Lições da Bíblia – Áudios Novo Tempo

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Lições da Bíblia – Áudios Novo Tempo episodes

  • Preocupações universais
    3. Leia Gênesis 2:1-3. O que essa passagem nos diz sobre a universalidade do
    sábado?
    Se observarmos verdadeiramente o sábado, não nos contentaremos apenas com
    nosso próprio descanso (Êx 23:12), redenção (Dt 5:12-15) e restauração final
    na nova Terra (Is 66:22, 23), mas ajudaremos outras pessoas a encontrarem o descanso
    em Deus. Na verdade, o sábado nos diz que Deus é o Criador de todos os
    que vivem na Terra, Aquele que provê descanso para todos eles. A universalidade
    do descanso do sábado implica que todos nós, ricos ou pobres, temos algo em comum.
    A paternidade comum de Deus significa uma igualdade e um interesse comum
    entre todos os seres humanos.
    Além disso, como vimos ontem, o interesse pela justiça social se estende dos sábados
    semanais para os anos sabáticos e ao ano do jubileu. Os princípios por trás
    dos três sábados apresentados em Levítico 23 e 25 se estendem também para os
    cristãos. O sábado apontará perpetuamente para o passado, para a criação, para a
    cruz, bem como para o futuro e a nova Terra. Ele fortalecerá nosso relacionamento
    com nosso compassivo Criador e Salvador, levando-nos assim para mais perto
    daqueles que Ele ama profundamente – pessoas que têm necessidades profundas,
    que são pobres ou estão sofrendo.
    Note que, embora o ano sabático e o ano do jubileu ilustrem princípios eternos,
    isso não significa que devamos observar literalmente essas festas hoje em dia. Não
    devemos. Diferentemente do sábado semanal, instituído na criação, no mundo anterior
    à queda, o ano sabático e o ano do jubileu estão entre os sábados cerimoniais
    que eram “sombra das coisas que haviam de vir” (Cl 2:16, 17) e que apontavam
    para o futuro, para o ministério e o sacrifício de Jesus, e que terminariam com Sua
    morte na cruz. Esses sábados apontam para um princípio relacionado à maneira
    pela qual devemos tratar os outros, especialmente os necessitados. Como um povo
    redimido, Israel tinha a obrigação de ser uma luz para o mundo, mostrando aos
    outros a misericórdia de Deus sem parcialidade. Com ações de graças, deviam representar
    o caráter de Deus àqueles que não O conheciam.
    Leia Amós 8:4-7. O que estava acontecendo ali? Somos culpados de fazer a mesma coisa com os
    outros? De acordo com o contexto, o que significam as palavras: “Eu não Me esquecerei de todas
    as suas obras, para sempre”?
    6 min
  • Misericórdia e justiça: marcas do povo de Deus
    Desde o princípio a justiça social fez parte das leis de Deus e de Seu ideal para
    Seu povo. A justiça social é a intenção original de Deus para a sociedade humana:
    um mundo em que as necessidades básicas são satisfeitas, as pessoas prosperam
    e a paz reina.
    1. Leia os versos seguintes e resuma o que eles dizem sobre a misericórdia e
    a justiça, ou sobre o que às vezes é chamado de “justiça social”. Êx 22:21-23;
    23:2-9; Lv 19:10; Pv 14:31; 29:7
    A misericórdia e a justiça também são enfatizadas nas leis do sábado dadas ao
    antigo Israel. Deus delineou três tipos de sábado.
    2. De que forma a ideia da misericórdia e da justiça é refletida em cada um dos
    sábados mencionados nos textos a seguir? Êx 20:8-10; 23:10, 11; Lv 25:8-55
    A. As instruções para a guarda do sábado incluíam o princípio da garantia de
    oportunidades iguais para que todos descansassem, inclusive servos, animais e
    estrangeiros.
    B. A cada sete anos, o ano sabático era uma ocasião para o cancelamento de
    dívidas, para demonstrar interesse pelos pobres e libertar os escravos. Deus instruiu
    Seu povo a incluir os animais nos benefícios do ano sabático (ver Lv 25:6, 7).
    C. O ano do jubileu ocorria no quinquagésimo ano, após sete anos sabáticos.
    A propriedade que havia sido vendida era devolvida ao proprietário original, as dívidas
    eram perdoadas e os prisioneiros e escravos eram libertados. O jubileu era
    um equalizador da sociedade, um reinício que dava a todos a oportunidade de recomeçar
    a vida. Era uma “salvaguarda contra os extremos da riqueza ou da miséria”
    (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 185).
    Ali, na própria estrutura da sociedade hebreia, podemos ver como a justiça e a
    misericórdia atuavam juntas em favor dos menos afortunados da sociedade.
    6 min
  • Justiça e misericórdia no Antigo Testamento: parte 1
    Anos atrás, num dia frio na cidade de Nova York, um menino de dez anos, descalço
    e tremendo, observava atentamente a vitrine de uma loja de sapatos. Uma mulher
    foi até o menino e perguntou por que ele estava observando a vitrine com tanto interesse.
    Ele disse que estava pedindo a Deus que lhe desse um par de sapatos. A mulher
    o tomou pela mão e o levou para dentro da loja. Ela pediu ao atendente que trouxesse
    seis pares de meias; pediu também uma bacia com água e uma toalha. Levando o
    rapazinho para o fundo da loja, ela tirou as luvas, lavou os pés dele e os enxugou com
    a toalha. O atendente chegou com as meias. A mulher colocou meias nos pés do menino
    e lhe deu um par de sapatos. Colocou a mão na cabeça dele e perguntou se ele
    se sentia mais confortável. Quando ela se virou para ir embora, o espantado rapazinho
    segurou a mão dela e perguntou, com lágrimas: “A senhora é a esposa de Deus?”
    Aquele menino falou uma verdade maior do que imaginava. A igreja de Deus
    é Sua noiva, Sua esposa. Como membros de Sua igreja, precisamos refletir seu caráter
    amoroso.
    5 min
  • O cuidado da Terra
    4. “Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para
    o cultivar e o guardar” (Gn 2:15). Que princípio encontramos nesse texto sobre
    a maneira pela qual devemos cuidar do planeta?
    Antes do pecado, Adão e Eva tinham recebido a incumbência de administrar
    tudo o que Deus havia criado. Eles tinham controle sobre a vida vegetal e animal.
    Contudo, após o pecado toda a natureza parecia se rebelar contra eles na
    mesma extensão em que eles se haviam rebelado contra Deus. Os seres humanos
    começaram a verificar que eram impotentes diante dos elementos (o clima, o cultivo
    da terra e o reino animal).
    “Entre os seres inferiores, Adão estivera como rei, e enquanto permaneceu fiel
    a Deus, toda a natureza reconheceu seu governo. Mas quando ele transgrediu,
    foi despojado desse domínio. O espírito de rebelião que ele mesmo havia acolhido,
    estendeu-se por toda a criação animal. Assim, não somente a vida do homem,
    mas a natureza dos animais, as árvores da floresta, a relva do campo, o próprio ar
    que ele respirava, tudo apresentava a triste lição do conhecimento do mal” (Ellen
    G. White, Educação, p. 26, 27).
    Hoje ainda somos devastados por desastres naturais e pelo nosso ecossistema
    em deterioração, pelo menos em alguns lugares. Assim, fazemos grandes esforços
    para usar a tecnologia e a indústria a fim de nos proteger. Contudo, ainda que a
    tecnologia e a indústria nos ajudem, às vezes essa mesma tecnologia pode causar
    danos ao planeta. A ecologia é uma questão moral, ética e teológica, principalmente
    quando a exploração da Terra pode levar a grandes dificuldades para outros.
    “Os adventistas defendem um estilo de vida simples e saudável, em que as pessoas
    não participam da rotina do consumismo desenfreado, do acúmulo de bens
    e da produção exagerada de lixo. É necessário que haja respeito pela criação, restrição
    no uso dos recursos naturais, reavaliação das necessidades e reafirmação da
    dignidade da vida criada” (Declarações da Igreja, Casa Publicadora Brasileira,
    Tatuí, SP, 2003, p. 36).
    Como alcançar o equilíbrio em nossa atitude para com a Terra, sendo bons administradores do
    nosso lar e evitando o perigo de transformar em deuses a Terra e o meio ambiente? Que advertência
    encontramos em Romanos 1:25?
    5 min
  • O cuidado da Terra
    4. “Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para
    o cultivar e o guardar” (Gn 2:15). Que princípio encontramos nesse texto sobre
    a maneira pela qual devemos cuidar do planeta?
    Antes do pecado, Adão e Eva tinham recebido a incumbência de administrar
    tudo o que Deus havia criado. Eles tinham controle sobre a vida vegetal e animal.
    Contudo, após o pecado toda a natureza parecia se rebelar contra eles na
    mesma extensão em que eles se haviam rebelado contra Deus. Os seres humanos
    começaram a verificar que eram impotentes diante dos elementos (o clima, o cultivo
    da terra e o reino animal).
    “Entre os seres inferiores, Adão estivera como rei, e enquanto permaneceu fiel
    a Deus, toda a natureza reconheceu seu governo. Mas quando ele transgrediu,
    foi despojado desse domínio. O espírito de rebelião que ele mesmo havia acolhido,
    estendeu-se por toda a criação animal. Assim, não somente a vida do homem,
    mas a natureza dos animais, as árvores da floresta, a relva do campo, o próprio ar
    que ele respirava, tudo apresentava a triste lição do conhecimento do mal” (Ellen
    G. White, Educação, p. 26, 27).
    Hoje ainda somos devastados por desastres naturais e pelo nosso ecossistema
    em deterioração, pelo menos em alguns lugares. Assim, fazemos grandes esforços
    para usar a tecnologia e a indústria a fim de nos proteger. Contudo, ainda que a
    tecnologia e a indústria nos ajudem, às vezes essa mesma tecnologia pode causar
    danos ao planeta. A ecologia é uma questão moral, ética e teológica, principalmente
    quando a exploração da Terra pode levar a grandes dificuldades para outros.
    “Os adventistas defendem um estilo de vida simples e saudável, em que as pessoas
    não participam da rotina do consumismo desenfreado, do acúmulo de bens
    e da produção exagerada de lixo. É necessário que haja respeito pela criação, restrição
    no uso dos recursos naturais, reavaliação das necessidades e reafirmação da
    dignidade da vida criada” (Declarações da Igreja, Casa Publicadora Brasileira,
    Tatuí, SP, 2003, p. 36).
    Como alcançar o equilíbrio em nossa atitude para com a Terra, sendo bons administradores do
    nosso lar e evitando o perigo de transformar em deuses a Terra e o meio ambiente? Que advertência
    encontramos em Romanos 1:25?
    5 min
  • Limites
    O domínio dos seres humanos sobre “toda a Terra” (Gn 1:26) indica que não há
    limites ao nosso domínio? A história bíblica indica que o domínio (que também
    pode ser entendido como “administração”) precisa ter limites.
    Por exemplo, Deus disse a Adão que a árvore do conhecimento do bem e do
    mal era proibida (ver Gn 2:15-17). O primeiro pecado, portanto, foi no contexto
    da administração. Adão e Eva excederam os limites que Deus havia estabelecido
    ao domínio deles. A criação ainda está sofrendo por causa dessa violação de limites
    (ver Rm 8:20-22).
    3. Leia Êxodo 20:1-17. Que tipo de “limites” são estabelecidos pela lei de Deus?
    O que a lei nos diz sobre os limites do domínio humano?
    Ao longo da história da humanidade (por exemplo, o faraó em Êxodo 1–14; Herodes
    em Mateus 2), e até o fim dos tempos (ver Apocalipse 13), tiranos dirigidos
    por Satanás são conhecidos por tentar dominar aquilo sobre o que não têm controle
    legítimo. Eles imitam Satanás, que usurpou o poder e se tornou “o príncipe
    deste mundo” (Jo 12:31, NVI). O domínio que se degenera se torna opressão.
    Por outro lado, há aqueles que se recusam a administrar as coisas sobre as quais
    precisam exercer domínio (ver Mt 25:14-30; Lc 19:12-27).
    Embora o pecado tenha levado a humanidade a perder o nível de domínio concedido
    na criação, nosso domínio original não foi inteiramente perdido por causa
    do pecado. Ainda há muita coisa dentro de nossa atual esfera de responsabilidade:
    por exemplo, o controle sobre nossa vida pessoal, que Cristo nos capacita a
    exercer (ver 1Co 9:25-27; Gl 5:22, 23), e o cuidado da Terra e de suas criaturas, bem
    como de tudo o que Deus nos concedeu (ver Tg 1:17; Mt 25:14-30). Como cristãos,
    precisamos compreender quais são nossos limites, e então ser administradores fiéis
    dentro desses limites.
    Quais são os limites específicos que você precisa respeitar em relação aos outros, como familiares,
    amigos e colegas de trabalho? Que princípios podemos usar para saber quais são esses limites
    (ver, por exemplo, Mateus 7:1, 12)?
    5 min
  • O privilégio do domínio
    2. Qual é o “domínio” que os seres humanos deviam ter sobre a Terra? Gn 1:26-28
    A palavra bíblica “domínio” vem do verbo hebraico radah. Essa palavra indica
    direito e responsabilidade de governar. Implica, nesse contexto, uma hierarquia
    de poder e autoridade, na qual a humanidade está posicionada acima do
    restante do mundo natural. Embora o verbo radah, de acordo com seu uso no
    Antigo Testamento, não defina como esse domínio devia ser exercido, o contexto
    de uma criação inocente e perfeita mostra que a intenção deve ter sido um domínio
    de natureza benevolente.
    Conclusões semelhantes podem ser extraídas a respeito da ordem de sujeitar a
    Terra em Gênesis 1:28. O verbo sujeitar, do hebraico kavash, também retrata um
    relacionamento hierárquico no qual os seres humanos estão colocados acima da
    Terra e recebem poder para controlá-la. Em outras partes do Antigo Testamento
    o verbo kavash é ainda mais enfático do que radah, e descreve o ato literal de subjugar,
    de forçar outra pessoa a ocupar uma posição subordinada (Nm 32:22, 29;
    Jr 34:11, 16; Et 7:8; Ne 5:5). Em muitos desses casos, fica evidente o abuso de poder
    e Deus expressa Seu desagrado com isso. Mas, novamente, tendo em vista o contexto
    da história da Criação, de um casal sem pecado criado à imagem de Deus
    para governar a Terra, essa sujeição poderia ser caracterizada somente como um
    serviço benevolente que os seres humanos prestariam à criação, como representantes
    do Criador. Certamente, isso não consistiria numa exploração.
    Encontramos uma dimensão adicional desse conceito de domínio em Gênesis
    2:15, quando Deus colocou Adão no jardim para cultivá-lo (abad –trabalhar, servir,
    lavrar) e guardá-lo (shamar – cercar, guardar, proteger, cuidar, olhar atentamente,
    vigiar, preservar, considerar, reservar).
    Tendo isso em mente, descobrimos que domínio é administração ou governo
    cuidadoso e amoroso. Em seu relacionamento com Deus, nossos primeiros pais
    tinham todos os recursos e a autoridade de que precisavam para exercer seu domínio,
    que deveria refletir o amor de Deus por Sua criação.
    Embora a palavra “domínio” tenha conotações negativas, não era esse o caso quando ela foi
    usada pela primeira vez na Bíblia. Quais princípios aprendemos com o uso desse termo antes
    do pecado? Como podemos aplicá-los aos nossos relacionamentos com coisas ou pessoas sobre
    as quais temos “domínio”?
    4 min
  • Criado para o domínio
    Recentemente alguém escreveu o seguinte sobre uma amiga, ateísta declarada,
    que disse que às vezes “acorda no meio da noite, preocupada com uma série de
    perguntas profundas: ‘Será que este mundo é verdadeiramente resultado de uma
    grande explosão cósmica acidental? Como pode não haver nenhum planejamento,
    nenhum grande propósito para nossa existência e para a do Universo como um
    todo? Será que todas as vidas – incluindo a minha, a do meu marido e as dos meus
    dois filhos – são totalmente irrelevantes e sem sentido? Será que minha vida não
    tem nenhum significado nem propósito?’”
    Depois da queda, a humanidade perdeu muito! Como a história da queda mostrou,
    tornamo-nos alienados, não só de Deus, mas uns dos outros. Até mesmo nossa
    relação para com a Terra mudou. E, como mostram as perguntas feitas pela mulher
    citada acima, também lutamos para entender quem somos e qual é o propósito da
    vida. Para muitos, esses problemas se tornam muito piores pela ideia prevalecente
    de que nossa existência resultou apenas do acaso, sem nenhum planejamento
    ou propósito estabelecido por um Deus criador.
    1. Quais são os propósitos para a criação da humanidade? Gênesis 1:26-28;
    Salmo 8:3-8; Isaías 43:6, 7. O que significa a expressão “criei para Minha glória”
    (Is 43:7)? De que forma a glória de Deus está relacionada ao domínio?
    Como podemos ver nos versos de Gênesis, ainda que Deus tenha tido outras
    razões para criar Adão e Eva, eles também foram criados para ter domínio sobre
    a Terra (Gn 1:26-28). Juntos, refletindo a glória e o caráter de Deus, o primeiro casal
    devia ser um canal por meio do qual Aquele que tem a glória e o domínio supremos
    (Ap 1:5, 6) iria sustentar, administrar e cuidar do restante de Sua criação
    na Terra. Quem sabe como a glória de Deus teria sido revelada por meio deles e
    de seu domínio sobre o mundo se não tivesse surgido o pecado?
    Agora, porém, por meio da fé em Jesus e da entrega de nossa vida a Ele em fé,
    obediência e cooperação, podemos dizer, com Davi: “O Senhor cumprirá o Seu
    propósito para comigo!” (Sl 138:8, NVI). Saber que Deus tem um propósito para
    cada um de nós é motivo de confiança e alegria, especialmente quando nos entregamos
    a Ele para que Sua vontade se cumpra em nós.
    Se alguém lhe perguntasse: “Qual é o propósito da sua vida?”, o que você responderia, e por quê?
    5 min
  • Restauração do domínio
    Na queda, nossos primeiros pais perderam mais do que apenas a imagem original
    de Deus. “Quando foi criado, Adão foi colocado no domínio da Terra.
    Porém, ao ceder à tentação, colocou-se sob o poder de Satanás, e o domínio que
    havia exercido passou para aquele que o havia vencido. Assim, Satanás se tornou
    ‘o deus deste mundo’ (2Co 4:4, NTLH). Ele usurpou o domínio da Terra que havia
    sido confiado originalmente a Adão. Mas Cristo, que por Seu sacrifício pagou a
    penalidade do pecado, não só redimiria o homem, mas recuperaria o domínio que
    este havia perdido. Tudo o que tinha sido perdido pelo primeiro Adão seria restaurado
    pelo segundo” (Ellen G. White, Signs of the Times, 4 de novembro de 1908).
    Embora a ideia de “domínio” tenha conotações negativas hoje, isso não ocorria
    lá no Éden. O que significava o domínio concedido aos seres humanos? O que
    a igreja pode fazer para ajudar as pessoas a recuperar um pouco do que foi perdido
    após a trágica queda de nossos primeiros pais no Éden?
    4 min

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