Lições da Bíblia – Áudios Novo Tempo

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Lições da Bíblia – Áudios Novo Tempo episodes

  • Guias cegos
    O próprio Jesus havia introduzido os filhos de Israel em Jerusalém, com mão poderosa
    e braço estendido. Sobre asas de águia Ele os havia tirado do Egito e os
    havia achegado a Si. “Vocês serão o Meu tesouro pessoal dentre todas as nações.
    Embora toda a terra seja Minha, vocês serão para Mim um reino de sacerdotes e
    uma nação santa” (Êx 19:5, 6, NVI).
    Em certo sentido, Jesus tinha proposto casamento a Israel numa bela montanha
    chamada Sinai. Êxodo 24 diz que os líderes e anciãos “subiram [...] e viram o Deus
    de Israel, sob cujos pés havia uma como pavimentação de pedra de safira, que se
    parecia com o céu na sua claridade. [...] Eles viram a Deus, e comeram, e beberam”
    (Êx 24:9-11). Cristo ofereceu a taça de Sua aliança a Israel, como um homem que
    oferece uma taça a uma mulher com quem deseja se casar e a quem deseja dar um
    futuro maravilhoso. Israel recebeu a taça e disse: Sim, desejamos viver para sempre
    contigo na terra da promessa.
    1. Com esse contexto em mente, leia Mateus 23. O que Jesus estava dizendo aos
    líderes de Israel? Que advertência estava sendo dada? Que lições podemos
    extrair a respeito das coisas pelas quais Ele os repreendeu? Como podemos
    nos certificar de que não somos culpados dessas mesmas coisas?
    Mateus 23 foi a última súplica desesperada de Jesus pela reconciliação com
    Sua amada. Mas ela O deixou. Ele aceitou a decisão dela, e saiu pela última vez da
    casa em que morava com ela – o templo. “Eis que a casa de vocês ficará deserta”
    (Mt 23:38, NVI). Quando Jesus saiu do templo, este ficou desolado, vazio, abandonado,
    como o deserto do qual o Senhor os havia resgatado no princípio.
    Estava para ocorrer uma grande transição na história da salvação, e esses líderes,
    bem como aqueles a quem eles enganariam, iriam perdê-la. Enquanto isso,
    muitos outros judeus e, muito em breve, gentios, abertos à direção do Espírito
    Santo, dariam continuidade à grande obra e ao chamado de Israel. Eles se tornariam
    a verdadeira semente de Abraão, “e herdeiros segundo a promessa” (Gl 3:29).
    Nós também, hoje, fazemos parte do mesmo povo, e compartilhamos do mesmo
    chamado divino.
    5 min
  • Eventos finais
    A segunda vinda de Jesus é o clímax da fé cristã. O primeiro advento de Jesus e
    Sua morte na cruz são os precursores cruciais da segunda vinda. O segundo
    advento não poderia existir sem o primeiro, e o primeiro é infrutífero sem o segundo.
    Ambos estão inseparavelmente ligados, não no tempo, mas no propósito,
    que é a redenção da humanidade e o fim do grande conflito. A primeira vinda
    já aconteceu, está acabada e concluída. Agora, ansiosa e ardentemente, aguardamos
    a segunda.
    Nesta semana examinaremos o que está registrado em Mateus 23, com o apelo
    final de Jesus a alguns líderes judeus para que se arrependessem e O aceitassem
    como a única esperança de salvação. Em Mateus 24, Jesus respondeu a perguntas
    sobre os eventos que ocorrerão antes de Sua segunda vinda. Ali Ele apresentou
    um quadro bastante solene, ligando a destruição de Jerusalém ao que acontecerá
    antes de Seu advento.
    Contudo, não importa quão difíceis as coisas se tornem, mesmo que haja guerras,
    fomes e traições, temos a promessa do “Filho do Homem vindo sobre as nuvens
    do céu, com poder e muita glória” (Mt 24:30). Em outras palavras, apesar das
    lutas e tristezas, temos todas as razões para nos alegrar
    4 min
  • Estudo adicional
    A manchete do jornal londrino dizia: “Mulher ficou morta em apartamento durante
    três anos: encontrado no sofá o esqueleto de Joyce, com o aparelho de
    televisão ainda ligado”
    Ninguém sentiu falta dela? Ninguém telefonou para
    ver se ela estava bem? Como isso pôde acontecer, especialmente numa era de comunicação
    quase ilimitada? Quando a história veio à tona, virou notícia internacional,
    e as pessoas em Londres ficaram profundamente chocadas. Como foi possível
    que ninguém soubesse? Contudo, sem a esperança e a promessa do evangelho, e
    da salvação que custou tanto para ser proporcionada a nós, todos estamos fadados
    ao mesmo esquecimento da pobre mulher londrina. Mas essa situação será
    pior, porque não haverá ninguém para nos encontrar, nem para lamentar nossa
    morte três anos, ou mesmo três bilhões de anos, após o fato. O consenso científico
    atual é que, mais cedo ou mais tarde, todo o cosmos irá se extinguir gradualmente
    e morrer no que tem sido chamado de “a morte térmica do Universo”. Porém,
    a cruz nos diz que esse conceito está errado. Em vez do esquecimento eterno, temos
    a promessa de vida eterna num novo Céu e nova Terra.
    Perguntas para reflexão
    1. Todos os esforços para derrotar a morte têm sido inúteis. O melhor que podemos
    fazer é preservar o cadáver, algo parecido com uma nova demão de tinta num carro
    com o motor fundido a fim de que ele possa rodar novamente. Foi necessário
    algo dramático, a morte e a ressurreição do Filho de Deus para vencer a morte
    em nosso favor. Por que a cruz deve ocupar lugar central em nossas esperanças?
    2. Medite no que significa estar coberto com a justiça de Jesus. De que maneira uma
    compreensão adequada desse importante conceito nos impede de cair na graça
    barata ou no legalismo? Por que é fundamental que evitemos esses dois extremos?
    6 min
  • O preço da graça
    A boa notícia da Bíblia é que fomos criados por um Deus amoroso que providenciou
    para todos nós, por meio do sacrifício de Jesus na cruz, uma saída do
    caos de pecado e morte. Esse é um tema que aparece ao longo de toda a Bíblia. Podemos
    vê-lo também na seguinte parábola contada por Jesus.
    6. Leia Mateus 22:1-15. O que essa parábola nos ensina sobre a salvação pela fé?
    Por mais dura que essa parábola pareça ser, é importante nos lembrarmos de
    que estão em jogo questões fundamentais: a vida eterna ou a destruição eterna.
    Em comparação com isso, o que mais realmente importa?
    Quando olhamos para a cruz, para o preço que Deus pagou a fim de salvar
    a humanidade, devemos ver exatamente como as questões envolvidas são vastas,
    amplas, e incompreensivelmente profundas. Estamos falando sobre o fato de
    uma Pessoa da eterna Divindade suportar, em Si mesma, o pleno impacto da ira
    de Deus contra o pecado. Não há nada mais sério do que isso. Se esse é um tema
    que estudaremos ao longo da eternidade, não é de surpreender que nossa mente
    mal consiga considerá-lo agora.
    Então, temos palavras inflexíveis na parábola. Deus havia feito provisão total
    para que cada pessoa participasse da festa de casamento (ver Ap 19:7); tudo o que
    era necessário havia sido providenciado a um custo tão grande que nenhuma parábola
    poderia expressar com justiça. Portanto, já tinha sido suficientemente ruim
    que as pessoas convidadas para o casamento, na parábola, “não se importaram”
    (Mt 22:5) e foram tratar dos seus próprios negócios. Porém, alguns até atacaram
    os que lhes transmitiram o cordial convite. Portanto, a resposta inflexível não nos
    deve surpreender.
    7. Qual é o significado da “veste nupcial”? Ver também Ap 19:8
    A veste representa a justiça de Cristo, revelada na vida e nos atos dos santos.
    O homem sem a veste representa cristãos professos que reivindicam os privilégios
    da graça e da salvação, mas não deixaram a graça transformar sua vida nem
    seu caráter. A um grande custo, foram feitas todas as provisões para aqueles que
    atendem ao convite. Como a parábola mostra, para entrar no reino de Deus é preciso
    mais do que se apresentar à porta.
    5 min
  • A pedra
    Se você tivesse apenas mais alguns dias de vida, o que faria com eles? Uma das
    coisas que Jesus fez foi contar histórias que causariam profundo impacto em
    Seus ouvintes.
    4. Leia Mateus 21:33-46. Quem representam os seguintes personagens?
    O dono de casa:
    Os lavradores:
    O filho:
    Note que Jesus citou o salmo 118:22, 23. Ao mencionar a profecia da pedra rejeitada,
    Cristo Se referia a um acontecimento da história de Israel. O incidente estava
    ligado à construção do primeiro templo. Quando o templo de Salomão foi
    erigido, as imensas pedras para as paredes e o alicerce foram inteiramente preparadas
    na pedreira. Depois de serem levadas para o edifício, nenhum instrumento
    devia ser usado sobre elas, e nenhum som de talhadeira e martelo devia ser ouvido.
    Os trabalhadores tinham apenas que colocá-las na posição correta. “Foi trazida
    para ser empregada nos fundamentos uma pedra de dimensões extraordinárias, e
    de singular feitio; mas os construtores não conseguiam achar lugar para ela e não a
    quiseram aceitar. Era-lhes um estorvo, estando ali, sem utilidade. Por muito tempo
    ficou assim como a pedra rejeitada. Mas, ao chegarem os edificadores à ocasião
    de colocar a pedra angular, procuraram por muito tempo uma de tamanho
    e resistência suficientes e do devido formato, para ocupar aquele lugar e suportar
    o grande peso que sobre ela repousaria. [...] Afinal, a atenção dos construtores foi
    atraída para a pedra por tanto tempo rejeitada. [...] A pedra foi aceita, levada para
    o lugar que lhe era designado, verificando-se que ela se ajustava perfeitamente”
    (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 598).
    5. Leia Mateus 21:44 novamente. Há duas maneiras diferentes de nos relacionarmos
    com a pedra: uma delas é cairmos sobre ela e ficarmos em pedaços;
    a outra é a pedra cair sobre nós e nos esmagar. Qual é a diferença fundamental
    entre as duas?
    6 min
  • Ausência de frutos
    A purificação do templo foi um ato de compaixão da parte de Jesus. A comercialização
    estava ocorrendo no pátio dos gentios, e Jesus desejava que Sua casa
    fosse um lugar de oração e adoração para todos os povos.
    Mas a purificação também foi um ato de juízo. Os sacerdotes que administravam
    o templo haviam desperdiçado sua chance de abençoar todos os povos, e o dia do juízo
    para eles estava próximo. Se, depois de tudo que Jesus havia feito para revelar Seu
    chamado divino, aqueles homens ainda se recusavam a aceitá-Lo, que mais poderia
    acontecer senão a colheita dos resultados de suas próprias escolhas lamentáveis?
    3. Leia Mateus 21:18-22. Que relação existe entre o ato de Jesus, de amaldiçoar
    a figueira, e Sua purificação do templo?
    Jesus amaldiçoou a figueira como uma parábola dramatizada a respeito dos muitos
    líderes da nação judaica que estavam finalmente e irrevogavelmente colhendo
    o que haviam plantado. Porém, devemos nos lembrar de que essa parábola não
    estava se referindo a todos os líderes religiosos. Muitos, na verdade, chegaram a
    exercer fé em Jesus como o Messias. “Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém,
    se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam
    à fé” (At 6:7). Contudo, assim como a figueira não deu frutos, o mesmo ocorreu
    com o ministério do templo, que logo ficaria vazio.
    Esse ato e as duras palavras de Jesus devem ter representado um grande choque
    para os discípulos, que ainda estavam tentando entender as lições de compaixão
    e inclusão que Jesus revelou em Seu ministério. Tratava-se do mesmo Jesus que
    tinha vindo, não para julgar o mundo, mas para salvá-lo; o mesmo que havia afirmado:
    “o Filho do Homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para
    salvá-las” (Lc 9:56). Cada palavra e cada ato em Seu ministério foram devotados a
    restaurar a humanidade caída, a indicar às pessoas a esperança e a promessa de
    uma nova vida nEle. Assim, o fato de Ele ter agido e falado de maneira tão dura e
    decisiva os surpreendeu. Essa foi a razão pela qual Mateus escreveu que os discípulos
    “admiraram-se” do que Ele havia feito.
    Mais cedo ou mais tarde as pessoas costumam rejeitar a misericórdia e a graça de Deus (ver Gn 6:13;
    15:16; 19:24; Ap 22:11). Por que é tão importante que deixemos esse tipo de julgamento com
    Deus, e nunca o façamos nós mesmos, seja a respeito dos outros ou a respeito de nós mesmos?
    4 min
  • Jesus no templo
    Desde os primeiros dias após a queda da humanidade, sacrifícios de animais
    foram o meio escolhido por Deus para ensinar ao mundo o plano da salvação
    pela graça, por meio da fé no Messias vindouro (ver Rm 4:13-16). Um poderoso
    exemplo dessa verdade pode ser encontrado em Gênesis 4, na história de Caim
    e Abel, e na tragédia que se seguiu, relacionada à questão da adoração, entre outras
    coisas (ver também Ap 14:7-12). Assim, quando Deus chamou Israel como Seu
    povo escolhido, “reino de sacerdotes e nação santa” (Êx 19:6), também estabeleceu
    o serviço do santuário como uma explanação mais ampla e completa da salvação.
    Começando com o tabernáculo no deserto, passando pelo templo de Salomão e
    chegando ao templo construído após o retorno de Babilônia, o evangelho foi revelado
    nos símbolos e tipos do serviço do santuário.
    Contudo, apesar de suas origens divinas, os serviços no templo e seus rituais
    eram realizados por seres humanos pecadores e, como ocorre com quase tudo
    em que as pessoas se envolvem, surgiu a corrupção até mesmo no serviço sagrado
    que Deus havia instituído para revelar Seu amor e Sua graça ao mundo caído. No
    tempo de Jesus, as coisas já haviam se tornado tão terrivelmente pervertidas pela
    ganância e avareza dos sacerdotes, a quem havia sido confiada a realização dos
    serviços, que “aos olhos do povo tinha sido destruída, em grande parte, a santidade
    do serviço sacrifical” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 590).
    2. Leia Mateus 21:12-17. Que lições há nesse texto para nós, como adoradores
    de Deus?
    Como em tantos outros episódios, Jesus citou as Escrituras para justificar Seus
    atos, o que constitui evidência adicional de que, como seguidores do Senhor, precisamos
    tornar a Bíblia o centro de toda a nossa visão do mundo e do nosso sistema
    moral. Além de Jesus ter citado as Escrituras, houve as curas miraculosas dos
    cegos e coxos. Tudo isso deu evidências ainda mais poderosas e convincentes de
    Sua natureza e Seu chamado divino. Quão trágico foi o fato de que aqueles que deviam
    ter sido os mais sensíveis e abertos a todas essas evidências foram os que mais
    lutaram contra Jesus! Temendo perder seus próprios tesouros terrenos e seu status
    como “administradores” e “guardiões” do templo, muitos acabaram perdendo
    exatamente aquilo para o que o serviço do templo apontava: a salvação em Jesus.
    Como podemos nos certificar de que não estamos deixando que nosso desejo de ganhar ou conservar
    alguma coisa aqui, mesmo que seja boa, coloque em risco o que realmente importa: a
    vida eterna em Jesus?
    5 min
  • Uma vinda profetizada
    Após a permanência no cativeiro em Babilônia por 70 anos, os judeus voltaram
    para Jerusalém. Estavam entusiasmados com a reconstrução do seu templo,
    mas quando o alicerce foi posto, os que se lembravam do magnífico templo de Salomão
    perceberam que esse segundo templo não seria tão belo quanto aquele. Assim,
    “choraram em alta voz” (Ed 3:12).
    Porém, um encorajamento inesperado surgiu da parte de dois homens que estavam
    entre eles: um profeta idoso chamado Ageu e um profeta jovem chamado
    Zacarias. Ageu lembrou ao povo que a verdadeira glória do templo de Salomão não
    vinha do que Salomão ou qualquer outra pessoa houvesse trazido para ele. Não
    era o templo de Salomão. Era o templo de Deus. Ageu disse: “Assim diz o Senhor
    dos Exércitos: Ainda uma vez, daqui a pouco, e farei tremer os céus, e a terra, e o
    mar, e a terra seca; e farei tremer todas as nações, e virá o Desejado de todas as nações,
    e encherei esta casa de glória, diz o Senhor dos Exércitos. Minha é a prata, e
    Meu é o ouro, disse o Senhor dos Exércitos. A glória desta última casa será maior
    do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o
    Senhor dos Exércitos” (Ag 2:6-9, ARC).
    A esperança foi ainda maior quando o jovem profeta Zacarias falou: “Alegra-te
    muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador,
    humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta” (Zc 9:9).
    1. Como essas profecias se aplicam ao relato de Mateus 21:1-11, sobre a entrada
    de Jesus em Jerusalém?
    “Cristo estava seguindo o costume judaico nas entradas reais. O animal que
    montava era o mesmo cavalgado pelos reis de Israel, e a profecia havia predito que
    assim viria o Messias a Seu reino. Logo que Ele Se sentou no jumentinho, um grande
    grito de triunfo ecoou nos ares. A multidão O aclamou como o Messias, seu
    Rei. Jesus aceitou então a homenagem que nunca antes havia permitido, e os discípulos
    consideraram isso uma prova de que suas alegres esperanças de vê-lo estabelecido
    no trono logo se realizariam. O povo ficou convencido de que a hora
    de sua emancipação se aproximava. Em pensamento, viram os exércitos romanos
    expulsos de Jerusalém, e Israel mais uma vez como nação independente” (Ellen G.
    White, O Desejado de Todas as Nações, p. 570).
    Vez após vez vemos como a Escritura se cumpriu. Contudo, na época, as pessoas não a compreenderam.
    Que lições poderíamos tirar de situações em que noções preconcebidas podem distorcer
    a verdade?
    4 min
  • Jesus em Jerusalém
    Em Mateus 20:27, 28, Jesus disse: “Quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso
    servo; tal como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir
    e dar a Sua vida em resgate por muitos.” Aqui está Jesus, o Deus eterno, Aquele
    que criou todas as coisas, que viveu a vida de um servo aqui na Terra, atendendo às
    necessidades dos perdidos, dos doentes, dos necessitados, muitos dos quais ainda
    desdenhavam dEle. É um altruísmo e uma abnegação que mal podemos entender!
    Por mais incompreensível que seja Sua disposição para servir, a maravilha é
    ainda maior, pois Ele, o eterno Deus, estava prestes a enfrentar então o firme propósito
    de Sua vinda a este mundo: “dar a Sua vida em resgate por muitos.” Esse altruísmo,
    essa abnegação, logo iria atingir o clímax num mistério que até “os anjos
    gostariam de entender” (1Pe 1:12, NTLH): a cruz.
    A lição desta semana examina alguns dos principais eventos e ensinos de Jesus
    quando Ele foi a Jerusalém, não para ser coroado rei terrestre, como tantas pessoas
    haviam desejado e esperado, mas para ser feito “pecado por nós; para que, nEle,
    fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5:21).
    4 min

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