Lições da Bíblia – Áudios Novo Tempo

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Lições da Bíblia – Áudios Novo Tempo episodes

  • O Getsêmani
    Durante a semana da Páscoa, os sacerdotes sacrificavam milhares e milhares de
    cordeiros no templo, que ficava localizado na colina em cujo sopé se encontrava
    o vale de Cedrom. O sangue dos cordeiros era derramado no altar, e então
    corria por um canal até um riacho que cortava o vale de Cedrom. Pode ser que
    o riacho, na verdade, se tornasse vermelho com o sangue dos cordeiros. Jesus e
    Seus discípulos teriam atravessado as águas vermelhas desse riacho para chegar
    ao jardim do Getsêmani.
    4. Leia Mateus 26:36-46. Por que a experiência do Getsêmani foi tão difícil para
    Jesus? O que estava realmente ocorrendo ali?
    Não era a morte física que Jesus temia quando orou para que o cálice passasse
    dEle. O cálice que Ele temia era a separação de Deus. Jesus sabia que, para Se
    tornar pecado por nós, para morrer em nosso lugar, para suportar em Si mesmo a
    ira de Deus contra o pecado, Ele teria que ser separado do Pai. A transgressão da
    santa lei de Deus era tão séria que exigia a morte do transgressor. Jesus veio precisamente
    porque iria tomar essa morte sobre Si, a fim de nos poupar dela. Era isso
    que estava em jogo com relação a Jesus e a nós.
    “Com as questões do conflito diante de Si, a alma de Cristo Se encheu de terror
    da separação de Deus. Satanás Lhe dizia que, se Ele Se tornasse o penhor de
    um mundo pecaminoso, seria eterna a separação. Ele Se identificaria com o reino
    de Satanás, e nunca mais seria um com Deus. [...] O tremendo momento havia
    chegado – aquele momento que decidiria o destino do mundo. Na balança
    oscilava a sorte da humanidade. Cristo ainda podia recusar-Se a beber o cálice
    reservado ao homem culpado. Ainda não era tarde demais. Poderia enxugar da
    fronte o suor de sangue, e deixar perecer o homem em sua iniquidade. Poderia
    dizer: Receba o pecador o castigo de seu pecado, e Eu voltarei ao Meu Pai. Beberia
    o Filho de Deus o amargo cálice da humilhação e da agonia? Sofreria o
    Inocente as consequências da maldição do pecado, para salvar o criminoso?”
    (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 687, 690).
    De que forma a disposição de Jesus para morrer por nós impacta cada aspecto de nossa vida,
    especialmente no que diz respeito a ajudar os outros? Como podemos aprender a imitar o caráter
    de Jesus?
    5 min
  • A nova aliança
    2. Leia Mateus 26:17-19. Por que é tão significativo o fato de que essa era a época
    da Páscoa? Ver também Êx 12:1-7; 1Co 5:7
    A história do êxodo é a história da redenção, do livramento – uma obra que Deus
    fez em favor daqueles que não poderiam fazê-la por si mesmos. Que símbolo
    apropriado do que Jesus logo faria em favor de todos nós!
    3. Leia Mateus 26:26-29. O que Jesus estava dizendo a Seus discípulos? O que
    Suas palavras significam para nós?
    Jesus estava indicando para eles o significado mais profundo da Páscoa. A libertação
    deles do Egito foi a maravilhosa manifestação do senhorio e do poder
    de Deus, mas, em última análise, não foi suficiente. Ela não era a redenção que os
    hebreus, ou qualquer um de nós, realmente necessitávamos. Precisamos da redenção
    que há em Jesus: a vida eterna. “Por isso mesmo, Ele é o Mediador da nova
    aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia
    sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm
    sido chamados” (Hb 9:15). Jesus lhes indicou o verdadeiro significado do vinho e
    do pão. Eles apontavam para Sua morte na cruz.
    Assim, diferentemente dos sacrifícios de animais que apontavam para a morte
    posterior de Jesus, a participação na Santa Ceia aponta para Sua morte passada.
    Nos dois casos, os emblemas apontam para Jesus na cruz.
    No entanto, a cruz não é o fim da História. Quando Jesus disse aos discípulos
    que não mais beberia do fruto da videira até o dia em que o haveria de beber, novo,
    com eles no reino de Seu Pai (Mt 26:29), estava lhes indicando o futuro, apontando
    para a segunda vinda e para o que virá depois dela.
    Jesus disse que não mais beberia do fruto da videira até que estivéssemos com Ele no reino de
    Seu Pai. O que isso indica a respeito do tipo de intimidade que Ele terá conosco? Como podemos
    aprender a experimentar essa intimidade com Ele agora?
    6 min
  • Uma boa ação
    Estamos, agora, nos últimos dias da vida terrestre de Jesus. Ele ainda tinha que
    enfrentar a cruz, ressuscitar e Se revelar plenamente como o Salvador crucificado
    e ressurreto. Por mais que os que seguiam Jesus O amassem e apreciassem,
    ainda tinham muito que aprender sobre quem Ele era e sobre tudo o que faria por
    eles. Olhando para trás, tendo agora toda a Bíblia, e especialmente as poderosas
    explanações de Paulo sobre a morte expiatória de Jesus, sabemos muito mais sobre
    o que Jesus planejou fazer por nós do que Seus seguidores sabiam na época da
    história que examinaremos a seguir.
    1. Tendo em mente esse contexto, leia Mateus 26:1-16. Qual é o significado do
    valioso presente, e o que ele ensina sobre a maneira pela qual devemos nos
    relacionar com Jesus?
    Note como Mateus coloca a história da unção da cabeça de Jesus (que provavelmente
    deve ter ocorrido antes da entrada triunfal) dentro da trama para matá-Lo,
    que estava se intensificando. Enquanto alguns de Seu próprio povo estavam
    planejando Lhe causar dano, Maria derramou sobre Ele irrestrito amor e devoção,
    com seu “vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo” (v. 7).
    Enquanto os discípulos lamentavam o desperdício, Jesus classificou o que ela
    fez como “boa ação”. Por esse ato, muito extravagante exteriormente, a mulher estava
    revelando a verdadeira profundidade da emoção que havia em seu coração
    em relação a Jesus. Embora ela certamente não soubesse tudo o que estava para
    ocorrer nem o que aquele ato significaria, ela entendia o suficiente para saber que
    devia muito a Jesus; e, assim, desejava, também retribuir muito. Talvez ela tivesse
    ouvido as palavras dEle: “Àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido”
    (Lc 12:48). Enquanto isso os discípulos, que certamente tinham visto mais coisas
    realizadas por Jesus do que aquela mulher, não entenderam a questão.
    “Aquele bálsamo era um símbolo do coração transbordante da doadora. Era a
    demonstração exterior de um amor nutrido pelas correntes celestes a ponto de extravasar.
    E aquele bálsamo de Maria, que os discípulos chamaram de desperdício,
    está se repetindo milhares de vezes no coração suscetível de outras pessoas” (Ellen
    G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 5, p. 1101).
    O que essa história nos mostra sobre nossa maneira de responder ao que nos foi dado em Jesus?
    Usando nosso livre-arbítrio, que “boa obra” podemos realizar para Jesus em resposta ao que recebemos
    dEle?
    4 min
  • Os últimos dias de Jesus
    Nesta lição, estudaremos os momentos finais que antecederam a cruz. O mundo,
    e até mesmo o Universo, começaram a enfrentar o momento mais crucial
    da história da criação.
    Muitas lições podem ser encontradas nos eventos que examinaremos nesta semana,
    mas, ao lermos, vamos nos concentrar em uma delas: a da liberdade e do
    livre-arbítrio.
    Observe como os vários personagens usaram o grande e valioso dom
    da liberdade. Note as consequências poderosas e eternas que advieram do uso correto
    ou incorreto desse dom.
    Pedro, Judas e a mulher com o vaso de alabastro, todos tiveram que fazer escolhas.
    Mas, acima de tudo, Jesus também teve que fazer escolhas, e a maior delas
    foi a de ir para a cruz, mesmo que Sua natureza humana gritasse contra isso:
    “Meu Pai, se possível, passe de Mim este cálice! Todavia, não seja como Eu quero,
    e sim como Tu queres” (Mt 26:39).
    A ironia é incrível: o dom do livre-arbítrio, do qual havíamos feito mau uso,
    trouxe Jesus precisamente àquele momento, em que Ele, usando Seu livre-arbítrio,
    teve que escolher se iria ou não nos salvar da destruição que nosso mau uso
    do livre-arbítrio nos teria acarretado.
    3 min
  • Estudo adicional
    Jesus disse: “Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto
    aconteça” (v. 34). Essa passagem tem gerado confusão porque, obviamente, todas
    essas coisas não ocorreram numa única geração temporal. O Dr. Richard Lehmann
    diz que a palavra grega traduzida como “geração” corresponde à palavra hebraica
    dôr, que muitas vezes é usada para designar um grupo ou uma classe de pessoas,
    como “geração obstinada e rebelde” (Sl 78:8). Assim, Jesus não estava usando a palavra
    para designar tempo ou data, mas sim a classe de pessoas más a quem Ele havia
    Se referido. “Em harmonia com esse emprego do Antigo Testamento, Jesus teria
    utilizado a expressão ‘esta geração’ sem um significado temporal, para se referir a
    uma classe de pessoas. A geração má deverá incluir todos os que compartilham características
    malignas (Mt 12:39; 16:4; Mc 8:38; Tratado de Teologia. Tatuí, SP: Casa
    Publicadora Brasileira, 2013; p. 1.000).” Em outras palavras, o mal continuará até o
    fim dos tempos, até Jesus voltar.
    5 min
  • Manter-se vigilante
    A segunda vinda de Jesus é o clímax de todas as esperanças cristãs; é o cumprimento
    de tudo o que foi prometido. Sem ela, o que restaria? Apodreceríamos
    na terra após a morte. Sem a segunda vinda e tudo aquilo que ela abrange, tudo o
    mais a respeito da nossa fé se torna uma mentira, uma farsa, como os críticos e os
    oponentes têm afirmado contra ela.
    Então, não é de admirar que, numa ansiosa expectativa da volta de Cristo, alguns
    cristãos tenham marcado datas para ela. Afinal de contas, tanta coisa depende
    desse evento! Evidentemente, como sabemos, todas as datas marcadas no
    passado para a volta de Cristo estavam erradas.
    6. De que maneira Mateus 24:36, 42 explica por que os marcadores de datas
    não acertam?
    Precisamente pelo fato de não sabermos quando Cristo virá, somos exortados
    a estar prontos e vigiar.
    7. Leia Mateus 24:42-51. O que Jesus estava dizendo a respeito do que significa
    vigiar e estar prontos para a segunda vinda?
    Jesus foi claro: não sabemos quando Ele vai voltar. Na verdade, Ele vai voltar
    quando não estivermos esperando. Portanto, precisamos estar sempre prontos
    para quando Ele, de fato, vier. Precisamos viver como se Ele pudesse chegar a
    qualquer momento, mesmo que não saibamos quando. A ideia de que “Ele vai demorar
    e que, portanto, posso fazer o que meu coração desejar”, é precisamente a
    atitude contra a qual Jesus advertiu. Devemos procurar ser fiéis porque amamos
    o Senhor e desejamos fazer o que é certo por causa dEle, a despeito de quando Ele
    virá. Além disso, tendo em vista todas as passagens que advertem a respeito do juízo,
    especialmente contra os que tratam mal os outros, o tempo da segunda vinda,
    na verdade, não importa. Mais cedo ou mais tarde, o juízo virá.
    Como adventistas do sétimo dia que creem há muito tempo na vinda de Cristo, como podemos nos
    certificar de que não cometeremos o mesmo erro do “servo mau”, mesmo que de maneira sutil?
    5 min
  • A segunda vinda de Jesus
    A resposta de Jesus em Mateus 24 foi a respeito do sinal da Sua vinda (v. 3, NVI),
    isto é, a vinda de Cristo para reinar.
    4. Que outra advertência Jesus deu no contexto de eventos anteriores à Sua vinda?
    Como isso tem sido visto ao longo da História? Mt 24:23-26
    Ali estava Jesus, que, segundo a perspectiva mundana, não passava de um pregador
    galileu itinerante com poucos seguidores. Porém, Ele predisse que muitos
    surgiriam em Seu nome, afirmando ser Ele. É claro que isso é exatamente o que
    tem acontecido ao longo dos séculos e mesmo em nossos dias, o que nos dá evidências
    poderosas da veracidade da Palavra de Deus.
    5. Leia Mateus 24:27-31. Como a segunda vinda de Jesus foi descrita? O que
    aconteceria quando Ele voltasse?
    Após advertir que surgiriam muitos afirmando ser o Cristo, Jesus descreveu
    como realmente seria Sua vinda.
    Em primeiro lugar, a segunda vinda de Jesus será pessoal e literal. O próprio
    Jesus voltará à Terra. A declaração de que “o próprio Senhor descerá do Céu”
    (1Ts 4:16) é uma óbvia refutação para aqueles que afirmam que a volta de Cristo é
    um ideal, ou simplesmente uma nova era na história humana. Sua vinda será visível,
    como o relâmpago que cruza o céu. “Todo olho O verá” (Ap 1:7). A figura da
    trombeta revela que Sua vinda será audível, num volume alto o suficiente para acordar
    até os mortos! E, o mais importante: se a primeira vinda foi em humilhação, na
    segunda Jesus virá como Rei triunfante (Ap 19:16), vitorioso sobre todos os Seus
    (e os nossos) inimigos (1Co 15:25).
    Num momento de tanto tumulto e incerteza a respeito do futuro, como podemos aprender a
    extrair forças e esperança da promessa da segunda vinda?
    5 min
  • A destruição de Jerusalém
    3. Leia Mateus 24:15-22. Sobre o que Jesus estava falando? Que tipo de quadro
    Ele apresentou em resposta às perguntas que Lhe foram feitas?
    De maneira geral, entende-se que “o abominável da desolação” seja algum tipo
    de sacrilégio ou profanação do que é santo. Obviamente Jesus estava falando
    sobre a destruição de Jerusalém, que ocorreria em 70 d.C. Como vimos ontem, Ele
    misturou Sua descrição desse evento com a dos eventos prevalecentes no mundo
    antes de Sua segunda vinda. “Cristo viu em Jerusalém um símbolo do mundo endurecido
    na incredulidade e rebelião, e apressando-se ao encontro dos juízos retribuidores
    de Deus” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 22).
    Contudo, mesmo em meio à desolação, o Senhor procura livrar todos os que
    querem ser salvos. Jesus disse aos discípulos que fugissem antes que a abominação
    fosse posta: “Quando, porém, virdes Jerusalém sitiada de exércitos, sabei que
    está próxima a sua devastação. Então, os que estiverem na Judeia, fujam para os
    montes; os que se encontrarem dentro da cidade, retirem-se; e os que estiverem
    nos campos, não entrem nela. Porque estes dias são de vingança, para se cumprir
    tudo o que está escrito” (Lc 21:20-22).
    Quando os cristãos de Jerusalém viram isso acontecer, fugiram da cidade, como
    Jesus os havia instruído, ao passo que a maioria dos judeus ficou para trás e pereceu.
    Estima-se que mais de um milhão de judeus pereceram durante o cerco de
    Jerusalém, e mais 97 mil foram levados cativos. “No entanto, durante uma trégua
    temporária, quando os romanos inesperadamente levantaram o cerco de Jerusalém,
    todos os cristãos fugiram e é dito que nenhum deles perdeu a vida. Seu local
    de retiro foi Pela, uma cidade no sopé das montanhas a leste do rio Jordão, cerca
    de 30 km ao sul do Mar da Galileia” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo
    Dia, v. 5, p. 533).
    Alguém já advertiu você sobre algo e, para sua desilusão, você não deu ouvidos? Por que é tão
    importante que, além de dar ouvidos às promessas da Palavra de Deus, também ouçamos suas
    advertências?
    6 min
  • Sinais do fim
    Depois de Jesus ter repreendido os líderes judeus que O rejeitaram, João 12:20-
    26 registra um pedido interessante. Cristo foi informado a respeito de gentios
    que queriam “ver Jesus”. Contudo, esses gentios fizeram primeiro seu pedido a judeus
    que eram fiéis a Ele. Em seguida, algo semelhante aconteceria em escala muito
    maior: ao passo que alguns judeus rejeitariam Jesus, outros seriam o meio primário
    através do qual muitos gentios chegariam ao conhecimento dEle. É curioso que esse
    pedido tenha vindo logo depois de Jesus ter dito aos líderes que a casa deles ficaria
    deserta. Verdadeiramente, o que era velho daria lugar ao novo, ao que sempre tinha
    sido a intenção de Deus: a salvação não só dos judeus, mas também dos gentios.
    2. Em Mateus 24:1-14, que quadro Jesus apresentou tanto para os crentes fiéis
    quanto para o mundo em geral?
    Jesus fez esse discurso em resposta às perguntas sobre os sinais de Sua vinda e
    do fim do mundo. “Jesus não respondeu aos discípulos falando em separado da destruição
    de Jerusalém e do grande dia de Sua vinda. Misturou a descrição dos dois
    acontecimentos. Houvesse desenrolado perante os discípulos os eventos futuros
    segundo Ele os via, e não teriam podido suportar esse espetáculo. Por misericórdia
    deles, Jesus misturou a descrição das duas grandes crises, deixando que os discípulos
    procurassem por si mesmos a significação. [...] Todo esse discurso foi dado,
    não para os discípulos somente, mas para os que haveriam de viver nas últimas cenas
    da história terrestre” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 628).
    Uma coisa é muito clara na resposta de Jesus: os eventos que antecedem à Sua
    volta não são agradáveis. Ele não predisse nenhuma utopia terrestre ou reinado milenar
    de paz. Guerra, traição, desastres naturais, perseguição à igreja, falsos cristos
    e até falsos irmãos. A coisa mais positiva retratada ali foi a promessa de que “será
    pregado este evangelho do reino por todo o mundo” (v. 14).
    Em Mateus 24:13, Jesus diz: “Aquele que perseverar até o fim será salvo” (NVI). O que você pode fazer
    para se manter espiritualmente forte em meio às provações que podem facilmente enfraquecê-lo
    e fazê-lo desistir? Temos visto isso acontecer com outros; isso poderia acontecer também conosco?
    6 min

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