”Hoje, Deus é a minha única meta.”
E assim, Pai nosso, queremos vir a Ti pelo caminho que indicaste.
Não temos outra meta, exceto a de ouvir a Tua Voz e achar o caminho que o Teu Verbo sagrado indicou para nós.
A prática do instante santo.
“Hoje, Deus é a minha única meta.”
“O instante santo é esse instante e todos os instantes. É aquele que queres que seja.
Aquele que não quiseres que seja está perdido para ti. Cabe a ti decidires quando ele será. Não o atrases.”
O tempo é do tamanho da resistência que se impõe deliberadamente no caminho.
A tua prática, portanto, tem que basear-se na tua disponibilidade para permitir que toda a pequenez se vá.
O instante em que a magnitude irá despontar sobre ti está tão distante quanto o teu desejo por ela.
Na medida em que tu não a desejas, e em vez dela aprecias a pequenez, nessa medida ela está distante de ti.
Na medida em que a quiseres, tu a trarás para mais perto. Não penses que és capaz de achar a salvação a teu próprio modo e tê-la.
Entrega qualquer plano que tenhas feito para a tua salvação no lugar do plano de Deus.
O plano de Deus irá contentar-te e nenhuma outra coisa pode te trazer a paz. Pois a paz é de Deus e de mais ninguém além Dele.
Que seja feita a Sua vontade, assim na terra como no céu.
O eu no sonho não é a consciência. O eu é o observador que escolhe ajustar o foco e experimentar uma consciência separada de sua Fonte Criadora, através do medo ou do Amor.
Ao ajustar o foco para a culpa e o medo inventamos o mundo.
Quando alinhamos a percepção e o foco da mente para o Amor confiamos na imutabilidade do único Ser que Deus criou.
Apenas a confiança no Verbo de Deus dissolverá a ideia equivocada que uma consciência além da de Deus pode ser possível.
Para onde o observador escolhe ajustar o foco da mente?
O observador mantem-se no passado, no futuro ou no Agora?
No passado: olhamos para as ideias de medo, sentimo-nos atacados pelas cenas que projetamos e que nos dão a ideia de tempo.
No futuro: esperamos que as coisas melhorem em um próximo momento, usamos o que estamos acessando, recebendo e experienciando no presente do sonho para esperar por um instante santo lá na frente.
Ou seja, apenas espiritualizamos o medo.
No agora: É onde Eu Sou e permaneço como Deus me Criou. O Agora acontece, e é a confiança na imutabilidade do Verbo de Deus.
O agora é onde o observador escolhe não fazer nada porque tudo já foi feito por Deus, quando estendeu-Se e criou o Seu Filho.
O agora é a decisão pela verdade absoluta. Sem opostos e sem variações. Somente Deus e o Cristo.
Uma experiência que não faz parte do vício da consciência condicionada a relacionar o existir com as formas.
A consciência temporariamente humana não conhece o Agora, mas o observador pode decidir escolher, e direcionar o foco da consciência para o Agora — para Deus.
O Agora é onde ocorre o instante santo. E “o instante Santo é a atração de Deus!".
“Hoje, Deus é a minha única meta.”
Aqui, o caminho para Deus é através do perdão. Não há outro caminho.
Se o pecado não tivesse sido apreciado pela mente, que necessidade haveria de achar o caminho para o lugar onde já estás?
Quem ainda estaria incerto?
Quem poderia ter dúvidas quanto a quem é?
E quem ainda desejaria continuar dormindo, em pesadas nuvens de dúvida a respeito da santidade daquele que Deus criou sem pecado?