Lado M

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Lado M episodes

  • Saída heterodoxa

    Os investidores definitivamente não estão gostando do noticiário sobre o orçamento de 2021, e saída heterodoxa encontrada de fura-teto de gastos. A preocupação segue sendo com o quadro fiscal deteriorado, onde o limite de teto de gastos não é mais suficiente para ajustar o lado fiscal. 

    Isso ocorre por conta da falta gritante de recursos. O lado político tenso só agrava a situação presente e a CPI da covid-19 e pedido de impeachment de Alexandre de Moraes também contribuem. Vamos ter que aguardar o desfecho desse imbróglio para ver se a situação clareia.

    5 min
  • Espaço para buscar 120 mil pontos

    Apesar de haver espaço para se alcançar os 120 mil pontos do Ibovespa, a situação política e o quadro fiscal complicados inibem essa recuperação. 

    Petrobras segue sem definição de Presidente, Diretoria e se projetos serão ou não mantidos.  

    6 min
  • Mercados com poucas oscilações

    Depois de um final de semana agitado no Brasil, seria de supor que os mercados apresentassem maior grau de volatilidade. Mas o mundo, com pequenas oscilações e escassez de notícias novas deram o tom de risco nos mercados. Aqui, conseguimos manter o patamar de 118 mil pontos, mesmo com quadro político complicado. Pode ser que amanhã Brasília volte a produzir notícias e volatilidade.

    6 min
  • Semana começando sob tensão

    Na semana passada a Bovespa ainda conseguiu fechar com valorização de 2,09% e índice em 117.669 pontos. O dólar registrou queda de 0,61% com a moeda cotada a R$ 5,67. Os mercados americanos bateram sistemáticos recordes de pontuação ao longo da semana.

    6 min
  • Resumo da Semana de 9/04/2021 - Segue a novela do orçamento

    O dia parecia tranquilo, como mercado em recuperação (na máxima Ibovespa chegando a 118.643 pontos), quando no meio da tarde foi divulgado parecer do Senado dizendo que a jurisprudência do STF era que a sanção e o veto são atos de caráter político e que o executivo poderia adotar diferentes medidas corretivas para as despesas.

    6 min
  • Rumo aos 120 mil pontos do Ibovespa

    Ontem a Bovespa conseguiu firmar alta na parte da tarde acima dos 118 mil pontos do Ibovespa, encerrando em alta de 0,59% e índice em 118.313 pontos, como vínhamos informando ser possível atingir. Agora, abrimos objetivo em 120 mil pontos. Dólar encerrou com boa queda de 1,23% e cotado a R$ 5,57, seguindo comportamento fraco do dólar no exterior, por conta da retração nos juros.

    6 min
  • Esperando definição externa

    Ontem os mercados acionários dos EUA e a Bovespa fecharam próximos da estabilidade, desacelerando no final da sessão. A Bovespa registrou alta de 0,11%, aos 117.623 pontos, mas voltou a vazar aquele patamar que temos marcado como importante de ser superado em 118000 pontos. Dólar fechando em alta de 0,78% e cotado a R$ 5,64, enquanto o Dow Jones teve alta de 0,05% e Nasdaq com queda de 0,07%. O S&P voltou a bater recorde de pontuação ao longo do dia.

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  • Nau sem rumo

    Os mercados no mundo têm mostrado viés de recuperação, mas o dia a dia segue sendo de grande volatilidade e mudanças de sinal intra e entre sessões. Há espaço para previsões catastróficas sobre muitas economias, mas também previsões bastante otimistas. Tudo por conta basicamente do comportamento da pandemia e o risco de novas variantes surgindo. Isso sem contar os problemas com fornecimento de vacinas e IFAs.

    Daí surgem problemas de avaliação de toda ordem sobre inflação, taxa de juros, dificuldades de emergentes com elevado endividamento e déficits fiscais monumentais. Ou seja, ficando todos como Sócrates que disse “só sei que nada sei”.

    Nesse embalo, hoje foi dia de divulgação da ata do FED da última reunião que veio como previsto mais para suave, de acordo com as declarações recentes do presidente Jerome Powell e outros dirigentes regionais, ainda com preocupação em alta transitória da inflação e taxa de juros.  Mercado de trabalho melhorando, gastos das famílias em alta, condições financeiras acomodatícias e melhores indicadores de atividade. A inflação medida pelo PCE (que o FED considera muito) foi lembrada como ainda baixa e restrições de oferta afetando preços em alta.

    Segundo exposto, o objetivo é chegar a inflação pouco acima de 2%. Os juros altos podem refletir política monetária expansiva, emissões e mudanças em compras de ativos serão anunciadas com grande antecedência. Os mercados reagiram um pouco a isso com pequena melhora.

    Dia de muitas declarações na reunião do FMI de primavera ainda com preocupações com emergentes, Brasil e o grupo do G-20 se comprometendo em evitar retiradas prematuras de apoio, e aumentar resiliência contra choques futuros. Também estudam aumentar apoio para países vulneráveis e suspensão das dívidas até o final de 2021.  O FMI já concedeu créditos de US$ 110 bilhões para 86 países.

    Nos EUA, pacote de infraestrutura segue sendo exposto e negociado, com Biden dizendo que aceita sugestões sobre e também com relação a elevar a tributação corporativa para 28% (de 21%) e lucros sobre grandes empresas e tratamento das multinacionais. Segundo o Tesouro americano, isso traria lucros de US$ 2 trilhões das multinacionais para os EUA.

    No mercado internacional, o petróleo teve dia de muita variação, com o WTI negociado em NY em alta de 0,42% e barril cotado a UD$ 59,58, mesmo com estoques encolhendo na semana anterior. O euro era transacionado em leve queda para US$ 1,186 e notes americanos de 10 anos com taxa de juros de 1,655%. O ouro e a prata com quedas na Comex e commodities agrícolas com comportamento misto na Bolsa de Chicago. O minério de ferro teve mais um dia de alta em Qingdao, e ajudou na performance de mineradoras e siderúrgicas.

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  • Mercados indefinidos neste início de manhã

    Ontem a Bovespa fechou praticamente estável com queda de 0,02% e índice em 117.498, após ter vazado 118 mil pontos do Ibovespa. O dólar teve dia de boa queda de 1,41%, fechando cotado a R$ 5,60 e seguindo o exterior mais fraco e com queda dos treasuries.

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  • Preocupação com emergentes

    As manifestações de preocupação com a situação dos emergentes têm crescido bastante, e isso ficou patente na reunião de primavera do FMI que está ocorrendo. Vários representantes abordaram esse tema, assim como a inserção nas mudanças climáticas e emissão de gases. De nossa parte, faz tempo que já tínhamos alertado para o nível de endividamento dos países e empresas, depois de anos seguidos de taxa de juros baixas e abalroados pela pandemia.

    6 min

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