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A geração distribuída da fonte solar fotovoltaica acaba de atingir o marco importante de 4 GW de potência instalada no país, o que representa crescimento acumulado de 90,5% no ano. O desempenho chama a atenção especialmente devido à crise econômica enfrentada em todo o mundo em 2020, causada pela pandemia do covid-19.
Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), desde 2012, já foram investidos 19,4 bilhões de reais em projetos desse tipo, gerando mais de 120 mil empregos.
Para falar sobre o desempenho da GD em 2020 e sobre as perspectivas para o setor daqui para a frente, a jornalista Camila Maia conversou com Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar.
Com o cancelamento este ano da 17ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do leilão do excedente da cessão onerosa, devido aos efeitos da pandemia de covid 19, a sessão pública do 2º Ciclo da Oferta Permanente, marcada para 4 de dezembro, será a única oportunidade para as companhias adquirirem novas áreas exploratórias de óleo e gás no Brasil em 2020.
De acordo com a ANP, serão ofertados blocos distribuídos em 14 setores, localizados em nove bacias sedimentares. Também serão oferecidas áreas com acumulações marginais em dois setores nas bacias de Solimões e do Recôncavo.
O jornalista Rodrigo Polito conversou sobre este e outros assuntos com o diretor-geral interino da ANP, Raphael Moura.
Para saber mais sobre o 2º Ciclo da Oferta Permanente da ANP, acesse https://megawhat.energy/
A Petrobras planeja assinar a venda de sua primeira refinaria ainda em 2020. Trata-se da refinaria de Landulpho Alves, na Bahia.
A unidade é a primeira de um total de oito refinarias que integram o ousado plano de desinvestimentos da petroleira no setor e que totalizam cerca de 1,1 milhão de barris/dia de capacidade de processamento de petróleo. O volume corresponde a aproximadamente 50% da capacidade do parque de refino da companhia.
O jornalista Rodrigo Polito conversou sobre essa e outras questões com Sérgio Araujo, presidente executivo da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).
Para saber mais sobre a abertura do mercado de refino no Brasil e o plano de desinvestimentos da Petrobras, acesse: https://megawhat.energy/
A operação foi lançada em março de 2014 e marcou a história do Brasil pelas descobertas de corrupção, principalmente na Petrobras, mas também porque trouxe à tona como as grandes obras do país eram cercadas de atos ilegais. De lá pra cá, muita coisa mudou, os processos de controle das empresas foram aprimorados, mas ainda há um longo caminho de aprendizado pela frente.
Para falar sobre o assunto, a jornalista Camila Maia conversou com o Gabriel Brasil e com o Alexandre Dall'Ara, respectivamente analista de Brasil e Argentina e gerente de Compliance, Forensics & Intelligence da Control Risks, uma consultoria especializada em riscos e que acompanhou de perto as deficiencias nos controles das empresas que foram reveladas pela Lava-Jato.
Saiba mais em: https://megawhat.energy/
O potencial energético do gás hidrogênio tem ganhado cada vez mais atenção, com a perspectiva de uso do chamado hidrogênio verde - gerado a partir de fontes renováveis - na descarbonização das economias de todo o mundo.
Enquanto o gás natural é visto como o combustível da transição energética, o hidrogênio verde desponta como o provável insumo que vai permitir, no futuro, que as economias se consolidem de forma sustentável.
No podcast dessa semana, a jornalista Camila Maia entrevista a especialista Lavinia Hollanda, diretora-executiva da Escopo Energia, consultoria que acaba de publicar uma cartilha sobre o hidrogênio.
Para mais informações, acesse: https://megawhat.energy/
O processo de transição energética ganha cada vez mais espaço na agenda de empresas e instituições do setor de energia mundial. Temas como a redução das emissões de gases poluentes e o aumento da eficiência energética são considerados hoje cruciais para o futuro do planeta.
O jornalista Rodrigo Polito conversou sobre essa e outras questões com Emílio Matsumura, diretor executivo do Instituto E+ Transição Energética, um think thank criado em 2018 pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS), uma organização filantrópica que tem o objetivo de promover prosperidade, justiça e desenvolvimento de baixo carbono no Brasil.
Economista com especialização no setor de energia, com longa trajetória na Empresa de Pesquisa Energética (EPE), onde coordenou versões do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) e o Plano Nacional de Energia (PNE), Matsumura destaca que o processo de transição energética no Brasil vai além dos três “Ds” (descarbonização, descentralização e digitalização). Ele inclui mais dois “Ds”: desenho de mercado, o que remete às reformas necessárias para os setores de energia e gás natural, e democratização da energia, que trata da busca por um preço competitivo do insumo energético.
Para saber mais sobre transição energética, acesse https://megawhat.energy/
O planejamento energético brasileiro ganhou um desafio em 2020 com os impactos da pandemia do covid-19. Houve redução da carga, da perspectiva do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto as distribuidoras já estavam sobrecontratadas com a demanda adquirida previamente.
A jornalista Natália Bezutti conversou sobre esse e outros assuntos com os especialistas da MegaWhat Consultoria: Ana Carla Petti, presidente da MegaWhat Consultoria, Luma Boufler e João Barreto, analistas setoriais, e Juliana Chade, gerente de Preços e Estudos de Mercado.
Para saber mais sobre o planejamento energético, acesse o Estudo Quadrimestral - setembro a dezembro de 2020 em www.megawhat.energy
Projetos de armazenamento de energia por meio de baterias têm ganhando cada vez mais espaço nas discussões e nos planos das empresas de energia elétrica no Brasil e no mundo. Esse tipo de tecnologia é tido como uma tendência global, devido ao seu barateamento e ao avanço da inserção de fontes renováveis intermitentes na matriz elétrica de diversos países.
O jornalista Rodrigo Polito conversou sobre o assunto com Renato Povia, diretor de Estratégia e Inovação da CPFL Energia. A companhia está investindo R$ 66 milhões em três projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) para analisar os impactos da inserção e utilização de sistemas de armazenamento de energia com baterias em toda a cadeia do sistema elétrico.
Para saber mais sobre armazenamento de energia, acesse https://megawhat.energy/
A Lei 14.052/2020 foi sancionada em 8 de setembro trazendo a muito esperada solução para a guerra de liminares relacionada ao GSF. A expectativa é de que, com isso, as liquidações do mercado de curto prazo de energia voltarão à normalidade em breve - atualmente, há R$ 8,9 bilhões travados por causa das ações judiciais.
Mas o GSF está longe de ser a única causa de judicialização no setor elétrico brasileiro. Para falar sobre novas batalhas na Justiça e quais pendencias ficam, a jornalista Camila Maia conversou com o advogado Raphael Gomes, sócio da área de infraestrutura do Demarest e especialista no assunto.
Saiba mais sobre o assunto acessando a análise "Judicialização do GSF" em: https://megawhat.energy/analyses/2962
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