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Por que o consumidor brasileiro tem a sensação de pagar uma conta de luz elevada? Entre 2001 e 2019, a tarifa média de energia no país cresceu menos que o IGP-M e muito próximo do IPCA. No mesmo período, porém, enquanto o IPCA avançou 307%, os encargos setoriais que incidem sobre a tarifa aumentaram 595%.
O jornalista Rodrigo Polito conversou sobre essa e outras questões com com Sandoval Feitosa Neto, diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
“O consumidor paga atualmente o dobro de encargos que ele pagava em 2001, já descontando a inflação do período”, conta Sandoval.
Engenheiro eletricista, com passagens pelos setores de distribuição e transmissão e quase 16 anos de carreira na agência, sendo os dois últimos como diretor, ele também abordou temas atuais do mercado, como a Medida Provisória 998, de alívio às tarifas de energia, e a discussão em torno do reequilíbrio econômico das concessões de distribuição afetadas pela pandemia de covid-19.
“Os eventuais reequilíbrios, caso haja, podem ser feitos de forma concatenada com os processos ordinários. Avaliar o efeito da pandemia ainda estando dentro da pandemia pode não dar a exata dimensão do tamanho do problema. O ideal é aguardar um pouco, ver como as variáveis se comportarão e, a partir daí, com calma, serenidade e temperança, avaliarmos todos os efeitos da pandemia”, defende Sandoval.
Para saber mais sobre a tarifa de energia e os encargos que incidem sobre ela, acesse https://megawhat.energy/
A Califórnia enfrenta uma onda de calor severa que, combinada às particularidades do sistema de energia local, levou a uma série de apagões. Como o estado tem investido pesado em fontes renováveis nos últimos 10 anos, o problema levantou uma preocupação: podemos esperar algo semelhante no Brasil?
A jornalista Camila Maia conversou sobre essa e outras questões com Alexandre Viana, sócio e diretor da Thymos Energia.
Para saber mais sobre os problemas na Califórnia e a "curva do pato", acesse https://megawhat.energy/
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) comemora esta semana 22 anos atento às transformações tecnológicas no mercado de energia. Tradicionalmente composto por um robusto parque hidrelétrico, complementado por termelétricas, o Sistema Interligado Nacional (SIN) vive hoje uma expansão de novas fontes de energia, como a eólica e a solar, que ampliam a complexidade da operação da rede.
De olho na inovação tecnológica e inteligência artificial, o ONS está lançando seu primeiro hackathon, chamado de Datathons. O objetivo é desafiar profissionais de diversas áreas a desenvolver um conjunto de soluções tecnológicas para resolver questões do setor. As inscrições terminam em 30 de agosto. E o Datathons será realizado entre os dias 10 e 25 de setembro, em ambiente virtual.
Para falar sobre os desafios para o ONS no futuro e contar um pouco mais sobre o Datathons, o jornalista Rodrigo Polito conversou com o diretor-geral do ONS, Luiz Carlos Ciocchi, e o diretor de TI, Relacionamento com os Agentes e Assuntos Regulatórios, Marcelo Prais.
O mercado de gás natural brasileiro está no foco das discussões do setor de energia, diante das muitas oportunidades vislumbradas com o fim do monopólio da Petrobras e sua abertura aos investimentos.
Para discutir o assunto, a jornalista Camila Maia conversou com Adriano Pires, sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Inrfaestrutura (CBIE) com mais de 30 anos de atuação na área de energia.
Confira mais informações sobre o mercado de gás natural em https://megawhat.energy/
Eficiência é a palavra-chave para quem quer ser competitivo em meio à pandemia do covid-19, que está acelerando as transformações tecnológicas. Consequentemente, a agenda de transição energética está ganhando cada vez mais força em todo o mundo.
Para discutir esses efeitos no setor energético brasileiro, a jornalista Camila Maia conversou com Christian Schock, Head de Oil & Gas da Siemens Energy no Brasil.
Para saber mais sobre o assunto, acesse https://megawhat.energy/
A Delta Energia Asset Management, gestora de fundos estruturados do Grupo Delta Energia, já lançou três fundos voltados para aplicações em operações no mercado livre de energia.
No podcast dessa semana, a jornalista Camila Maia conversou com o CEO da asset, Luiz Fernando Vianna, sobre o desempenho já obtido pelos fundos. As perspectivas para novas captações são ainda mais positivas, devido à possibilidade de rentabilidade elevada em um período em que as taxas de juros estão historicamente baixas.
Um dos fundos, o Delta Energia Strategy, iniciou as operações em maio de 2019 com a captação de R$ 800 milhões. Em um ano, a rentabilidade do fundo foi de 37%, ante uma taxa Selic de 2,25% ao ano.
Depois de anos em discussão, o projeto de lei (PL) 6.407/2013, que cria um novo marco legal para o setor de gás natural, entrou na lista de prioridades do governo na agenda de infraestrutura.
Para entender o assunto, a jornalista Camila Maia conversou com Paulo Pedrosa, presidente da Associação dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (Abrace), que representa indústrias que utilizam o gás como energético e também como fonte para geração de energia.
Na conversa, Pedrosa defendeu a aprovação do PL como fundamental para aumentar a competitividade do insumo, a despeito de melhorias que podem ser discutidas depois dessa etapa inicial.
Saiba mais sobre o PL do gás em https://megawhat.energy/
A pandemia do covid-19 afetou um mercado que vinha crescendo de forma exponencial: o das debêntures de infraestrutura. Mas nem tudo está acabado.
No segundo episódio da segunda temporada do MegaCast Convida, a jornalista Camila Maia conversou com Daniel O'Czerny, responsável pela área de financiamentos de projetos e infraestrutura no Citi, sobre os efeitos da pandemia sobre essas operações.
Na conversa, O'Czerny fala sobre a retomada, e sobre as janelas de oportunidade que estão surgindo em meio à crise.
O MegaCast Convida está de volta em sua segunda temporada. A cara é nova, mas o objetivo continua o mesmo: oferecer conteúdo de qualidade sobre o setor de energia, por meio de entrevistas com especialistas e autoridades do assunto.
Para a estreia da segunda temporada, a jornalista Camila Maia conversou com Nicola Cotugno, country manager da Enel no Brasil, e com Aurélio Bustilho, diretor financeiro da Enel Americas. Além de contarem sobre suas respectivas histórias no grupo, os dois executivos falaram sobre como inovação e novas tecnologias estão mudando a cara da distribuição de energia. Concessionária das maiores capitais do continente, a Enel vislumbra um mundo mais conectado e eficiente em um futuro que já começou.
O Ministério de Minas e Energia (MME) está liderando as conversas em busca de um pacote de medidas para lidar com os efeitos da pandemia do coronavírus (covid-19) no setor elétrico. Para o podcast da MegaWhat dessa semana, a jornalista Camila Maia conversou com Rodrigo Limp, secretário de Energia do MME, que está participando diretamente dessas discussões e adiantou o que o governo está preparando para a crise.
Limp foi enfático num ponto: o MME defende o respeito aos contratos vigentes. Ele admitiu, contudo, que as distribuidoras de energia estão sofrendo uma forte queda na arrecadação por conta da queda de consumo e aumento de inadimplência. Para evitar que essa inadimplência coloque em risco toda a cadeia do setor elétrico, defendeu medidas rápidas que acertem o fluxo financeiro do setor.
Para saber quais são as medidas, confira o podcast! Mais informações em: https://megawhat.energy/
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