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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre as ações do Supremo Tribunal Federal que envolvem o caso Master e as suspeitas de que integrantes da Corte teriam se beneficiado financeiramente da relação com o banqueiro Daniel Vorcaro e produziram um efeito negativo na imagem da instituição.
Além do Judiciário, a crise do Banco Master - liquidado em novembro pelo Banco Central e investigado por fraudes financeiras bilionárias - respinga pelos Três Poderes da República.
Também está em curso cruzada para limitar o direito do Parlamento a investigar o caso Master; para sufocar “os poderes de investigação próprios das autoridades judiciais” que as CPIs têm em decorrência de comando constitucional; para tomar os instrumentos de ação das minorias parlamentares.
A blitz contra as CPIS se inicia quando a CPI do Crime Organizado quebra os sigilos da empresa de Dias Toffoli sócia da rede de Vorcaro no resort. O Supremo reage à investigação parlamentar que se acercou de ministros.
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O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Renan Pagliarusi
Foto: Wilton Junior/Estadão
See omnystudio.com/listener for privacy information.
By Estadão4
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre as ações do Supremo Tribunal Federal que envolvem o caso Master e as suspeitas de que integrantes da Corte teriam se beneficiado financeiramente da relação com o banqueiro Daniel Vorcaro e produziram um efeito negativo na imagem da instituição.
Além do Judiciário, a crise do Banco Master - liquidado em novembro pelo Banco Central e investigado por fraudes financeiras bilionárias - respinga pelos Três Poderes da República.
Também está em curso cruzada para limitar o direito do Parlamento a investigar o caso Master; para sufocar “os poderes de investigação próprios das autoridades judiciais” que as CPIs têm em decorrência de comando constitucional; para tomar os instrumentos de ação das minorias parlamentares.
A blitz contra as CPIS se inicia quando a CPI do Crime Organizado quebra os sigilos da empresa de Dias Toffoli sócia da rede de Vorcaro no resort. O Supremo reage à investigação parlamentar que se acercou de ministros.
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