”O meu Ser santo habita em ti, Filho de Deus.”
Pai, Tu me deste todos os Teus Filhos para serem meus salvadores e meus conselheiros naquilo que vejo; os portadores da Tua santa Voz para mim.
Neles, Tu estás refletido e neles Cristo olha de volta para mim, a partir do meu Ser.
Que o Teu Filho não esqueça o Teu santo Nome. Que o Teu Filho não esqueça a sua Fonte santa. Que o Teu Filho não esqueça que o seu Nome é o Teu.
A alternativa para a projeção.
“Qualquer divisão na mente envolve necessariamente a rejeição de alguma parte dela e essa é a crença na separação.”
A Integridade de Deus, que é a Sua paz, não pode ser apreciada exceto por uma mente íntegra que reconheça a Integridade da criação de Deus, o Cristo!
Nesse reconhecimento, ela conhece seu Criador.
Vocês já observaram que no mundo não encontramos a paz, o amor ou a felicidade duradoura?
Antes de abordarmos o motivo precisamos olhar para uma questão ainda mais fundamental, e ela se encontra na raiz do “busques e não encontres”, “procures e não aches”.
Nós não confiamos em Quem somos.
Deus nos diz “Tu és a minha imagem e semelhança”, mas nós insistimos muito em desejar e tentar ser outra coisa.
A personalidade humana nos oferece varias possibilidades, vários papéis, títulos e funções prometendo a paz e a felicidade, mas, ao observarmos os resultados das metas estabelecidas pelo autoconceito, o premio é a euforia, a ansiedade e logo em seguida a frustração.
O que nos leva a estabelecer outras e outras metas.
Nos colocamos em uma roda de hamster sem fim. Um recalcular de rota incessante.
Sim, é isso mesmo! Perseguimos a felicidade de todas as formas equivocadas porque não entendemos em última instância a nossa verdadeira natureza.
Bem, agora vamos ao motivo de não experienciarmos a paz, o amor ou a felicidade duradoura aqui na forma.
O motivo é: a felicidade precisa vir da verdade, senão, será ilusória.
A paz e a felicidade e a verdade não estão à nossa espera “lá fora”, logo depois dessa ou da próxima meta. Está dentro de nós.
Se uma águia buscar a felicidade acreditando ser um avestruz, nunca abrirá as asas nem alçará voo; ela correrá de um lado para outro, enfiando as garras alvoroçadamente no solo, buscando o melhor buraco no qual enfiar a cabeça.
E essa analogia representa muito bem o comportamento temporariamente humano. Que pede e suplica pelas dádivas do espírito, mas, agarra-se a personalidade através dos desejos e crenças do autoconceito.
Para “Ser” a verdade a partir de nosso Pai, primeiro precisamos desfazer as barreiras que nos impedem de reconhecer nossa verdadeira identidade: o Espírito, criado à imagem e semelhança do Criador.
No entanto, com a consciência buscando confirmar a sua identidade aqui no mundo, a nossa confusão de identidade nos desnorteia.
Tudo no mundo é parte de uma prática para o autoreconhecimento e não metas para o sucesso de um personagem como imaginamos.
“Ensina só amor, pois é isso o que tu és”.
“O meu Ser santo habita em ti, Filho de Deus.”
“Neste dia, entramos no Paraíso, invocando o Nome de Deus e o nosso próprio nome, reconhecendo o nosso Ser em cada um de nós, unidos no santo Amor de Deus.
Quantos salvadores nos foram dados por Deus!
Como é possível perdermos o caminho para Ele, se Ele encheu o mundo com aqueles que apontam em Sua direção e nos deu a vista para olharmos para eles?
“Ensina só amor, pois é isso o que tu és.”
Ajuste o foco e permaneça em uma única certeza, uma única verdade — Deus.
Inspiração - Um Curso em Milagres.