Macro Review

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By C6 BankBusinessInvesting
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Macro Review episodes

  • #215 | Europa vive mais uma vez o pesadelo da crise de energia
    A Europa mal teve tempo de esquecer a última crise de energia que abalou sua economia.  Quatro anos depois de ter seu fornecimento de petróleo e gás natural afetado pela guerra entre Rússia e Ucrânia, os europeus sentem agora as restrições de oferta provocadas pelo conflito no Oriente Médio. A nova crise de energia deve frear mais uma vez o crescimento econômico europeu? O que esperar da inflação e dos juros por lá? No minuto 06:05, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, explica como a guerra é um risco não só para a economia europeia, mas para o mundo todo. Entenda também: 
    • Emprego volta a aquecer nos EUA; 
    • Brasil pode enfrentar novas tarifas comerciais americanas. 
    15 min
  • #214 | O “filme e a foto” do PIB brasileiro
    O PIB do Brasil cresceu 1,1% no 1º trimestre do ano. É um resultado ainda forte, mas que não reverte a trajetória de desaceleração gradual da economia brasileira causada pelos juros elevados.Com a Selic ainda perto do maior patamar da história, o crédito está sob aperto. No sentido contrário, algumas medidas de estímulo do governo buscam garantir uma demanda mais forte das famílias e empresas.Qual força vai prevalecer sobre o PIB – o aperto dos juros mais altos ou o impulso do governo ao consumo e investimentos?Entenda também:  
    • Mercado de trabalho aquecido é mais um desafio para inflação;
    • Câmara aprova projeto que reduz jornada de trabalho;
    • Nos EUA, preços continuam a subir na esteira da guerra no Irã.
    No minuto 10:18, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, atualiza o que tem movimentado os mercados globais.
    20 min
  • #213 | Queda nos estoques de petróleo preocupa o mundo
    Os estoques globais de petróleo estão emitindo um sinal de alerta. Com a guerra no Irã prestes a completar três meses, especialistas se preocupam com a possibilidade de preços ainda mais elevados e, no pior dos casos, de desabastecimento. Apesar da expectativa por um acordo e das notícias recentes de que alguns navios conseguiram atravessar o Estreito de Ormuz – região entre o Irã e Omã por onde passam 20% da produção global de petróleo e gás –, a rota continua praticamente fechada, pressionando a oferta de energia mundo afora. Quais podem ser os próximos efeitos da guerra no Oriente Médio? Para além da alta dos preços, existe risco de faltar petróleo? No minuto 06:28, a economista Claudia Rodrigues explica o que alguns países têm feito para tentar remediar a crise, seja liberando suas reservas estratégicas de petróleo ou reduzindo o consumo de energia. Entenda também: 
    • No Reino Unido, inflação e desemprego são riscos para o governo; 
    • Preços ao produtor no Brasil mostram reflexos da guerra no Oriente Médio. 
    14 min
  • #212 | Carros elétricos, chips, baterias: uma nova era de exportações da China
    As exportações da China somaram US$ 1,3 trilhão de janeiro a abril de 2026, uma alta de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior.  A venda para o exterior tem sido um dos grandes motores do PIB chinês, principalmente depois da crise do setor imobiliário. O próprio perfil das exportações mudou. De vendedora de produtos de menor valor agregado (brinquedos, vestuário, calçados), a China agora é grande fornecedora global de chips, baterias, carros elétricos e outros produtos industriais de ponta. O impulso às exportações e indústria serão capazes de sustentar o crescimento chinês no longo prazo?  No minuto 06:55, a economista Claudia Rodrigues aprofunda a análise sobre os rumos da economia chinesa e os desafios que o país ainda enfrenta. Entenda também: 
    • Preços em alta nos EUA são desafio para novo presidente do Fed; 
    • No Brasil, inflação também sobe; 
    • Sinais de uma economia mais forte no começo de 2026. 
    17 min
  • #211 | Uma nova realidade no mercado de trabalho dos EUA
    Os Estados Unidos criaram em média 48 mil vagas de emprego por mês no último trimestre. É menos do que a média dos últimos anos.  O que parece ser um sinal de desaceleração do mercado de trabalho pode ser, na verdade, uma mudança na dinâmica do emprego americano. O menor fluxo de imigrantes no país e o envelhecimento da população nativa causaram uma redução na força de trabalho. Os efeitos já são vistos na menor geração de empregos e na dificuldade das empresas americanas de encontrar trabalhadores. Como a transformação do mercado de trabalho americano pode afetar as decisões do Federal Reserve (banco central dos EUA)? No minuto 07:19, a economista Claudia Moreno também explica o que podemos esperar para o comportamento do dólar no Brasil.  Entenda, ainda: 
    • Petróleo cai, mas guerra no Irã segue sem solução; 
    • Caminho mais incerto para a Selic. 
    15 min
  • #210 | Selic diminui, mas dúvidas aumentam
    O Banco Central decidiu continuar o ciclo de cortes de juros no Brasil e reduziu a taxa Selic para 14,5% na semana passada. O corte, de apenas 0,25 ponto percentual, era amplamente esperado pelo mercado – em um cenário em que a guerra no Oriente Médio eleva os riscos para a inflação e exige mais cautela da política monetária. Não por acaso, em outras economias, os bancos centrais decidiram esperar: Estados Unidos, zona do euro e Reino Unido mantiveram os juros inalterados diante das incertezas. Quais razões estão por trás da decisão do Brasil de seguir cortando juros nesse ambiente? E até onde a Selic pode cair? Entenda também: 
    • Acordo entre União Europeia e Mercosul entra em vigor; 
    • Nos EUA, Fed pode não ter espaço para cortar juros; 
    • Europa avalia alta de juros por causa da guerra. 
    No minuto 13:11, contamos ainda com a participação da Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, para analisar o que tem mexido com os mercados globais.
    21 min
  • #209 | O que esperar do futuro chefe do banco central dos EUA
    Considerado o maestro da economia global pela sua capacidade de influenciar os rumos do maior mercado financeiro do mundo, o banco central americano poderá ter um novo presidente em breve.  O indicado ao cargo, Kevin Warsh, esteve no Senado americano na última semana para responder a perguntas sobre seu possível mandato.  Ouvir o que diz o novo “chefe da orquestra” ajuda a entender para onde a política monetária da maior economia do mundo pode caminhar, em especial quando há apelos da Casa Branca por juros mais baixos nos EUA.  Afinal, o que esperar do novo presidente do Fed? No minuto 06:31, Felipe Mecchi, analista na equipe econômica do C6 Bank, também avalia a importância de se ter um banco central independente.  Entenda, ainda, no episódio: 
    • Inflação acelera mais uma vez no Reino Unido; 
    • Com guerra, empresas enfrentam custos elevados. 
    17 min
  • #208 | Dólar abaixo de R$ 5 – o alívio vai durar?
    O dólar voltou a cair e fechou abaixo de R$ 5 na semana passada. À primeira vista, parece contraditório. Em geral, guerras como a que está acontecendo no Oriente Médio aumentam a aversão ao risco – ou seja, deixam os investidores mais cautelosos – e tendem a fortalecer o dólar, visto como um ativo mais seguro.  Ainda assim, foi nesse ambiente conturbado que a moeda americana atingiu o menor nível frente ao real em mais de dois anos.  O que explica a queda recente do dólar no Brasil? E até onde ela pode ir? No minuto 06:09, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, analisa o que tem tornado o Brasil mais atrativo para investimentos estrangeiros.  Entenda, ainda, no episódio: 
    • Dados de atividade mostram que a economia brasileira segue em expansão; 
    • Na China, PIB cresce 5% no primeiro trimestre, impulsionado por exportações. 
    15 min
  • #207 | Os primeiros efeitos da guerra na inflação brasileira
    Os efeitos da guerra no Oriente Médio já começam a aparecer na inflação do Brasil.  O governo brasileiro tem anunciado uma série de medidas para tentar evitar que a alta nos preços do petróleo e de outros insumos chegue ao consumidor, mas, em março, esse impacto foi sentido – principalmente nos combustíveis.  No fim das contas, em que medida o conflito deve pesar sobre a inflação brasileira?  No minuto 07:00, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, também analisa como a guerra pode limitar o ciclo de cortes da taxa Selic.  Entenda, ainda, no episódio: 
    • Nos EUA, inflação elevada reforça as chances de juros parados em 2026. 
    13 min
  • #206 | A guerra vai desacelerar a economia global?
    Depois de semanas de conflito, não é novidade que a guerra no Oriente Médio terá impactos relevantes sobre a inflação e os juros globais. Na semana passada, o petróleo tipo Brent (referência internacional) voltou a encostar nos US$ 120 por barril e fechou março com a maior alta mensal em três décadas – um reflexo da restrição de oferta causada pela guerra. Mas, se por um lado o efeito sobre preços e juros já parece inevitável, o impacto sobre o crescimento econômico dos países é mais incerto. Será que a guerra vai esfriar o PIB global? No minuto 06:22, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, também analisa como os mercados globais têm reagido às notícias do conflito no Irã.  Entenda, ainda, no episódio: 
    • Inflação volta a preocupar na Europa; 
    • Nos EUA, dados de emprego vêm acima do esperado. 
    16 min

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Uma visão original sobre os fatos econômicos do Brasil e do mundo. Toda semana, a equipe econômica do C6 Bank, liderada por Felipe Salles, analisa os indicadores que ajudam a entender para onde vão o…