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Neste episódio do Linha de Frente, discutimos as eleições da ADUFU para o biênio 2025-2027, destacando a vitória da chapa Unificar as Lutas. A convidada é Jorgetânia Ferreira, atual presidenta e também presidenta eleita da entidade, que compartilha a trajetória de construção coletiva da chapa e os princípios que orientaram sua formação. Na entrevista, Jorgetânia comenta os desafios enfrentados pela categoria docente nos últimos anos e ressalta a centralidade da luta contra a Reforma Administrativa que tramita no Congresso Nacional, além de como a nova gestão pretende fortalecer a atuação sindical diante do cenário nacional e local. Entre os temas em pauta estão a ampliação do diálogo com a comunidade acadêmica e o compromisso com a unidade das lutas sociais mais amplas. A nova diretoria da seção sindical será empossada no próximo dia 03, iniciando um ciclo que promete intensificar a mobilização e a organização da categoria docente da UFU.
Neste episódio do Linha de Frente a professora Olenir Maria Mendes, diretora cultural da ADUFU, fala sobre a revolta da população brasileira com a PEC da Blindagem e com a proposta de anistia. O descontentamento do povo com esses temas foi demonstrado no último domingo, dia 21, quando centenas de milhares de pessoas foram às ruas para participar de atos políticos. Essas manifestações, convocadas por movimentos sociais, estudantis, sindicais, populares, partidos de esquerda, centrais sindicais e artistas, aconteceram com o tema "Congresso Inimigo do Povo" e foram registradas em mais de 35 cidades brasileiras, incluindo todas as 27 capitais. Em Uberlândia, a manifestação foi realizada, tendo a ADUFU como uma das entidades organizadoras, no bairro Luizote de Freitas.
No Linha de Frente desta semana, o tema são as eleições da ADUFU – Seção Sindical, que definirão a Diretoria Executiva e a Direção Colegiada para o biênio 2025-2027. Amanhã, 18 de setembro, professores/as da UFU filiados/as à ADUFU poderão exercer seu direito de voto em todos os campi da universidade e também na sede da ADUFU. Esse é um momento fundamental para fortalecer a representatividade da categoria e reafirmar o compromisso coletivo com a defesa da educação pública, gratuita e de qualidade. Nosso entrevistado é Aurelino Ferreira Filho, presidente da Comissão Eleitoral, que detalha a organização do processo e reflete sobre a importância da participação. Exercer a democracia sindical é também fortalecer a luta e a unidade da nossa categoria docente. Participe e faça valer a sua voz!
Neste episódio falamos com a professora Stella Santana, presidenta do Conselho Municipal de Educação, sobre os impactos da terceirização da merenda escolar em Uberlândia.
Neste episódio do Linha de Frente, falamos com a deputada federal Dandara Tonantzin sobre a aprovação do PL 760/25 pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. O PL de autoria de Dandara, assegura a recomposição anual das verbas orçamentárias das instituições federais de ensino superior. A proposta é que os recursos sejam atualizados anualmente, considerando a inflação oficial, medida pelo IPCA, acrescida de um percentual de 2,5%. A medida modificará a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que atualmente não estabelece critérios para essa recomposição.
Neste episódio do Linha de Frente, debatemos as armadilhas da Reforma Administrativa que está sendo gestada no parlamento brasileiro. Por trás do discurso de “modernização”, a proposta esconde riscos concretos para os serviços públicos, a estabilidade dos servidores e o acesso universal a direitos fundamentais.
Para entender o que realmente está em jogo, conversamos com Mário Guimarães Júnior, membro da coordenação colegiada do SINTET/UFU e representante da Fasubra. Ele trouxe análises contundentes sobre como a reforma pode abrir caminho para a precarização do funcionalismo, a privatização de áreas essenciais e o enfraquecimento das estruturas que garantem políticas públicas à população. Não se engane: essa reforma não é para melhorar serviços, é para desmontá-los. Ouça agora e fortaleça o debate contra o desmonte do Estado!
Apresentamos uma reportagem especial sobre a visita da médica pediatra Aleida Guevara, filha do revolucionário Ernesto Che Guevara, no Triângulo Mineiro, na última semana. Durante sete dias de intensa programação, Aleida reuniu-se com movimentos sociais, lideranças políticas e comunitárias, estudantes e profissionais da saúde, deixando um rastro de inspiração, solidariedade e compromisso coletivo. Ao longo de sua visita, ela destacou a importância da solidariedade internacional, da união entre os povos e da resistência frente ao bloqueio dos EUA à Cuba, que há mais de seis décadas sufoca o povo cubano. Neste episódio, você acompanha os detalhes dessa visita histórica e conhece também a campanha “Cuba Resiste”, que busca arrecadar medicamentos e insumos para o povo cubano. Aleida Guevara é doutora em Medicina, e atua no Hospital Infantil William Soler, em Havana, uma das principais referências em saúde pediátrica de Cuba. Além de sua dedicação à medicina em seu país, levou seu conhecimento e compromisso internacionalista a missões em Angola, Equador e Nicarágua, atendendo populações em situação de vulnerabilidade e reforçando a tradição solidária da medicina cubana. Para além da prática clínica, Aleida se destaca como militante ativa em causas humanitárias. É uma voz firme na defesa dos direitos humanos, da justiça social e, sobretudo, da anulação da dívida externa das nações em desenvolvimento, bandeira que levanta em fóruns internacionais ao denunciar o impacto destrutivo da exploração econômica sobre os povos do Sul global. Seu trabalho une ciência, solidariedade e política, reafirmando o legado de seu pai, Che Guevara, mas também construindo sua própria trajetória de compromisso com a dignidade humana.
Falamos com Luiz Carlos Prestes Filho sobre as celebrações do centenário da Coluna Prestes
A Diretora Cultural da ADUFU, professora Olenir Maria Mendes, fala sobre a visita da médica, escritora, ativista e filha de Che Guevara, Aleida Guevara.
Os Estados Unidos anunciaram um tarifaço de 50% sobre todos os produtos brasileiros, a partir de 1º de agosto. A decisão partiu do presidente Trump e foi divulgada pelas redes sociais, sem aviso diplomático formal. O governo brasileiro tentou abrir diálogo por meio de cartas e pedidos de reunião — todos ignorados. A medida atinge diretamente exportações agrícolas, industriais e minerais, e representa um duro golpe para setores-chave da economia brasileira. O presidente Lula reagiu com firmeza. Disse esperar que Trump “aja como no mundo civilizado” e ressaltou que o Brasil não aceitará ser tratado como inimigo por defender sua democracia. A referência direta ao julgamento de Jair Bolsonaro no STF — que Trump chamou de “caça às bruxas” — deixa claro que a tarifa tem caráter político, e não apenas econômico. Lula reiterou que o Brasil quer negociar, mas não sob imposição unilateral ou ameaça.
E pra analisar as consequências econômicas e políticas desse tarifaço, a gente conversa neste episódio com Leonardo Segura Moraes, Secretário de Formação Sindical da ADUFU e professor do Instituto de Economia e Relações Internacionais da UFU.
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