de tributos e outras coisas mais em combustíveis.

    Na semana passada, a Bovespa ainda conseguiu terminar com valorização de 0,30% e índice em 112.244 pontos, enquanto o dólar caiu 1,26%, cotado a R$ 5,32. No mercado americano, o Dow Jones encerrou a semana com valorização de 1,04% e o Nasdaq com +2,38%. A semana começa tensa com a Rússia podendo invadir Kiev (já tem tropas suficientes acumuladas na fronteira), e o presidente Biden acha possível isso acontecer hoje.

    5 min
  • Laço vai apertando

    O laço vai apertando nos principais bancos centrais do mundo para elevar juros, e também nos países emergentes. Entre os desenvolvidos, os EUA saíram na frente e, dentre os emergentes, o Brasil despontou, depois de levar a taxa Selic até 2%. Os EUA aceleraram ajustes e pretendem encerrar o tapering no início de março e elevar juros também em março, seguindo depois para redução do volume de ativos carregados, de forma mais rápida. Aqui, o Bacen elevou a Selic para 10,75%, falou em reduzir ritmo de alta, mas a expectativa é que a taxa no final do ciclo esteja perto de 12,25%, para ter a inflação perto do teto da meta em 2022 e 2023.

    Mas não para por aí. O BOE (BC inglês) elevou novamente os juros para 0,50% nesta semana, mas quatro dos nove membros do comitê queriam taxa mais alta em 0,75%, numa postura mais agressiva. O BCE (BC europeu) é que manteve a política monetária estabilizada, mas reduzindo compras de ativos, e lá a pressão por altas dos juros também é forte, e deve acontecer na virada do terceiro para o quarto trimestre do ano. Enquanto isso, a inflação vai fazendo suas vítimas no planeta.

    6 min
  • Esperando o payroll

    Investidores vão esperar a divulgação do payroll americano de janeiro, com a criação de vagas nos setores público e privado e a taxa de desemprego, para cravarem tendência mais definitiva dos mercados de risco. Um ponto positivo é que o petróleo sobe forte no exterior e pode ajudar a Petrobras, apesar das declarações políticas recentes.

    Ontem, a Bovespa lutou para manter o patamar de 112.2000 pontos do índice e ficar no campo positivo, sem seguir de perto as quedas nos mercados da Europa e também nos EUA. Não deu! A Bovespa encerrou com leve queda de 0,18%, aos 111.695 pontos, enquanto o dólar fechou com alta de 0,36%, cotado a R$ 5,29. Dow Jones registrou perda de 1,45% e Nasdaq ficou com -3,74%.

    6 min
  • Bovespa acompanha de longe a queda externa


    Hoje foi dia de a Bovespa acompanhar a pressão de queda externa de longe, tendo ainda que ajustar um pouco das expectativas depois da decisão de ontem do Copom. A surpresa do Copom ficou por conta de colocar no comunicado que via adequada a redução do ritmo de ajuste, dado o estágio do ciclo e efeitos cumulativos. Isso foi interpretado como postura mais suave, mas temos que considerar que foram colocadas muitas incertezas, a questão fiscal e desancoragem de expectativas e inflação ainda acima do teto da meta. Pode ser que a ata que será divulgada na próxima semana esclareça mais essa situação.

    O quadro foi de ajuste dos DIs no sentido da queda de juros e dólar em alta. Já a Bovespa acompanhou de mau humor a queda dos mercados na Europa e nova fragilidade do mercado acionário americano, detonada pelas ações do Facebook em queda, que chegaram a perder mais de 26%.

    6 min
  • Dia começando pesado

    Ontem, os mercados domésticos trabalharam reduzindo nível de exposição ao risco e a Bovespa terminou o dia com queda de 1,18% e índice em 111.894 pontos. Dólar com leve alta de 0,07%, cotado a R$ 5,276, Dow Jones com +0,65% e Nasdaq com +0,50%, mas com muitas oscilações ao longo do dia.

    Investidores aguardaram a decisão do Copom sobre política monetária e comunicaram elevação de 9,25% para 10,75%, com alta de 1,50%. Também sinalizaram que podem reduzir o ritmo de alta considerando o estágio do ciclo (vem desde 2%) e efeitos cumulativos que ainda estão sendo capturados. Deixou a porta aberta para mudar, caso necessário, em função das incertezas locais e externas, quadro fiscal complicado e desancoragem da inflação. A nosso ver, deve também aguardar os próximos passos de outros bancos centrais importantes, notadamente o FED, que pode acelerar medidas de ajuste. O Copom já mira a meta de 2023, com 2022 muito complicado, pois o teto está em 5% e a última pesquisa Focus indica previsão de 5,45%. Deu ênfase em seu comunicado para desancoragem e questão fiscal.

    7 min

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