Mesmo sendo proibido no Brasil desde 2009, o uso do cigarro eletrônico cresce no país, em especial entre os mais jovens. A fabricação, importação, publicidade e comercialização dos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs) são proibidas em todo território brasileiro, por meio de resolução da Agência Nacional de Vigilancia Sanitária (Anvisa).
Os bloqueios, contudo, não estão freando o consumo. Segundo dados da Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (Ipec), cerca de 2,2 milhões de brasileiros utilizam o produto. Já entre os mais novos, de acordo com dados do Covitel - Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas não Transmissíveis em Tempos de Pandemia, um em cada cinco jovens brasileiros, de 18 a 24 anos, usa cigarros eletrônicos.
Convidado do Podcast do Portal M!, o médico pneumologista e diretor da Associação Bahiana de Medicina, Guilhardo Fontes Ribeiro, criticou o uso do cigarro eletrônico, também conhecido como 'vape', e chamou de retrocesso o amplo consumo da nicotina, substância perigosa e também presente nesse produto.