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Quem cuida da saúde? Quem estuda a saúde?
Parteiras, benzedeiras, fisioterapeutas, pesquisadoras, mães de santo, secretárias municipais da saúde. E também mães, irmãs, avós, primas e vizinhas. Muita, muita gente cuida da saúde no Brasil. E de formas que nem sempre passam pelo jaleco branco ou pelos hospitais. É na casa, é na organização não governamental, é no desenho da política de vacinação.
A antropóloga Soraya Fleischer tem estudado como é partejar em Melgaço/PA, como é lutar pelos direitos reprodutivos das mulheres no Recife/PE, como é cuidar de crianças com a síndrome do vírus Zika na Nova Descoberta/PE. Neste episódio, Paula Viana, enfermeira obstétrica e feminista do Grupo Curumim, vem contar como nos últimos 16 anos, juntas, elas têm produzido Antropologia e políticas públicas de saúde.
Publicações conjuntas:
Outras publicações:
Músicas:
Expediente:
Agradecimentos: amigas do Grupo Curumim, Paula Viana, Núbia Melo, Neide Batista, Suely Valongueiro, Cira dos Santos, José Carlos Batista da Silva (Tatau); amigas de Melgaço, Dona Tabita Bentes dos Santos (conhecida como Dona Dorca, in memoriam), seu esposo, Seu Benedito, seus filhos e netos, em especial, Andrea e Adriano; Debora Diniz, Rafael Viana, Mel Florez Swioklo, Cecilia Fleischer Swioklo e Michael Swioklo; pesquisadoras do atual projeto de pesquisa “Quando duas epidemias se encontram: Repercussões do Covid-19 no cuidado e cotidiano de crianças com a Síndrone Congênita do Vírus Zika”, Ana Claudia Camargo, Jeniffer Cardoso, Julia Garcia, Mariana Simões, Raquel Lustosa, Sabrina Alves e Thais Valim; cantoras Ellen Oléria e Flaira Ferro.
6ª Conferência na 32ª Reunião Brasileira de Antropologia – 06/11/2020
Joênia Wapichana – Deputada Federal, Brasil
Título da Conferência: “Os direitos dos povos indígenas na política brasileira contemporânea”
Link para vídeo da conferência
5ª Conferência na 32ª Reunião Brasileira de Antropologia – 05/11/2020
Seth Holmes – Universidade da Califórnia em Berkeley, Estados Unidos
Título da Conferência: “Imigração, saúde e a invisibilização da desigualdade”
Tradução: Carolina Parreiras (USP)
4ª Conferência na 32ª Reunião Brasileira de Antropologia – 04/11/2020
Michael Taussig – Universidade de Colúmbia, Estados Unidos
Título da Conferência: “Tom, O Naturalista”
Tradução: Carolina Parreiras (USP)
3ª Conferência na 32ª Reunião Brasileira de Antropologia – 03/11/2020
Mara Viveros Vigoya – Universidade Nacional da Colômbia
Título da Conferência: As Cores do Antirracismo (Parte II)
Tradução: Matheus França (UFG)
2ª Conferência na 32ª Reunião Brasileira de Antropologia – 01/11/2020
Éric Fassin – Universidade de Paris VIII, França
Título da Conferência: “As cores do antirracismo” (Parte 1)
Tradução: Shisleni Macedo (USP)
1ª Conferência na 32ª Reunião Brasileira de Antropologia – 30/10/2020
Zethu Matebeni – Universidade de Western Cape, África do Sul
Título da Conferência: “Unongayindoda: fazendo o gênero em um contexto sul-africano”
Tradução: Thaís Tiriba (USP)
A antropóloga põe luva, avental, touca, máscara, põe o propé em cima do sapato. E está pronta para entrar na sala de cultura, uma salinha pequena e importante no Instituto de Biofísica da UFRJ onde acontece coleta, processamento, isolamento, plaqueamento, expansão das células. Tudo que a cientista Regina Goldenberg quer ver na estufa é a célula se expandir, crescer e principalmente conversar com outras células. A expectativa de sua equipe é encontrar as células que sejam resistentes e enfrentem todo tipo de intempérie que lhes aparecer pela frente. Tudo que a outra cientista, Daniela Manica, quer é ver Regina e sua equipe conversando, mas não com qualquer célula.
CeSaM – é a partir das células do sangue menstrual que elas têm tentado encontrar as células-tronco “duras de matar”. Neste episódio, é com ela que Daniela conversa para fazer uma Antropologia da Ciência e um feminismo acadêmico, nessa sala de cultura.
Mais informações:
Publicações conjuntas:
Pesquisas sobre as CeSaM:
Materiais sobre as CeSaM e o sangue menstrual:
Outros materiais:
Expediente:
Agradecimentos: Ricardo Costa e Escravos da Mauá, Ellen Oléria, Danny Dee, Clarice Rios.
O que seria uma Antropologia com o pé no chão, orgânica, visceral? É assim que Elisângela Maranhão, do “Grupo Comunidade Assumindo suas Crianças”, e Catarina Morawska Vianna, da Universidade Federal de São Carlos, trabalham juntas. Não é uma Antropologia feita pela Catarina sobre o bairro de Peixinhos ou no Grupo Comunidade, em Olinda/PE, onde Anjinha atua. É uma Antropologia feita com e ao lado destas mães, mulheres, crianças e adolescentes. São as reflexões e ações realizadas conjuntamente entre interlocutoras e antropóloga para pensar sobre as variadas formas de violência vividas ali na região, sobretudo as violências disparadas pelo Estado.
Neste episódio, vamos ouvir sobre a diferença entre pesquisa colaborativa e pesquisa comunitária; vamos conhecer diferentes empreitadas de escrita e co-autoria; e vamos entender o que essas duas convidadas podem nos ensinar sobre a Antropologia do vuco-vuco.
Mais informações:
Músicas:
Expediente:
Agradecimentos: Ellen Oléria, Cannibal, André Luís Monteiro.
Olá pessoal! Saudades!!!
Voltamos agora em novembro, com a segunda temporada. Um mundaréu de boas histórias de pesquisa.
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