Lado M

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Lado M episodes

  • Governo acuado e investidores tensos

    Na semana passada, a Bovespa encerrou com queda acumulada de 1,23% e índice em 114.780 pontos e, com isso, o ano segue negativo em 3,56%. O real também esteve bastante pressionado e com volatilidade e terminou a semana com desvalorização de 5,03%.

    6 min
  • Resumo da semana de 26/03/2021 - Confusão astral

    O dia até que estava começando muito bem, com mercados em alta em todo o mundo e boas notícias vindas da Alemanha, com a confiança empresarial crescendo e vendas no varejo do Reino Unido. Nos EUA, promessas de encaminhar vacinas para outros países e pacote de infraestrutura para relançar a economia. Bom, aqui é tudo bem mais complicado.

    6 min
  • Dia pode ser melhor

    Ontem, o mercado local reagiu na parte final com a melhora dos mercados nos EUA e a perspectiva de aprovação do orçamento de 2021 pelo Congresso. A Bovespa encerrou com alta de 1,50% e índice em 113749 pontos, dólar com alta de 0,55% e cotado a R$ 5,67; enquanto o Dow Jones fechava com valorização de 0,62% e Nasdaq saindo do negativo, com alta de 0,12%.

    6 min
  • Direção incerta

    O mercado de risco no mundo começou com direção incerta desde a madrugada na Ásia. Amanheceu, e essa tendência permaneceu nos principais mercados da Europa, nos EUA, na Bovespa e no câmbio. Tivemos muitas trocas de sinais ao longo do dia, indicando rotação de ativos e investidores indecisos, entre seguir com risco e proteção. Aqui, ainda com maior razão, mas o dia aparentemente foi mais tranquilo que os anteriores.

    6 min
  • Pressão por todos os lados

    Ontem os mercados reverteram bom comportamento ao longo da manhã e realizaram forte na parte da tarde. A Bovespa terminou o dia com queda de 1,06% e índice de volta para 112.064 pontos, dólar em alta de 2,25% para R$ 5,64, Dow Jones praticamente estável e Nasdaq com forte pressão nas ações de tecnologia, em queda de 2,01%.

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  • Incertezas geram volatilidade nos mercados

    Ontem tivemos mais um dia de volatilidade nos mercados em todo o mundo, mesmo com os juros dos treasuries americanos comportados e em quedas. Mas a aceleração de vendas nos mercados de NY acabou por acentuar desvalorizações na Bovespa. Aqui registramos queda de 1,49%, com o índice em 113.261 pontos e dólar, após oscilar muito, encerrou praticamente estável e cotado a R$ 5,52. No mercado americano, o Dow Jones com -0,94% e Nasdaq com -1,12%.

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  • E segue a volatilidade dos mercados

    Nos últimos dias a volatilidade tem sido a única coisa que permanece alta nos mercados. Enquanto isso a rotação de ativos acontece em grande escala. As apostas estão abertas para quem acha que diante da terceira onda da pandemia alguns ativos e setores estão caros e outros baratos. 

    Jerome Powell do FED disse hoje que preço dos ativos estão altos. Há quem aposte que vacinas chegarão de monte ao Brasil e vacina acontecerá, enquanto outros discutem que isso não acontecerá e que bolsonaristas não irão vacinar.

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  • Mercados iniciam o dia estressados

    Ontem a Bovespa operou na contramão dos mercados acionários no exterior e encerrou com perda de 1,07% e índice em 114.978 pontos (na mínima chegou a 113.619 pontos), enquanto o dólar valorizou 0,59%, cotado no fechamento em R$ 5,52, mesmo com queda no exterior. Pressões políticas determinadas pela expansão da covid-19 sobre Bolsonaro deixaram investidores estressados e estrangeiros na posição vendedora logo no início da sessão. Problemas com a Turquia pioraram um pouco mais o quadro.

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  • Política trava mercados

    As pressões da sociedade sobre o governo, cobrando mais ações no combate a pandemia, travam os mercados domésticos para uma melhor performance. O final da semana foi pródigo em retratar esse quadro e os mercados aqui começaram o dia reverberando isso. A melhora dos mercados de risco no mundo acabou por estimular um pouco o mercado local, principalmente na parte da tarde, quando foi possível observar alguma reação.

    7 min
  • Covid-19 e juros determinam a direção dos mercados

    Se na semana passada a pressão sobre Bolsonaro foi forte, no final de semana a situação se intensificou ainda mais, assim como a polarização de posturas. Economistas de renome, ex-ministros e ex-presidente do Bacen foram signatários de carta aberta cobrando a vacinação massiva da população, o uso de máscaras, isolamento social e lockdown em regiões; tudo que o presidente tem se posicionado contra.

    6 min

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