MOC Cast

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By MOC BrasilScience
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MOC Cast episodes

  • Podcast #012_ASCO 2020 | Estudo PARSIFAL
    Nesse podcast discutimos um importante estudo que busca avaliar o melhor parceiro de terapia endócrina combinado à inibidor de ciclina 4/6 em pacientes com carcinoma de mama localizado receptor hormonal positivo HER-2 negativo, tratadas em primeira linha no cenário de doença avançada. A comparação das pacientes randomizadas para fulvestranto combinado à palbociclibe versus letrozol combinado à palbociclibe é importante para manejo das pacientes na prática clínica.
    Confira o episódio, com participação da Dra. Debora Gagliato, oncologista clínica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.
    4 min
  • Podcast #011_ASCO 2020 | Desfechos de sobrevida em 3 anos de follow up do estudo TRAIN 2
    Nesse Podcast, discutimos a atualização dos desfechos de sobrevida em 3 anos das pacientes com neoplasia de mama localizada HER-2 positivo recrutadas no estudo TRAIN 2, que avaliou pacientes com indicação de terapia neoadjuvante que utilizaram bloqueio duplo de HER-2 com trastuzumabe e pertuzumabe, randomizando para um regime de poliquimioterapia contendo antraciclina seguida de taxano e platina, versus grupo que recebeu apenas regime quimioterápico consistindo em platina e taxano.
    Confira o episódio, com participação da Dra. Debora Gagliato, oncologista clínica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.
    4 min
  • #126_Vídeo-MOC_VOL 11 Nº06 | Profilaxia de neutropenia febril em pacientes com câncer de mama
    O uso de regimes quimioterápicos de dose densa para o tratamento do câncer de mama foi recentemente avaliado em uma metanálise publicada no Lancet com dados individuais de 37.298 pacientes incluídas em 26 estudos clínicos. Como resultados, o uso de regimes de dose densa (administrados a cada 2 semanas) foi associado a uma redução relativa de 17% no risco de recorrência de doença (HR=0,83; IC de 95%: 0,76-0,91; 2p<0,0001) e uma redução absoluta de 2,8% no risco de morte por câncer de mama aos 10 anos (IC de 95%: 0,8-4,8) quando comparados aos regimes convencionais (a cada 3 semanas).
    Entretanto, os regimes de dose densa são classificados como esquemas de tratamento com risco alto. Confira nesse Vídeo-MOC uma revisão dos principais estudos que avaliaram a eficácia e segurança de lipegfilgrastim apresentada pela Dra. Graziela Zibetti Dal Molin, oncologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.
    4 min
  • Podcast #010_ASCO 2020 | Estudo MINDACT: Quais foram as observações do follow up de 8 anos e meio?
    Nesse Podcast, discutimos dados de sobrevida livre de metástase à distância de pacientes classificadas com alto risco clínico e baixo risco genômico, randomizadas para receber quimioterapia combinada à terapia endócrina versus terapia endócrina isolada. Além disso, discutimos as implicações dos achados para pacientes com mais ou menos de 50 anos de idade.
    Confira o episódio, com participação da Dra. Debora Gagliato, oncologista clínica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.
    6 min
  • #125_ASCO 2020 | Enzalutamida no câncer de próstata não metastático resistente a castração
    No último ASCO Annual Meeting (ASCO 2020), realizado entre os dias 29 e 31 de maio de 2020 no formato online, ocorreu a esperada apresentação do estudo fase III PROSPER, também publicado no New England Journal of Medicine.
    O estudo randomizou 1.401 pacientes com câncer de próstata não metastático resistente a castração com tempo de duplicação do PSA ≤ 10 meses e PSA absoluto ≥ 2 ng/ml para receberem tratamento com o agente anti-hormonal enzalutamida ou placebo, com manutenção da castração nos dois braços.
    Com seguimento de 48 meses, a atualização do estudo demonstrou redução do risco de morte de 27% com o uso de enzalutamida em comparação ao tratamento com placebo, um resultado estatisticamente significativo. A mediana de sobrevida global também foi superior no braço de enzalutamida, 67 meses versus 56 meses, uma diferença de quase 1 ano. O benefício do tratamento foi consistente nos subgrupos pré-especificados, e o resultado foi mantido após descontinuação do tratamento com enzalutamida mesmo no grupo placebo, que teve 65% dos pacientes recebendo terapia antineoplásica subsequente, o dobro dos pacientes no grupo de enzalutamida (33%). O perfil de segurança foi consistente com a publicação anterior do estudo e a incidência de eventos adversos ajustada para exposição foi semelhante entre os dois grupos.
    Confira o episódio, com comentários do Dr. Fernando Cotait Maluf, editor do MOC.
    4 min
  • MOC Podcast #009 - I-SPY2 no Congresso AACR 20: Adição de Durvalumabe e Olaparibe à QT Neoadjuvante
    Neste episódio, o assunto em pauta é o estudo randomizado adaptativo fase II I-SPY-2, apresentado no AACR annual meeting 2020, realizado nos dias 27 e 28 abril de 2020.
    Esse estudo testou regimes simultâneos de tratamentos experimentais com braço de controle compartilhado, oferecendo, para cada agente testado, a estimativa de sucesso do tratamento experimental em estudo posterior de fase III. Neste podcast, Dra. Debora Gagliato, oncologista clínica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, comenta os resultados do braço experimental que avaliou o acréscimo do inibidor de PARP olaparibe em combinação com o inibidor de checagem do sistema imune durvalumabe à quimioterapia padrão com paclitaxel seguido por doxorrubicina combinada à ciclofosfamida no câncer de mama HER-2 negativo estádio 2 ou 3.
    Como resultado, a taxa de resposta patológica completa aumentou de 20% para 37% na população geral, que incluiu tumores triplo negativos e receptor hormonal positivo com teste Mammarint de risco alto.
    Dra. Debora afirma que “um aspecto importante é que o estudo ratifica a atividade de inibidores de checagem do sistema imune em mulheres com câncer de mama localizado, mostrando que essa população é sensível a essas drogas. No, entanto mais estudos são necessários para determinar o benefício do acréscimo de iPARP à quimioterapia e ao anticorpo monoclonal de bloqueio de checagem do sistema imune e também mais biomarcadores para avaliar qual grupo de pacientes vai realmente se beneficiar”.
    Veja também:
    [PODCAST] #007 – AACR annual meeting 2020 – Highlights em Câncer de Mama
    6 min
  • #124_MOC-Dicas | Disfunção renal com uso de iPARP
    O uso de inibidores de PARP importantes, como, olaparibe e rucaparibe pode levar ao aumento da creatinina, no entanto sem necessariamente resultar em uma disfunção renal.
    Dados de um relevante estudo retrospectivo desenvolvido por especialistas do MD Anderson Cancer Center em pacientes durante uso de iPARP, revelam que mais da metade dos casos que haviam apresentado alteração na função renal calculada pelo método tradicional de Cockcroft-Gault tinham na verdade a função renal normal em exame de cintilografia renal.
    Neste MOC-Dicas, vamos entender porque isso acontece e porque é importante confirmar a verdadeira função renal através de outros métodos (não necessariamente a cintilografia renal) antes reduzir a dose ou suspender o inibidor de PARP.
    Para falar sobre esse tema pouco comum, mas relevante na prática clínica, recebemos a Dra. Graziela Zibetti Dal Molin, oncologista clínica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, que participou do estudo conduzido pelo MD Anderson Cancer Center.
    5 min
  • Podcast #008 - Reposição hormonal – Recomendações da Sociedade Americana de Oncoginecologia
    Cerca de 40% das mulheres com tumores ginecológicos são diagnosticadas na pré ou perimenopausa. Ao serem expostas a tratamentos oncológicos, seja cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, essa população de pacientes pode sofrer uma menopausa induzida com sintomas mais severos em comparação à menopausa natural, os quais impactam diretamente na piora de qualidade de vida.
    Nesse cenário, qual é o papel da reposição hormonal em pacientes com tumores ginecológicos ou com risco de desenvolvimento dessas neoplasias? Quais são os tumores ginecológicos que podem se beneficiar dessa terapia? Quando a reposição hormonal é segura e quando não recomendada?
    Recentemente, foram publicadas as recomendações da Sociedade Americana de Oncoginecologia a respeito da terapia de reposição hormonal. Para falar sobre esse assunto e sintetizar as principais recomendações, preparamos este episódio, com apresentação da Dra. Graziela Zibetti Dal Molin, oncologista clínica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.
    Confira mais um episódio.
    12 min
  • #123_Extra | COVID-19 - Profilaxia com lipegfilgrastim para neutropenia febril durante a pandemia
    No atual cenário de pandemia do novo coronavírus, o número de casos de pacientes sobreviventes de câncer ou que estão em tratamento tem aumentado entre os pacientes diagnosticados com COVID-19 em estágio grave, de acordo com um estudo publicado recentemente no The Lancet Oncology.
    Recomendações com relação aos cuidados dos pacientes oncológicos têm sido realizadas pela ASCO, entre elas o tratamento profilático com G-CSFs (fatores estimulantes de colonização de granulócitos) como terapia de suporte para neutropenia febril.
    No Brasil, uma importante opção disponível é o lipegfilgrastim, um G-CSF recombinante de longa ação que pode ser aplicado uma vez a cada ciclo de quimioterapia pelo paciente em sua própria residência, evitando a exposição aos ambientes hospitalares.
    Confira o episódio com comentários do Dr. Antonio C. Buzaid.
    3 min
  • #122_Vídeo-MOC_VOL 11 Nº05 | Uso precoce de agentes ósseos no câncer avançado com lesões ósseas
    Metástases ósseas são muito comuns em diversas neoplasias sólidas e têm um impacto bastante adverso na qualidade de vida do paciente, podendo levar a eventos relacionados ao esqueleto (do inglês SRE - skeletal related events) e provocar dor, fraturas patológicas, compressão medular, hipercalcemia e ne-cessidade de realização de radioterapia e procedimentos cirúrgicos locais.
    Encará-las com seriedade e fazer uso de agentes ósseos é (sem dúvida!) importante e necessário. O tratamento com agentes ósseos deve ser realizado de forma precoce, desde o diagnóstico de doença óssea secundária, mesmo que não haja presença de sintomas, conforme recomenda Guideline recente da ASCO, uma vez que os benefícios do tratamento podem impactar diretamente na qualidade de vida do paciente.
    Para falar sobre o tratamento de metástases ósseas e colocar em perspectiva os dados de estudos que analisaram a eficácia e perfil de toxicidade dos agentes modificadores do osso (do inglês BMA - bone modifying agents) com foco em pacientes com neoplasia de mama e próstata, tumores que possuem frequência alta de acometimento ósseo secundário, preparamos este Vídeo-MOC, com a apresentação da Dra. Debora Gagliato, oncologista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, moderação do Dr. Antonio C. Buzaid e discussão do Dr. Fenando Cotait Maluf, editores do MOC.
    11 min

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