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A canção foi gravada no disco Brasileirinho de Maria Bethânia, lançado em 2003. Também está no DVD com o repertório do referido disco executado ao vivo. Há uma gravação de Maria Bethânia dividindo o microfone com um dos compositores da música, o santamarense Roberto Mendes. A cantora lírica baiana Virgínia Rodrigues cantou a música em 2015 no lançamento do seu disco Mama Kalunga.
Lançada no disco “Em cartaz” de Tunai (1950 – 2020), em 1984, a canção Frisson é um clássico da música nacional e uma das canções mais fofas do cancioneiro brasileiro. Usada como trilha sonora de casamento, namoro e até para vídeos de boas-vindas para bebês, o"Frisson" completa 37 anos em 2021 e nunca deixou de ser tocada nas rádios. A música já foi gravada por Elba Ramalho, Ivete Sangalo e Roupa Nova. A canção foi tema da novela Global “Suave Veneno”, de 1999.
Milton Nascimento gravou está canção no disco Clube da Esquina 2, em 1978. No registro, além da voz de Milton "Bituca" Nascimento, há também o coral dos Canarinhos de Petrópolis cantando o arranjo feito por Vermelho, do 14 Bis, e Tavinho Moura, sob a regência do Frei José Luiz. No início da música, junto de Milton, cantam Flávio Venturini e Vermelho. “Paixão é fé” é uma música que enche de esperança qualquer pessoa que crê em Deus e até mesmo quem não acredita. A beleza do arranjo, a força leve do canto das crianças e de Milton é sublime. A dor de qualquer um é deixada de lado ao ouvir essa gravação.
A canção "Dentro ali" é a segunda faixa do álgum "Um corpo no mundo", primeiro da cantora Luedji Luna, lançado em 2017. A música fala de um assunto muito recorrente, a solidão da mulher preta.
A canção "Esotérico" foi apresentada ao público foi no show que reunia Gil, Caetano, Gal e Bethânia, os Doces Bárbaros, em 1976. Na ocasião, Gal e Bethânia dividiam a interpretação a música. O encontro dessas vozes na referida canção se deu novamente no reencontro dos Doces Bárbaros, em 2002. Gil gravou no disco de 1982 intitulado “Um banda um”. A música foi registrada por Paula Toller, Orlando Moraes, Rafael Greick, Rodrigo Braga e Margareth Menezes.
Santana faz parte do primeiro álbum do caruaruense Junio Barreto, lançado em 2004. A canção já foi gravada por Lenine, Maria Rita e Gal Costa. Santana é uma música mística. Ao mesmo tempo em que revela o milagre divino, a letra da música afirma que é algo humano.
A música está no CD e DVD “Nando Reis e Os Infernais”, gravado em Porto Alegre, em 2004, segundo disco solo de Nando Reis depois da saída da banda Titãs. A canção surgiu de dois momentos complicados na vida de Nando Reis.
A jornalista Camila de Ávila, idealizadora, pesquisadora e produtora do podcast #MomentosMusicais conversa com a compositora e cantora Roberta Campos. A artista conta a história da canção "De janeiro a janeiro", composta no fim dos anos 1990 e que compõe o repertório dos discos "Para aquelas perguntas tortas" e "Varrendo a lua", com participação de Nando Reis nos vocais.
Composta por Caetano Veloso para ser gravada por Maria Bethânia, a canção "Reconvexo" é uma canção de de empoderamento para o brasileiro e uma resposta para um certo jornalista arrogante. A música está nos discos “Memória da pele”, de 1989, “Maria Bethânia ao vivo”, de 1995, no DVD “Tempo, tempo, tempo, tempo”, de 2005, no DVD "Amor, festa e devoção", lançado em 2010. A última versão da canção está no disco Multishow Ao Vivo Abraçaço, de Caetano Veloso.
A canção está no disco “Marina Lima”, de 1991, quando a cantora passou a assinar também o sobrenome. Este é décimo álbum da cantora e compositora. Nele estão clássicos de sua carreira como “Acontecimentos” e “Grávida”. A música é do compositor baiano Alvin L, também está no disco solo do artista, lançado em 1997, e tem uma história peculiar.
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