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Ontem a Bovespa terminou o dia com queda de 0,96% e índice em 119.199 pontos, enquanto o dólar fechou em alta de 0,48% e cotado a R$ 5,44. Os mercados no exterior também não ajudaram muito e o petróleo em queda afetou as ações de Petrobras por aqui.
Hoje foi daqueles dias em que os mercados por aqui poderiam ter comportamento positivo, mesmo considerando todos os problemas, mas acabamos seguindo o comportamento externo de queda, perdendo, inclusive, o patamar de 119.000 pontos. Ainda não foi dessa vez que conseguimos consolidar a passagem pelos 120.500 pontos, mesmo tendo feito máxima no dia de 120.845 pontos.
Ontem, depois de encerrado o vencimento de derivativos para o prazo de fevereiro na Bovespa, as ações líderes passaram a evoluir em alta e com isso o Ibovespa fechou com valorização de 0,78%, aos 120.355 pontos, depois de quase atingir na máxima 120.600 pontos, que vínhamos marcando como importante ser superado. Mas o dólar e os juros fecharam pressionados por conta do risco fiscal, enquanto os mercados americanos terminaram com comportamento misto, mas o Dow Jones atingiu um novo recorde de pontuação.
Ontem, depois de encerrado o vencimento de derivativos para o prazo de fevereiro na Bovespa, as ações líderes passaram a evoluir em alta e com isso o Ibovespa fechou com valorização de 0,78%, aos 120.355 pontos, depois de quase atingir na máxima 120.600 pontos, que vínhamos marcando como importante ser superado. Mas o dólar e os juros fecharam pressionados por conta do risco fiscal, enquanto os mercados americanos terminaram com comportamento misto, mas o Dow Jones atingiu um novo recorde de pontuação.
A semana pré-carnaval, que não acontecerá por conta da pandemia, foi pródiga na divulgação de dados de conjuntura especialmente no segmento doméstico. Mas o pano de fundo das preocupações dos investidores continua sendo a expansão da Covid-19 e suas variantes no mundo, em confronto com a vacinação que vem ganhando corpo, apesar da escassez de vacinas.
Aqui, muita movimentação a partir da eleição dos novos presidentes da Câmara e Senado, a aprovação da autonomia do Banco Central pela Câmara e outras vertentes exploradas pelos políticos. Mas os ruídos sobre extensão do auxílio emergencial foram intensos durante o período, e afetaram bastante o desempenho dos mercados de risco, especialmente Bovespa e o câmbio, que obrigou interferência do Bacen com operações de swap.
Hoje é véspera de Carnaval no Brasil com feriados e mercados parados no início da próxima semana, mas também coincide com feriados na Ásia, com a China parada por uma semana e feriados também em outros países de lá.
O dia até que começou bem para a Bovespa e câmbio em queda, mas com investidores ainda bastante ressabiados com o noticiário político envolvendo como viabilizar o pagamento de nova rodada de auxílio emergencial sem ferir o teto de gastos ou outra maquiagem qualquer dos números. O mercado americano também começou o dia bem, com os indicadores de ações batendo novos recordes de pontuação, mas, aos poucos, foi revertendo para negativo, levando junto a Bovespa. Na máxima do dia a Bovespa atingiu 120.282 pontos passando bem perto do que temos anunciado como importante ser superado, o nível de 120.500 pontos do Ibovespa.
Ontem foi o terceiro pregão seguido de queda da Bovespa, fundamentalmente por conta do noticiário político, mas tendo que absorver também a queda das vendas no varejo de dezembro de 6,1%.
A Bovespa emplacou o terceiro pregão consecutivo de queda na sessão de hoje. Também pudera, temos tido uma sucessão de notícias negativas e muitos ruídos que em nada prestam para a recuperação dos mercados de risco e agregam grande volatilidade intraday. Quando não é a possibilidade de ingerência na fixação de preços pela Petrobras, sobrevêm boatos sobre mais endividamento do país e/ou imposto transitório para fazer face a extensão do auxílio emergencial.
Ontem mercados trabalharam todo o dia sem definição de tendência mais consistente. A Bovespa encerrou com leve queda de 0,19% e índice em 119.471 pontos. Nos EUA. o Dow Jones fechou com -0,03% e Nasdaq com +0,14%, e não impediu novo recorde de pontuação. Só o dólar no mercado local deu um pouco de trabalho ao Bacen que precisou fazer operação de swap cambial para fechar a moeda com leve alta de 0,19% e cotada a R$ 5,38.
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