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A investigação está a zeros. E a direção da Polícia Judiciária não está nada satisfeita. Chega a ponderar retirar o caso ao departamento de Homicídios, mas, no fim, decide criar um grupo especial para investigar. E pedir ajuda à polícia internacional mais habituada a lidar com casos de assassinos em série: o FBI.
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O assassino volta à Póvoa de Santo Adrião e faz a terceira vítima. Mas desta vez a polícia não precisa de ajuda para a identificar: é uma mulher que os agentes responsáveis pelo caso conhecem bem. Entretanto, na margem sul, também começam a aparecer corpos. São pelo menos quatro mulheres mortas em sete meses, é impossível continuar a ignorar a história. Finalmente, o caso rebenta nos jornais. E nasce o “Estripador de Lisboa”.
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Cinco meses depois, mais uma morte, noutro local, mas com a mesma assinatura. Agora a polícia já não tem dúvidas de que anda mesmo um assassino de prostitutas à solta em Lisboa. Dois agentes da PJ juntam-se para investigar e conseguem traçar o primeiro perfil do homicida, mas isso não os leva muito longe. É aí que decidem pedir ajuda às prostitutas de Lisboa.
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31 de julho de 1992. Quando encontra o corpo de uma mulher num barracão na Póvoa de Santo Adrião, a PJ não pode imaginar que aquele vai ser o início de um dos mais enigmáticos casos da história do crime em Portugal.
A mulher assassinada era prostituta. Durante meses, os jornais não dão importância ao caso, que parece impossível de resolver. E a polícia está tão a zeros que chega a equacionar a hipótese de nem sequer ter existido crime — até que o assassino volta a atacar.
"A Caça ao Estripador de Lisboa" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Inês Castel-Branco e a banda sonora original é de Mário Laginha. Pode ouvir semanalmente os episódios de "A Caça ao Estripador de Lisboa" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast.
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A conturbada investigação ao assassino em série que há 30 anos aterrorizou o país e desafiou a PJ. Uma história de pistas falsas, escutas surpreendentes e armadilhas perigosas.
“A Caça ao Estripador de Lisboa” é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Inês Castel-Branco e tem banda sonora original de Mário Laginha. Estreia a 17 de dezembro.
Pode ouvir semanalmente os episódios de “A Caça ao Estripador de Lisboa” na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast.
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Último episódio. Uma bomba no jornal “Sol” é apenas o início. Nos próximos meses, vários ataques se vão seguir. Uma segunda bomba que explode na redação do jornal “O País”, onde Vera Lagoa também vai trabalhar. Outra num protesto no Porto. E a quarta na manifestação do 1 de dezembro, que junta milhares de pessoas na Avenida da Liberdade. Mas Vera Lagoa nunca vai deixar de escrever. Até ao fim.
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Depois da revolução de 25 de abril, tudo muda para Vera Lagoa. De anti-fascista durante a ditadura passa a ser vista como reacionária. A crónica “Bisbilhotices” vai acabar de um dia para o outro e é hostilizada no Diário Popular. Decide lançar o seu próprio jornal, “O Diabo”, onde vai continuar a escrever tudo o que pensa, e sobre todos. As novas crónicas vão valer-lhe um mandado de captura e centenas de processos em tribunal. E o Presidente da República é um dos que a vão processar.
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Precoce, rebelde, irreverente e contestatária. Começa a trabalhar aos 16 anos, torna-se independente aos 20. Parte para Paris aos 30, deixa tudo para trás. Dá-se com artistas e escritores, como Alves Redol e Natália Correia. Quando regressam, as duas encantam as ruas de Lisboa, são as mulheres mais bonitas da cidade. Maria Armanda é a primeira locutora da RTP, mas acaba despedida por excesso de personalidade. Quando se tornar Vera Lagoa nunca terá medo de dizer o que pensa. Apesar de tentarem fazer de tudo para a calar, até mesmo mandarem-na prender.
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Muito antes de se tornar Vera Lagoa, Maria Armanda Falcão participou em várias ações de oposição contra a ditadura do Estado Novo. Apoiou a campanha do general Humberto Delgado à Presidência da República, que iria abalar o regime em 1958. A casa de Maria Armanda era um centro de atividades subversivas, que passavam também por esconder dissidentes perseguidos pela ditadura. É casada com José Manuel Tengarrinha, jornalista e opositor ao regime. E uma enorme tragédia vai abalar a família.
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Uma mulher misteriosa aterroriza os homens mais poderosos do país. Numa crónica de jornal expõe-lhes as fraquezas como nunca ninguém tinha feito. Não lhe interessa se são ministros de Salazar, milionários ou donos das maiores empresas. Todos têm medo dela. E abrem-lhe as portas de um mundo exclusivo onde poucos podem entrar. Quem é Vera Lagoa, a mulher que não tem medo de provocar?
“A Grande Provocadora” é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por José Mata e a banda sonora original é de Moullinex. Pode ouvir semanalmente os episódios de “A Grande Provocadora” na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast.
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Esta é a história do padre espanhol que tentou matar o Papa João Paulo II em Portugal. E é também a história do misterioso segredo, fechado durante décadas num cofre do Vaticano, que conduziu estes dois homens, o Papa e o padre que o queria matar, a Fátima em maio de 1982.
Exatamente um ano antes João Paulo II tinha sido vítima de um atentado a tiro em plena Praça de São Pedro e esteve entre a vida e a morte. Foi ainda deitado numa cama de hospital, em Roma, que o Papa se apercebeu de um facto que recusou encarar como uma mera coincidência: tinha sobrevivido à tentativa de assassinato no dia 13 de maio, praticamente à mesma hora das aparições de 1917, na Cova da Iria. Só podia significar uma coisa: tinha sido salvo pela Virgem de Fátima.
Foi para agradecer essa proteção divina que João Paulo II, já então um Papa estrela, que movia multidões, viajou até Portugal, um ano mais tarde. O que não lhe poderia passar pela cabeça é que à sua espera estaria outro homem que também o queria assassinar: o padre Juan Fernández Krohn, que acreditava que a terceira parte do segredo de Fátima o legitimava para matar o Papa.
Narração: Pedro Laginha
Banda sonora: Rodrigo Leão
Voz em português de Juan Fernández Krohn: Adriano Luz
Guião: João Francisco Gomes
Entrevistas: João Francisco Gomes
Sonoplastia e pós-produção áudio: Bernardo Almeida
Design gráfico: Miguel Feraso Cabral
Edição: Tânia Pereirinha e João Santos Duarte
Coordenação: Miguel Pinheiro, Filomena Martins, Pedro Jorge Castro, Ricardo Conceição e Sara Antunes de Oliveira.

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