Macro Review

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By C6 BankBusinessInvesting
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Macro Review episodes

  • #224 | Ainda há espaço para mais cortes de juros no Brasil?
    Os juros brasileiros caíram novamente. Na última quarta-feira (5), o Banco Central decidiu cortar a taxa Selic pela quarta vez no ano, para 14%, conforme era esperado.  As atenções do mercado estavam mais voltadas ao comunicado que acompanhou a decisão, em busca de pistas sobre os próximos passos do Comitê de Política Monetária (Copom).  Afinal, ainda há espaço para continuar reduzindo a Selic ou é hora de uma pausa? Qual caminho permitirá ao BC trazer a inflação de volta à meta? No minuto 06:04, a economista Claudia Moreno também explica, por que, apesar dos últimos cortes de juros, a Selic continua muito elevada, trazendo custos importantes para a economia e para a própria sociedade brasileira. Entenda, ainda: 
    • Criação de vagas diminui nos EUA, mas Fed deve elevar os juros; 
    • Um possível acordo para ajudar a remediar a crise no Oriente Médio; 
    • Por que Japão e EUA estão tentando frear a desvalorização do iene. 
    16 min
  • Especial ‘Visão Global’ | A corrida da IA e as perspectivas para os mercados
    O Visão Global é um encontro periódico que o C6 Bank promove com o J.P. Morgan Asset Management para discutir o que mexe com a economia global e os mercados.  Na edição de 4/8, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, conversa com Bianca Alvarenga, coordenadora de conteúdo de economia e investimentos do C6 Bank, sobre um dos temas mais discutidos do momento: a Inteligência Artificial (IA). Ainda vale a pena investir em IA? Onde estão hoje as principais oportunidades relacionadas a essa transformação? Ao longo do episódio, elas discutem as perspectivas para as empresas de tecnologia, os setores que podem se beneficiar do avanço da IA e como o investidor brasileiro pode aproveitar esse movimento. -- Importante: caso você seja um produtor de conteúdo e queira reproduzir o conteúdo da conversa acima no seu veículo de comunicação, pedimos que antes solicite autorização ao C6 Bank.
    43 min
  • #223 | Quando virá o remédio do Fed para a inflação?
    Mais uma vez, o comunicado publicado após a reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) foi sucinto. Essa tem sido a marca de Kevin Warsh, nomeado presidente do Fed há dois meses. Foram dois recados principais passados pela autoridade na semana passada: sim, a inflação americana está alta e, sim, o Fedpromete levar os preços para a meta de 2%.  Mas não está claro, ainda, qual será o caminho percorrido para solucionar o problema. Nesse contexto, o que esperar dos juros e inflação nos EUA? No minuto 05:32, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, também compartilha as perspectivas dela sobre a economia americana, além de atualizar os principais temas que têm movimentado os mercados globais.  Entenda, ainda: 
    • Juros em pausa no Reino Unido; 
    • PIB europeu cresce, mas inflação ainda preocupa; 
    • O que esperar da decisão do Copom sobre a Selic. 
    19 min
  • #222 | O custo das tarifas para as exportações e a economia brasileira
    As novas tarifas comerciais anunciadas pelos Estados Unidos sobre as importações brasileiras já estão em vigor.  Além da taxa de 25%, que começou a valer na quarta-feira (22), outra cobrança, de 12,5%, foi confirmada no dia seguinte e passou a ser aplicada já na semana passada. Na prática, essas tarifas tornam os produtos brasileiros mais caros para compradores americanos, o que pode reduzir as vendas do Brasil para os EUA. Mas qual deve ser a dimensão desse impacto para o nosso país? Quais setores tendem a sentir mais os efeitos? E o que tudo isso significa para a economia brasileira? No minuto 06:58, a economista Claudia Moreno também explica, de forma mais ampla, como a política tarifária adotada pelos EUA desde o ano passado tem impactado o comércio e a economia mundial. Entenda, ainda: 
    • Petróleo volta a superar os US$ 100 com tensão no Oriente Médio; 
    • Juros europeus em pausa, mas há preocupação com a inflação de energia. 
    18 min
  • #221 | Impasse na guerra reacende alerta sobre preço do petróleo
    Tão frágil quanto o acordo de paz firmado entre Estados Unidos e Irã, a confiança de que a crise no mercado de petróleo estava caminhando para uma breve solução desapareceu nas últimas semanas.  Os dois países voltaram a trocar ataques e o Estreito de Ormuz foi novamente bloqueado, ressuscitando as dúvidas sobre o fornecimento global de combustíveis e outros produtos. Como um novo impasse na guerra no Oriente Médio pode afetar os preços mundo afora? Existe risco de desabastecimento? No minuto 06:45, a economista Claudia Rodrigues também explica como os principais países produtores de petróleo estão planejando investimentos para reduzir a dependência do Estreito de Ormuz. Entenda, ainda: 
    • Inflação americana desacelera, mas segue acima da meta; 
    • O que significam as tarifas de 25% aplicadas pelos EUA ao Brasil. 
    15 min
  • #220 | O vai e vem da inflação brasileira, e os desafios que persistem
    A inflação brasileira ficou muito abaixo do esperado em junho. Depois de meses de aceleração, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou de 4,7% para 4,6% em 12 meses. A boa notícia do último mês, no entanto, não significa que a inflação no Brasil esteja, enfim, voltando aos trilhos. As pressões mais persistentes sobre os preços continuam presentes. O que esperar do IPCA nos próximos meses? No minuto 06:00, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, aprofunda a discussão explicando conceitos como PIB potencial e hiato do produto. Entenda também: 
    • Tensões no Oriente Médio voltam a esquentar; 
    • EUA podem ter que subir juros em breve. 
    15 min
  • #219 | Petróleo em queda: alívio para a inflação?
    O petróleo voltou a ser negociado nos níveis anteriores à guerra no Oriente Médio. Depois de chegar perto de US$ 120 durante o conflito, o barril do tipo Brent (referência internacional) caiu para quase US$ 70 nos últimos dias. O principal motivo foi o acordo de paz temporário firmado entre os Estados Unidos e o Irã, que permitiu a retomada do fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz – rota por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo. Mas isso significa que a alta dos combustíveis ficou para trás? O que muda para a inflação e os juros globais daqui em diante? No minuto 05:43, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, traz um panorama de como os bancos centrais ao redor do mundo podem agir neste contexto. Entenda também: 
    • Desemprego nos EUA segue em níveis baixos; 
    • No Brasil, mercado de trabalho continua aquecido. 
    14 min
  • #218 | Um dólar mais forte no horizonte
    Depois de tocar a menor cotação em mais de dois anos, o dólar voltou a ganhar força nas últimas semanas e encerrou a sexta-feira aos R$ 5,17. Entre os fatores que mudaram os ventos do câmbio estão a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos e as preocupações com a situação das contas públicas no Brasil. Será que a fase de dólar abaixo de R$ 5 ficou para trás? Entenda também: 
    • Novas perspectivas para a Selic; 
    • Inflação americana cada vez mais longe da meta. 
    No minuto 09:00, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, traz um panorama do que tem movimentado os mercados globais, de guerra no Oriente Médio à inteligência artificial.
    17 min
  • #217 | A Selic vai continuar a cair ou o ciclo de cortes acabou?
    O Banco Central decidiu reduzir os juros brasileiros pela terceira vez seguida na semana passada. Novamente, o corte foi de 0,25 ponto percentual, levando a taxa Selic para 14,25%.  Apesar da flexibilização, o Comitê de Política Monetária (Copom) reconheceu os desafios do cenário econômico atual e se mostrou mais preocupado com os riscos para a inflação. Quais serão os próximos passos do Copom, afinal? Será que o ciclo de cortes da Selic chegou ao fim? No minuto 07:31, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, também explica como o rumo dos juros nos Estados Unidos pode influenciar as decisões do Banco Central do Brasil.  Entenda, ainda: 
    • Um novo discurso do banco central americano; 
    • Japão eleva os juros e o Reino Unido pode estar perto de subir; 
    • EUA e Irã assinam acordo de paz. 
    16 min
  • #216 | Nos EUA, a ameaça da inflação e dos juros mais altos
    A maré dos juros americanos mudou totalmente desde o começo do ano.  No começo de 2026, analistas de mercado esperavam por um ciclo de cortes nas taxas dos EUA. Depois, a expectativa mudou para estabilidade, e, mais recentemente, os cálculos passaram a incorporar uma alta nos juros. Os analistas estão de olho em dois aspectos que sugerem que o aperto pode ser inevitável: primeiro, o emprego voltou a aquecer e, segundo, a inflação bateu o maior nível em três anos. Quando e como o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) pode agir para conter a inflação? No minuto 07:06, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, analisa o que se pode esperar da primeira reunião do Fed sob o comando de Kevin Warsh. Entenda, ainda: 
    • Na Europa, juros já começaram a subir; 
    • EUA e Irã avançam em acordo de paz; 
    • Inflação brasileira estoura o teto de tolerância da meta. 
    17 min

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Uma visão original sobre os fatos econômicos do Brasil e do mundo. Toda semana, a equipe econômica do C6 Bank, liderada por Felipe Salles, analisa os indicadores que ajudam a entender para onde vão o…