viajar até à Malásia para tornar melhor a escola em casa. ligar os sentidos e desligar o online. 5 regras para bem conversar (com miúdos & graúdos)
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As 5 regras para termos melhores conversas
1.usa uma linguagem pessoal - não digas a mae quer ou o pai precisa a falares de ti próprio, diz eu, usa os verbos na primeira pessoa do singular, e expressões que falem de quem tu és, o que queres e precisas ou pensas e não linguagem que desresponsabiliza cheia de tem de se e deve-se e muitas vezes baseada no outro ( tu isto ou tu aquilo). Fala de ti quando estiveres a comunicar algo sobre ti ou uma necessidade tua.
2.usa uma linguagem positiva
Procura sempre fazer os pedidos ou explicar como queres que as coisas se passem pela positiva: o que tem de ser feito e não o que não pode ser feito, explicar a forma certa e não enfatizar a forma errada, coloca o sim antes de cada frase ou, dito de outra forma, - estás proibido de começar as frases por Não.
3.reformula o que a criança acabou de dizer,
repete o que a criança disse, usa expressões como “deixa ver se percebi” e reformula, com palavras tuas, por vezes podemos mesmo estar a interpretar mal uma situação. é uma forma de aprofundar um pouco mais a posição, pedido, emoção do outro, e uma forma de refletirmos sobre o que nos está a ser dito, eliminando ruído e a tendência para as respostas prontas. é também uma forma de mantermos a conversa sem termos de dar logo um sim ou não, uma resposta e podermos faze-lo num momento mais tranquilo ou depois de pensarmos.
4. assume e mantém a tua posição, decisão, opção, com firmeza e afeto.
Mantermos uma posição contrária à da criança, ou mantermos firmes uma decisão que nos parece ser o melhor para a criança, ainda que suscite resistência e comportamentos desafiantes do outro lado, não tem de ser acompanhado de agressividade ou violencia. Podemos ser muito firmes e muito bondosos, seguros do nosso não e seguros do nosso amor. Podes manter a tua posição, contrária à do teu filho e ainda assim validar tudo o que ela pede ou está a sentir. Usar palavras como compreendo, entendo, percebo o que estás a sentir e lamento que tenha de ser assim, não invalida manter a tua decisão ou opinião.
5. assegura que na conversa ou no diálogo envolves a outra pessoa, mesmo que seja a tua criança ainda pequenina, na solução. Assegura que fazes bastantes perguntas e não despejas sermões, que é mesmo um diálogo e não um monólogo e que envolves a outra pessoa na solução, sim mesmo uma criança mais pequena pode e deve ter voz , experimenta: diz-me como podemos resolver? qual é a tua proposta? o que achas que tem de acontecer?” e ficarás surpreendido com os resultados.
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