Lado M

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Lado M episodes

  • Agenda cheia e volatilidade

    A sessão de hoje dos mercados incorpora uma agenda local e internacional cheia de indicadores que devem mexer com os mercados, enquanto aguardamos a decisão do FED sobre política monetária esclarecendo cronograma de atuação e, principalmente, a coletiva de Jerome Powell (presidente), que virá em seguida. O comunicado está previsto para as 16h de Brasília.

    Ontem foi dia bastante positivo para a Bovespa, que encerrou com alta de 2,10% e índice em 110.203 pontos, situação que não acontecia desde 20/10/2021, com o dólar fechando em queda de 1,24% e cotado a R$ 5,43. Investidores reverberaram a tensão geopolítica, balanços referentes ao quarto trimestre e a expectativa de decisão do FED.

    6 min
  • Forte aversão ao risco derruba mercados

    Começamos a semana com forte queda nos principais mercados acionários do mundo, até bem maiores que as ocorridas na Bovespa e no dólar aqui. Mas, de qualquer forma, foram ajustes importantes. Basta ver que, na semana passada, o Dow Jones caiu 4,6% e o Nasdaq ficou com -7,6%. Somente na sessão de hoje, o Nasdaq caía mais de 3,5% e o S&P mais de 3%.

    Como principais motores das quedas, podemos citar a tensão crescente entre Rússia e Ucrânia, o posicionamento de países da Europa e EUA sobre um ataque e indicadores não tão positivos do PMI da atividade do Japão, zona do euro e Reino Unido, escapando a Alemanha. Além disso, grande preocupação com o comunicado do FED após a reunião de política monetária de 26/01 e o feriado prolongado na China mexendo com as commodities. A queda envolveu também as criptomoedas, com bitcoin caindo mais de 12% e algum rescaldo do vencimento de derivativos na sexta-feira.

    6 min
  • Aversão ao risco retornando

    A semana começa com a aversão ao risco retornando aos mercados do mundo, com o acirramento de tensões entre Rússia e Ucrânia, e com os EUA e aliados se movimentando para implantar sanções comerciais caso haja algum ataque na fronteira.

    Antes disso, na semana passada, a Bovespa e o dólar tiveram comportamento mais positivo, principalmente no comparativo com o mercado americano. A Bovespa registrou alta acumulada de 1,88%, com o índice em 108.941 pontos, dólar com queda de 1,05%, cotado a R$ 5,455, Dow Jones com queda de 4,58% e Nasdaq com -7,55%, com as ações de tecnologia fortemente pressionadas na venda por conta de expectativa de alta dos juros.

    6 min
  • Mercados voláteis

    A semana foi de mercados voláteis em todo o mundo como efeito da preocupação dos investidores com inflação global, taxa de juros, expansão da covid-19, contágio pela variante Ômicron e tensões diplomáticas, com a possibilidade de a Rússia atacar a Ucrânia. Além disso, semana curta nos EUA e safra de resultados do 4º trimestre de empresas americanas mexendo pontualmente com a precificação das ações.

    Aqui, além de sermos afetados por tudo isso, ainda tivemos nossos problemas internos com inflação e contração do PIB, com a pior previsão da América Latina para 2022. Na média, a previsão é que a América Latina cresça 2,1% em 2022, enquanto, aqui, a pesquisa Focus mostra previsão de 0,29%, mas há quem projete recessão, com aumento da dívida e déficit primário e nominal maiores. Também tivemos os mercados afetados pela performance pior do exterior e o vencimento de opções, o que sempre agrega maior volatilidade para as ações líderes.

    5 min
  • Dia começando fraco nos mercados

    Ontem, no final do pregão, os mercados dos EUA desaceleraram forte e acabaram provocando o mesmo movimento de queda no mercado da Bovespa. Aqui, ainda encerramos o dia com alta do Ibovespa de 1,01% e índice em 109.102 pontos, dólar em queda forte de 0,90% (seguindo exterior), com a moeda cotada em R$ 5,42, mas ao longo do dia bateu R$ 5,38. Dow Jones reverteu alta e fechou com -0,89% e Nasdaq com queda de 1,30%. No after market e pré-mercado de hoje, as ações da Netflix registram perdas da ordem de 20%, depois de divulgar resultado do quarto trimestre.

    Hoje, os mercados da Ásia terminaram o dia com quedas, seguindo afrouxamento de NY. Europa com quedas superiores a 1% neste início de manhã, mas tentando recuperar, e futuros do mercado americano com comportamento misto. Aqui, seria importante não perder o patamar de 106.000 pontos do Ibovespa, e bom mesmo seria conseguir manter a faixa ultrapassada de 108.600 pontos. Mas o dia parece ser complicado.

    5 min
  • Agenda fraca e mercados fortes

    O apetite ao risco retornou aos mercados na sessão de hoje já desde a madrugada, com o comportamento dos mercados da Ásia e destaque para Hong Kong e Tóquio. Os mercados da Europa iniciaram o dia com quedas, mas se fortaleceram após sinais de abertura positiva, recuperação dos mercados americanos e dólar mais fraco. Aqui, engatamos mais uma sessão de alta (a terceira seguida), com o índice voltando a esbarrar em 110.000 pontos. No comentário de abertura, colocamos que o objetivo é tentar retornar aos 115.000 pontos, mas é claro que antes existem barreiras.

    Em dia de agenda fraca de indicadores, o Fórum Econômico Mundial de Davos acabou dominando o noticiário internacional com a ata do BCE (BC europeu). A ata deixou claro que os dirigentes consideram que a recuperação econômica permite reduzir a compra de ativos, mas a acomodação monetária ainda é necessária para o cumprimento da meta de inflação de 2%. Mas se mostram divididos sobre o comportamento da inflação com fatores julgados temporários.

    5 min
  • Bovespa sustenta alta com exterior mais fraco

    Ontem, a Bovespa conseguiu sobreviver a mercados pesados no exterior, bateu e não sustentou aquele patamar que vínhamos marcando como importante de ser superado em 108.600 pontos. No fechamento, a Bovespa registrou alta de 1,26%, com índice em 108.013 pontos, dólar encerrando em queda de 1,79%, cotado a R$ 5,46, Dow Jones com queda de 0,96% e Nasdaq com -1,15%.

    Investidores no mundo preocupados com uma série de indicadores, como desaceleração da China, inflação e juros em alta, propagação da covid-19 e tensão no leste europeu. Hoje, mercados da Ásia terminaram o dia com viés mais para positivo e destaque para Hong Kong, com +3,42%, e Tóquio, com +1,11%. Europa começando o dia com quedas, mas afastada das mínimas por conta de futuros do mercado americano recuperando e acelerando neste início de manhã.

    6 min
  • Corte cirúrgico milimétrico

    Em nossos últimos comentários diários (inclusive hoje), sempre identificamos o patamar de 108.600 pontos do Ibovespa como importante de ser superado para o mercado ganhar tração e buscar novos patamares. Pois bem, hoje, o índice fez máxima em 108.601 pontos, mas não conseguiu manter. Nada de muito grave num cenário interno e externo complicado e de muitas incertezas. Basta ver a dicotomia de atuação entre os investidores estrangeiros e institucionais. Mas é um ponto de definição a ser considerado.

    Em um dia de agenda sem grande capacidade para mexer nos mercados, os fatos mais importantes ficaram por conta de declarações de dirigentes no Fórum Econômico Mundial de Davos, a safra de resultados de instituições financeiras e empresas americanas e a diplomacia internacional. Em relação à diplomacia, o mundo ocidental se movimenta para impedir a agressão russa contra a Ucrânia em conversas conjuntas sobre sanções que poderiam ser aplicadas. Pedem unidade das nações para combater a agressão, e os EUA enviaram armamento para a Ucrânia em meio à crise.

    5 min
  • Conjuntura pesa, mas mercados reagem

    Pelo menos neste início de dia, os mercados esboçam alguma reação, depois da perda forte do mercado americano de ontem, com conjuntura pesada nas economias, expectativas com juros em alta e diplomacia fervilhando.

    Ontem foi dia de volatilidade nos mercados de risco local, com a Bovespa fazendo algumas trocas de sinal ao longo do pregão, dólar também com altas e baixas e juros pressionados. Mercados fracos nos EUA desde a largada só pioraram um pouco mais a situação. A Bovespa ainda conseguiu encerrar com alta de 0,28%, aos 106.667 pontos (vazou 107.000 pontos), dólar com alta de 0,61%, cotado a R$ 5,56, Dow Jones com queda de 1,51% e Nasdaq perdendo 2,80%, com as ações de tecnologia pressionadas na venda.

    6 min
  • Tensão internacional mexe com mercados

    Começamos o dia com nervos à flor da pele no cenário externo. Ontem tivemos ataques rebeldes contra instalações de petróleo em Abu Dhabi (com mortes), e o pano de fundo segue sendo as tensões entre a Rússia e a Ucrânia. Mas também temos tensão interna com servidores e o covid-19 espalhado pelo mundo.

    Ontem foi um dia atípico para os mercados com forte perda de liquidez por conta do feriado de Martin Luther King nos EUA que deixou mercados fechados. A Bovespa encerrou com queda de 0,52% aos 106373 pontos, dólar em alta de 0,24% e cotado a R$ 5,527, bolsas da Europa em boa alta e futuros dos EUA com comportamento misto.

    5 min

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