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De onde vêm as ideias? E como é que se tem mais? E melhores? Sentei-me com o Ricardo Araújo Pereira para o aborrecer com estas e outras questões sobre criatividade.
Ah, aproveitei e perguntei também porque não faz stand up comedy. Assim podem parar de me perguntar a mim e ouvem diretamente da boca dele.
Este episódio é sobre confundir-se o que um humorista diz com o que um humorista acha. Pelo meio falei da picha do João Quadros, da hibernação da comédia nacional e de metaleiros. Quase por esta ordem.
Não adoro o SNL mas sou fã do Weekend Update. Com o fim da temporada 50 do programa, resolvi falar do meu segmento favorito e dos apresentadores que teve ao longo da história. No fim deste episódio, escrevi e disse piadas de atualidade, como se fosse um "Colin Jost" da candonga.
Qual foi a vossa piada favorita? A do autocarro na A8, não foi? A minha também.
Fui a Fafe actuar. Juro.
Por isso, neste episódio faço o meu ranking das melhores maneiras de viajar para actuar, falo dos jogos que os humoristas fazem em viagens longas de carro e analiso as piores coisas para se comer numa área de serviço, às 2h da manhã.
Obrigado, Fafe.
(Fafe. Muito engraçado.)
(Nota: este episódio contém o meu futuro discurso de agradecimento para os Globos de Ouro.)
Hoje falo do Conan O'Brien ter recebido o Mark Twain Award, de prémios e da importância que eles têm (ou não) no humor.
E ainda tenho tempo para discutir o que é preferível: se muitos prémios ou muito público? Prémios ou o respeito dos colegas? Respeito dos colegas ou orgulho no nosso trabalho? Escrever para nós ou para o público? Agradar ao público ou aos nossos colegas? Ser muito famoso mas sem respeito dos colegas? Ou ter o respeito dos colegas mas só actuar em caves e snackbares? Imensas perguntinhas, não é?
Sou-vos honesto: não tenho feito mais nada a não ser os programas diários do "Isto é Gozar Com Quem Trabalha" por isso este episódio é sobre fazer os programas diários do "Isto É Gozar Com Quem Trabalha".
Aqui fica um relato de como funciona a cozinha do restaurante. Se isto tem tanto interesse como sentar a comer? Não, mas é onde eu tenho estado 14 horas por dia a cozinhar piadas.
Se tiverem mais curiosidades, perguntem nos comentários que eu respondo a tudo. Ou quase tudo. A algumas coisas, vá, não abusem.
Bilhetes para Ideias Soltas: https://ticketline.sapo.pt/evento/ideias-soltas-93386
Lembram-se do brainstorming de escrita, sobre dentes do siso, no episódio #50? Levei esses 10 minutos a palco, gravei e tenho aqui o audio para vocês! Diria que dos 9 minutos há 5 bons mas ouçam e digam-me nos comentários o que acham.
Obrigado à Fi pelos minutos em palco. Vão ver comédia ao Baiwho, sff.
Porque é que ser do contra é muito mais engraçado? Será por isso que activismo não tem graça? E como se preparar melhor o texto de stand up: a escrever tudo antes no word ou a escrever em palco? Convidei o Miguel Neves para conversar sobre isto tudo.
Bilhetes para o Ideias Soltas aqui: https://ticketline.sapo.pt/evento/ideias-soltas-93386
Para mim é muito simples, o tiktok e o instagram mataram o crowd work. Neste episódio passo uns bons 20 minutos a regougar pela maneira como, hoje em dia, os humoristas falam com o público.
O clip do Ryan George que falo no início: https://youtu.be/LBCvH74Comg?si=7NF2iuL7wUqSxUkA
O episódio desta semana é sobre o meu processo de escrita. Literalmente. Ao longo dos 25 minutos do episódio escrevi texto de stand up comedy, em voz alta, sobre "dentes do siso". Espero que gostem, que é capaz de haver ali uma ou outra que até têm graça.
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