Discurso State of the Union: O presidente Trump falará ao Congresso sobre a gestão de 2025, com provável foco nas tensões com o Irã e na presença militar norte-americana na região.
Queda nos Índices de Ações: Ontem houve retração nos principais índices (Dow Jones, Nasdaq e S&P).
Impacto da Inteligência Artificial (IA): Relatórios (como o da Citrin) e declarações de figuras como Taleb geraram preocupação sobre um "crescimento fantasma" e riscos para o setor de software e empregos.
Incerteza Tarifária: Trump editou uma ordem executiva elevando tarifas de 10% para 15% por um prazo de 150 dias, impactando o sentimento do mercado.
Disputa EUA x China: A empresa Anthropic alertou sobre tentativas chinesas de extrair informações do modelo Claude para acelerar o desenvolvimento tecnológico da China.
Efeito Halo (Goldman Sachs): Investidores estão migrando de tecnologia para setores "imunes" à disrupção da IA, como mineração, construção e bens de consumo.
Crise de Liquidez: Problemas na Blue Owl e em fundos do tipo BDC (Business Development Companies) nos EUA geram alerta.
Aviso de Jamie Dimon (JP Morgan): O executivo comparou o cenário atual de emissão desenfreada de crédito ao período que antecedeu a crise de 2008.
Japão e Austrália: Preocupação com alta de juros no Japão e aumento efetivo das taxas na Austrália devido à inflação.
China: Retorno do feriado de Ano Novo Lunar com otimismo puxado por IA no índice CSI 300.Ucrânia: Declarações de Zelensky sobre a proximidade de um possível acordo para encerrar o conflito com a Rússia.
Benefício das Tarifas: Empresas como Vale e Petrobras foram impulsionadas pela invalidação de tarifas pela Suprema Corte.
Boletim Focus: Projeções indicam queda nas expectativas para o câmbio e para a taxa Selic até o final do ano.
Reestruturação Empresarial: Movimentações na Cosan (possível IPO da Compass) e capitalização via BTG Pactual/Perfin refletem a adaptação das empresas ao cenário de juros altos.