Lado M

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Lado M episodes

  • Harmonia e Celeridade

    Harmonia entre os três poderes e celeridade é o que queremos esperar do Executivo, Legislativo e Judiciário daqui para frente com a eleição fácil dos candidatos do governo para a Câmara (Arthur Lira) e Senado (rodrigo Pacheco). Com isso o governo deve ter vida mais suave para encaminhar e ver aprovadas mudanças e reformas. Mas quais? O governo precisa endereçar claramente o que pretende fazer durante e no pós-pandemia.

    6 min
  • Investidores prudentes

    A semana começou com altas em todos os principais mercados acionários do mundo. Aqui também, só que com investidores assumindo maior prudência diante dos problemas com o processo vacinal, auxílio emergencial e quadro fiscal deteriorado, mas, principalmente, aguardando a eleição na Câmara e Senado - um teste para o presidente. Ocorre que às vésperas da eleição o governo liberou R$ 504 milhões em verbas parlamentares e, aparentemente, conseguiu reverter o quadro. Até o PSDB e PT saíram em apoio a Baleia Rossi.

    5 min
  • Semana de muitos eventos e tensões

    Na semana passada, a Bovespa perdeu no acumulado do período em 1,97%, encerrando com 115.087 pontos. Em janeiro a queda foi de 3,32%, dólar oscilando muito, mas terminando a semana com queda de 0,18% e cotado a R$ 5,47. O Dow Jones e Nasdaq tiveram performances ainda piores, perdendo mais de 3%.

    6 min
  • Sequência de quedas

    Ontem foi mais um dia de queda na Bovespa, perfazendo cinco sessões seguidas, mesmo com fluxo positivo de investidores estrangeiros, que até 21/01 já haviam alocados recursos da ordem de R$ 22,9 bilhões em janeiro. O dólar é que teve forte queda em função de declarações de Bolsonaro e ata mais dura que esperada do Copom, da última reunião que retirou o forward guidance. Mercados dos EUA também terminaram o dia com quedas brandas.

    6 min
  • RESUMO DA SEMANA – 22/01/2021

    Semana de largo estresse para os investidores no mundo com os mercados de risco, ressalvando a performance do mercado acionário americano com batimentos de recordes de pontuação. Já no Brasil a pressão foi ainda maior por conta da preocupação com o quadro fiscal, ausência e demora na chegada das vacinas, e também pelo clima político tenso, que de resto já tínhamos alertado que deveria ocorrer. Isso mesmo considerando que ainda estamos em período de recesso no legislativo e judiciário.

    O pano de fundo da preocupação global é, sem dúvida, a expansão da contaminação pelo covid-19, suas variantes também surgindo, com infrequente reinfecção, as medidas de restrição impostas por diferentes países, com lockdown em regiões e a necessidade de apoio fiscal, já que as economias não estão se recuperando da forma esperada.

    Isso fica claro, por exemplo, quando a Alemanha deixa aberta a possibilidade de contração do PIB no último trimestre de 2020 e primeiro de 2021, ou mesmo quando altera a projeção de crescimento de 2021 de 4,4% para 3,0%. A própria Alemanha está estendendo o lockdown, o mesmo acontecendo com regiões da Inglaterra e também em Portugal. Já aqui alguns estados estão ampliando restrições, como em São Paulo nos finais de semana, sem contar os problemas da região norte que seguem graves, mesmo depois de maior empenho do governo e setor privado em ajudar.

    4 min
  • Más notícias persistem

    Ontem foi dia de noticiário ruim sobre o covid-19 no mundo com preocupação expressada por dirigentes de países e bancos centrais. A Bovespa encerrou em queda de 1,10%, com índice em 118329 pontos, mas ao longo do dia chegou a vazar a faixa de 117000 pontos. O dólar encerrou com alta de 0,98% e cotado a R$ 5,36. O Dow Jones virou para negativo no encerramento e Nasdaq terminando ainda em alta de 0,55%.

    Hoje mercados começando novamente em queda. Na Ásia perdas no encerramento, Europa aprofundando perdas nesse início de manhã e futuros dos EUA também na mesma toada. Aqui, vamos seguir o exterior fraco, preocupado com o covid-19 e variantes, especialmente as encontradas no Brasil e África do Sul, mas também temerosos com indicadores de atividade desacelerando no mundo em janeiro.

    6 min
  • Queda inevitável

    Diante do noticiário ao longo do dia, a performance ruim dos mercados de risco era inevitável. Só o mercado americano resistiu um pouco após bater novos recordes. Covid-19 contaminando pesado a Europa, BCE (BC europeu) preocupado com o desempenho da economia na zona do euro e declarações de candidatos à Câmara e Senado e do presidente; retiraram as chances de recuperação das Bolsas e mantiveram o dólar pressionado por aqui, mesmo depois da decisão e comunicado do Copom de ontem.

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  • Ajustando expectativas

    Ontem a Bovespa andou na contramão dos principais mercados da Europa e também dos EUA, onde os três principais índices bateram novos recordes de pontuação com a posse de Biden. A Bovespa encerrou com perda de 0,82% e índice em 119646 pontos, mas chegou a perder o patamar de 119000 pontos ao longo do dia recuperando um pouco no fechamento. O dólar aqui terminou o dia com queda de 0,63% e cotado a R$ 5,31. Dow Jones em alta de 0,83% e Nasdaq com +1,97%.

    Hoje as bolsas asiáticas terminaram o dia majoritariamente com altas, Europa em alta, mas perdendo tração e futuros do mercado americano com altas nesse início de manhã. Aqui seria positivo não perdermos o patamar de 119000 pontos, sob pena de acelerar realizações.

    6 min

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