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As bolsas asiáticas encerraram a sexta-feira em alta (exceção ao índice Shangai, na China), enquanto os futuros em Wall Street operam mistos, depois de dados econômicos melhores do que o esperado na China terem alimentado esperanças de que as medidas de estímulo começam a dar resultado.
Os dados chineses mostraram que a economia ganhou força em agosto, à medida que o boom das viagens no verão e um estímulo mais forte impulsionaram os gastos do consumidor e a produção industrial.
O Stoxx 600 da Europa sobe 0,9%, acompanhando a alta dos pares asiáticos, depois que a produção industrial chinesa e as estatísticas de vendas no varejo superaram as estimativas. O petróleo Brent subiu acima de US$ 94 por barril.
As apostas de que o ciclo de aperto do Banco Central Europeu acabou, enviaram o euro para a sua nona semana consecutiva de perdas, o período mais longo desde que foi criado, há mais de duas décadas. As atenções agora se voltam para a reunião do Federal Reserve na próxima semana, depois que os fortes dados de quinta-feira reavivaram as especulações de que os legisladores podem planejar uma aterrissagem suave e manter as taxas inalteradas.O poderoso sindicato United Auto Workers (UAW) anunciou o início de uma greve em três fábricas das principais montadoras dos Estados Unidos, o que significa uma paralisação de mais de 12.000 trabalhadores, depois que as negociações com as empresas não alcançaram um acordo até o prazo limite.
A greve, a partir de meia-noite de quinta-feira (1H00 de Brasília, sexta-feira), "começa nas 'Três Grandes'", anunciou no X (antes Twitter) o sindicato UAW, em referência a General Motors, Ford e Stellantis, que controla a Chrysler.
A Arm Holdings registrou um forte aumento de 25% em sua estreia nas negociações. O designer de chips levantou US$ 4,87 bilhões na maior oferta pública inicial do ano, impulsionando o setor de tecnologia.
Por aqui, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta 4ª feira (13.set.2023) por 349 votos favoráveis, 68 contrários e duas abstenções o projeto de lei complementar 136 de 2023, que trata do acordo feito pela União com os Estados e municípios para compensar perdas com a arrecadação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis e energia. A proposta agora segue para o Senado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu aval para o relator da proposta e líder do PT na Casa, Zeca Dirceu (PT-PR), incluir no texto a antecipação da compensação de 2024 para este ano, além de um repasse extra pela queda no FPM (Fundo de Participação dos Municípios). O valor para 2023 é de R$10 bilhões para Estados e municípios.A estimativa do governo é que, do valor total, o montante gasto para compensar os municípios pela queda do repasse do FPM seja de R$ 2,3 bilhões. O Executivo atendeu uma demanda dos prefeitos, que no fim de agosto pediram a antecipação do calendário de pagamentos da compensação.