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A professora Jorgetânia Ferreira, presidenta da ADUFU - Seção Sindical, fala sobre as atividades do 44º Congresso do Andes - Sindicato Nacional que ocorre na Universidade Federal da Bahia, na cidade de Salvador, entre os dias 2 e 6 de março.
Uma tragédia ocorrida em Itumbiara (GO) chocou o país e reacendeu um debate urgente: a violência vicária, uma forma cruel de violência de gênero em que filhos ou pessoas afetivas são usados para atingir mulheres.
Neste episódio do podcast Linha de Frente, discutimos o caso, os perigos da culpabilização da vítima e a importância da solidariedade coletiva. O programa destaca o ato público realizado em Uberlândia (MG), no dia 20 de fevereiro, em apoio à mãe das vítimas, reunindo entidades, movimentos sociais e a comunidade em um gesto de empatia, resistência e defesa da dignidade humana. Com a participação dos/as professores/as Flávia Oliveira (Fadir/UFU), Guimes Rodrigues Filho (Diepafro/UFU), Olenir Maria Mendes (diretora da ADUFU) e da coordenadora do Sintet/UFU, Ana Lucia Ribeiro, o episódio reforça: a responsabilidade pelo crime é sempre do agressor. Informação, conscientização e políticas públicas são fundamentais para enfrentar a violência contra mulheres e crianças.
🕊️ Toda solidariedade à Sarah Araújo.
▶️ Ouça, reflita e compartilhe. A luta contra a violência de gênero é coletiva.
No podcast Linha de Frente desta semana, a professora Eliane Soares, do curso de Ciências Sociais da UFU, fala sobre as verdadeiras razões para a invasão da Venezuela e sequestro de Nicolás Maduro pelo governo dos Estados Unidos. Ela explica as características da experiência venezuelana que tanto incomodam o governo Trump e conta, também, como pode ser o desenrolar da situação na Venezuela e a relação da situação do país com a conjuntura mundial.
Neste episódio do Linha de Frente o diálogo é com a vice-presidenta da ADUFU. Ela avalia as perspectivas para o próximo período de aulas na UFU, trata da conjuntura internacional, especialmente da invasão realizada pelos Estados Unidos na Venezuela, e avalia os impactos que o ano eleitoral de 2026 no contexto da universidade pública.
No podcast Linha de Frente desta semana, a professora Olenir Maria Mendes, diretora da ADUFU fala sobre as atualizações no plano de saúde da entidade.
Neste episódio do podcast Linha de Frente, debatemos a questão da justiça tributária no Brasil, problematizando a forma como o sistema de arrecadação de impostos impacta de maneira desigual os diferentes grupos sociais. A conversa aborda as bases históricas e estruturais da tributação brasileira, marcada por forte regressividade, na qual a população de menor renda arca proporcionalmente com uma carga tributária maior do que os setores mais ricos da sociedade. Para aprofundar essa análise, o episódio conta com a participação do professor Danilo Martuscelli, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), que contribui com uma leitura crítica sobre os limites e contradições do modelo tributário vigente, bem como sobre os desafios políticos e institucionais para a construção de um sistema mais progressivo, transparente e comprometido com a redução das desigualdades sociais. O diálogo destaca a justiça tributária como um elemento central para o fortalecimento da democracia e para a efetivação de direitos sociais, evidenciando que a forma como o Estado arrecada e redistribui recursos é decisiva na luta contra a desigualdade no país.
Neste episódio do podcast Linha de Frente, discutimos a política de cotas como instrumento de promoção da igualdade racial e social, ampliando o debate para além do acesso às universidades públicas. A conversa se desenvolve a partir de dois eixos centrais. O primeiro analisa a política de cotas no âmbito dos concursos públicos, à luz da Lei nº 15.142, sancionada neste ano, que ampliou a reserva de vagas com foco em pessoas negras, indígenas e quilombolas, representando um avanço significativo no enfrentamento das desigualdades históricas no acesso ao serviço público. O segundo eixo aborda a urgência da implementação de políticas de ações afirmativas voltadas às pessoas trans no ingresso na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), destacando os obstáculos estruturais que ainda limitam o acesso e a permanência desse grupo no ensino superior. Para aprofundar essas reflexões, o episódio conta com a participação do professor Guimes Rodrigues Filho, Diretor de Estudos e Pesquisas Afrorraciais da UFU, que contribui com uma análise crítica sobre os fundamentos históricos, jurídicos e sociais das políticas de cotas, bem como seus impactos na democratização do acesso à educação e ao serviço público. O diálogo evidencia como as ações afirmativas são fundamentais para a construção de uma universidade e de um Estado mais diversos, inclusivos e comprometidos com a justiça social.
No Linha de Frente desta semana, conversamos com a professora Fernanda Nocan, diretora da ADUFU, sobre o Seminário Nacional sobre Carreira Docente e o V Encontro da Carreira EBTT e das Carreiras do Ensino Básico das Iees, Imes e Ides.
Neste episódio do podcast Linha de Frente, realizamos uma retrospectiva das principais lutas, mobilizações e desafios enfrentados pela ADUFU ao longo de 2025, destacando o papel da entidade na defesa dos direitos docentes, da universidade pública e da educação como bem social. O episódio revisita os embates centrais do período, incluindo as disputas por melhores condições de trabalho, valorização da carreira docente, financiamento adequado da universidade e a defesa da autonomia universitária diante de diferentes formas de pressão política e institucional. O episódio conta com análise da professora Jorgetânia Ferreira, presidenta da ADUFU, que trata da conjuntura educacional e sindical, dos avanços conquistados por meio da organização coletiva e dos desafios que permanecem colocados para o movimento docente.
No Linha de Frente desta semana, conversamos com as professoras da UFU e diretora da ADUFU Adriany de Ávila, Olenir Maria Mendes e Rosa Maria Zaia Borges sobre as manifestações deste domingo (14). Uberlândia foi às ruas para defender a Democracia e contra as medidas que retiram direitos da classe trabalhadora em todo o país. Atos contra a anistia para golpistas também foram realizados em mais de 50 cidades brasileiras. O recado das ruas ficou bastante explícito: é preciso derrotar esse congresso, inimigo do povo. Em 2026, quem votou contra o povo não merece voltar! Na pauta dos atos, as lutas:
* Contra a redução da pena de golpistas!
* Contra o Marco Temporal que ameaça povos indígenas
* Pelo fim da escala 6x1
* Em defesa do mandato de Glauber Braga!
* Contra a censura à imprensa e agressões a jornalistas!
* Contra a Reforma Administrativa
* Pela Vida das Mulheres
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