Mundaréu
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Mundaréu episodes

  • #7 – A gente vai no boca a boca

    “Eu nunca fiquei triste porque ele é assim, eu nunca fiquei mal por causa disso. Não, não! Ele é só meu filho, eu aprendi que antes do autismo tem uma criança ali e, hoje, tem um adulto lindo, um gato! Eu só queria saber como fazer pra deixar ele bem, pra ele ser uma criança feliz, pra ele ser um adolescente feliz do jeito dele”. (Depoimento de Iranice sobre o filho, Paulo Igor, em 5 de março de 2020).

    Saber. Saber o diagnóstico, saber como cuidar, saber como ajudar para ser feliz. Eis um direito pelo qual Iranice do Nascimento e tantas outras mães e pais de autistas lutam todo dia. Não é um direito evidente, nem acessível. Não está em todo lugar e nem é facultado a qualquer pessoa. Nesse episódio, conheceremos como essa luta foi feita por ela individualmente, e também institucionalmente, por meio da Associação Mão Amiga. Ao acompanhar as reuniões de acolhida dessa ONG, conhecer a proposta de “tratamento especializado”, caminhar pelas ruas do movimentado bairro da Pavuna na cidade do Rio de Janeiro, a antropóloga Clarice Rios vai aprendendo muito de perto, e também na prática, como se lida com o autismo no dia a dia.

    Mais informações

    – Transcrição completa do espisódio
    – Associação Mão Amiga – Bem Viver com Autismo, Pavuna/RJ.
    – Associação de Amigos do Autista, São Paulo/SP.
    – Currículo lattes da Clarice Rios
    – Livro organizado por Clarice Rios e Elizabeth Fein: Autismo em Tradução Uma conversa intercultural sobre condições do espectro autista. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens, 2019.
    – Artigo de Clarice mencionado no episódio pela Iranice: “Nada sobre nós, sem nós? O corpo na construção do autista como sujeito social e político”. Sexualidad, Salud y Sociedad – Revista Latinoamericana, número 25, 2017, pp. 212-230.
    – Entrevista com Clarice Rios sobre um panorama da discussão do autismo no Brasil. Por Raquel Torres, Outras saúdes, 02/04/2019.

    Músicas, sítios e fotos

    – “Eu quero luz, quero alegria”, de Rubinho do Vale, que nesse episódio homenageia Mônica Accioly.
    – Sítio eletrônico do Rubinho do Vale.
    – “Quem canta”, música de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília, que embala sempre o Mundaréu.
    – Foto de capa do episódio: detalhe de encarte do Supermercado Guanabara/RJ.

    Expediente

    Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer
    Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Fernanda Andrade, Lucas Linardi Carrasco e Bruno Campelo
    Gravação: Danny Dee (Estúdio Rastro/RJ)
    Transcrição das entrevistas: Fernanda Andrade
    Montagem e edição do roteiro: Soraya Fleischer e Daniela Manica
    Montagem e edição do episódio: Lucas Linardi Carrasco e Bruno Campelo
    Autorizações para as músicas: Soraya Fleischer e Lucas Linardi Carrasco
    Conteúdo do sítio eletrônico: Soraya Fleischer e Daniela Manica
    Divulgação: Milena Peres e Julia Couto

    Agradecimentos

    Paulo Igor, Mônica Accioly, Associação Mão Amiga, Danny Dee, Clarice Rios, Danú e Tatá e especialmente ao Rubinho do Vale.

    43 min
  • #6 – Ideias derrubam velhos valores

    “Fui pela primeira vez à ocupação de usuários de crack na esquina da Rua Flávia Farnese no Parque Maré, três quadras adentro da Av. Brasil, numa manhã de dezembro de 2013. O lugar em si já me instigou, pois se tratava de uma área liminar na favela, estruturada de antigos depósitos industriais e apartada das áreas residenciais e das ruas comerciais. Estava com Henrique Gomes, morador da Nova Holanda que então trabalhava na ONG Redes da Maré. A cena constituía-se de não mais que 15 barracos de lona preta que abrigavam os consumidores, os quais ainda acordavam, mas já nos olhavam de modo desconfiado. Ninguém conversou conosco. Henrique chamou por Vera, uma mulher negra de mais de sessenta anos, identificada como liderança local. Eu me apresentei a ela, disse vir de São Paulo e me apressei em dizer que não queria atrapalhá-la naquele momento, já que eu tinha intenção de retornar mais vezes para a realização de uma pesquisa. Era mesmo um primeiro contato.” (Taniele Rui, 2018, p. 63)

    Nesse episódio, vamos conhecer todos esses personagens, Dona Vera, uma importante liderança local; Henrique Gomes, morador do Complexo da Maré e interlocutor central da pesquisa; e Taniele Rui, antropóloga e professora da Unicamp. Eles vão nos contar várias histórias de como é fazer pesquisa no Rio de Janeiro, na Maré, numa época após os grandes eventos esportivos e na convivência com consumidores de crack. E conheceremos como a antropologia interpela criticamente a dita “guerra às drogas”, a principal política pública que tem sido empreendida para controlar o tráfico e o uso de substâncias ilegais.

    O impacto do Covid-19 nas comunidades de favela tem sido imenso. Se você quiser ajudar a Maré, há uma campanha muito bacana e bem organizada no site da ONG onde o Henrique trabalha. Na página deles, você encontra como doar bem facilmente: http://redesdamare.org.br/


    Mais informações
    – Transcrição completa do episódio. 
    – A citação acima vem desse artigo: RUI, Taniele. “Da deriva pela Av. Brasil à fixação numa esquina na Maré: usuários de crack refugiados da ‘pacificação’”. In: Juliana Farias, Lia Rocha, Márcia Leite e Monique Carvalho (orgs.). A militarização do Rio de Janeiro: Da pacificação à intervenção. Rio de Janeiro: Mórula Editorial, 2018.
    – Currículo lattes da Taniele Cristina Rui.
    – Henrique Gomes trabalha na Redes de Desenvolvimento da Maré, “uma instituição da sociedade civil, é resultado de um longo processo de implicação dos seus fundadores com o movimento comunitário no conjunto de favelas da Maré e, também, na cidade do Rio de Janeiro”.
    – O Espaço Normal foi inaugurado em maio de 2018 como o primeiro espaço de referência sobre drogas em um território de favela.

    Expediente

    Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
    Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Julia Couto, Vinicius Fonseca, Lucas Linardi Carrasco e Bruno Campelo.
    Gravação: Danny Dee (Estúdio Rastro/RJ)
    Transcrição das entrevistas: Bruno Campelo e Julia Couto.
    Montagem e edição do roteiro: Soraya Fleischer e Daniela Manica.
    Montagem e edição do episódio: Vinicius Fonseca, Lucas Linardi Carrasco, Bruno Campelo e Daniela Manica.
    Autorizações para as músicas: Lucas Linardi Carrasco e Soraya Fleischer.
    Conteúdo do sítio eletrônico: Soraya Fleischer, Daniela Manica e Bruno Campelo.
    Divulgação: Milena Peres e Julia Couto.

    Músicas

    – “Inventado” e “Corpo a corpo” do Canto Cego, uma banda do Complexo da Maré. A frase do título desse episódio, “Ideias derrubam velhos valores”, compõe uma das estrofes da segunda música.
    – “Quem canta” de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília que embala sempre o Mundaréu! 

    Agradecimentos

    Clarice Rios, Danny Dee, Roberta Dittz e Canto Cego.

     

     

    46 min
  • #5 – Vozes na floresta e na universidade

    Lugar de índio é na floresta. Lugar de índio é na universidade, no happy hour do final do dia, na Moradia estudantil e também nas reuniões do Conselho Universitário. Na Unicamp, na UnB, na UFAM. Lugar de índio é na Marcha das Mulheres Indígenas, é viajando para Manaus, Brasília, Oiapoque, Índia ou também integrando a equipe de um projeto de pesquisa de Antropologia. São todos esses lugares, cada vez mais, cada vez mais longe.

    Nesse episódio, vamos conversar com Patrícia Barbosa, estudante da etnia Tukano, que fez o primeiro vestibular indígena realizado na Unicamp em 2018. Ela faz pesquisa com Artionka Capiberibe, professora e etnóloga do Departamento de Antropologia da Unicamp. Juntas, elas estiveram na Marcha das Mulheres Indígenas em 2019 como militantes, pesquisadoras e antropólogas. Universidade entre os povos na floresta e, de modo cada vez mais contundente, os povos da floresta na universidade – novos diálogos, novas vozes para conhecermos.

    Mais informações

    • Transcrição completa do episódio. 
    • Currículo Lattes da Artionka Capiberibe
    • Novo livro organizado por Artionka Capiberibe e Camila Loureiro Dias: Os índios na constituição. São Paulo: Ateliê Editorial, 2019.  
    • Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) – Vestibular indígena  
    • Rede Wayuri – Rede de Comunicadores Indígenas do Rio Negro  
    • Podcast Côpio Parente, boletim de áudio semanal com notícias de Brasília para os povos indígenas e povos da floresta, do Instituto Socioambiental (ISA)
    • Expediente

      Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
      Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Julia Couto e Vinicius Fonseca.
      Gravação: Octávio Augusto (Rádio da Unicamp/SP) e Danny Dee (Estúdio Rastro/RJ)
      Transcrição das entrevistas: Julia Couto.
      Montagem e edição do roteiro: Soraya Fleischer e Daniela Manica.
      Montagem e edição do episódio: Vinicius Fonseca e Daniela Manica.
      Edição final do episódio: Daniela Manica.
      Autorizações para as músicas: Lucas Linardi Carrasco e Soraya Fleischer.
      Divulgação: Milena Peres e Julia Couto.

      Músicas, filmes e campanhas

      – Corpoterritório, de Elisa Mendes e Maria Lutterbach
      – Primeira Marcha de mulheres indígenas, de Cristian Wari’u
      – Episódio “#2anos de Copiô e duas boas notícias” do Copiô, Parente?
      – Betinho – Campanha Contra a Fome no Brasil  
      – “Quem canta” de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília que embala sempre o Mundaréu! 

      Agradecimentos

      Elisa Mendes e Maria Lutterbach, Cristian Wari’u, Letícia Leite, Henyo Barreto Trindade Filho, Aline Rochedo da Editora Pachamama.

      45 min
    • #4 – Lona, luta e andorinhas

      No Brasil, 45% da área rural está nas mãos de menos de 1% das propriedades, segundo o estudo da ONG Oxfam Internacional (OXFAM, 2016). Segundo a Comissão da Pastoral da Terra, foram 29 assassinatos em conflitos no campo, no ano de 2019. No caso de lideranças indígenas, por exemplo, esse foi o número mais alto de assassinatos na última década (CPT, 2019). Padecemos de uma gritante concentração de terras, sofremos com uma enorme violência rural, vitimando principalmente aquelas pessoas que vêm lutando por um pedaço de terra para plantar, ter família, viver, sonhar.

      Nesse episódio, vamos conhecer Irineu Pereira, importante liderança do movimento da Reforma Agrária no interior do Estado de São Paulo. Ele vai nos contar o que é acampar, assentar, batalhar pelo seu lote rural. Nashieli Rangel, antropóloga da Unicamp, vem estudando esse movimento há muitos anos, e nos mostrará como o diálogo com esse seu interlocutor tem sido fundamental em termos políticos, metodológicos e acadêmicos.

      Mais informações

      • Transcrição completa do episódio. 
      • Currículo Lattes da Nashieli Loera Rangel
      • Livro de Nashieli Loera Rangel, Tempo de acampamento. São Paulo: Editora UNESP, 2014, 231 p.
      • Centro de Investigación y Estudios Superiores en Antropología Social (CIESAS) 
      • Centro de Estudos Rurais (CERES/Unicamp) 
      • Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
      • Comissão Pastoral da Terra (CPT) 
      • OXFAM Brasil
      • Relatório Terrenos da desigualdade: Terra, agricultura e desigualdade no Brasil rural  (OXFAM, 2016)
      • Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP)
      • Expediente

        Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
        Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Julia Couto e Vinicius Fonseca.
        Gravação: Octávio Augusto, Rádio da Unicamp.
        Transcrição das entrevistas: Julia Couto.
        Montagem e edição do roteiro: Soraya Fleischer e Daniela Manica.
        Montagem e edição do episódio: Vinicius Fonseca.
        Edição final: Daniela Manica.
        Divulgação: Milena Peres e Julia Couto.

        Músicas

        “Floriô”, autoria de Zé Pinto e versão de Chico César.
        “Blue Creek Trail”, de Dan Lebowitz
        “Quem canta” de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília. Essa música embala sempre o Mundaréu!

        Agradecimentos especiais

        Maria Silvana dos Santos, Christine Alencar, Rafael Villas-Bôas, Zé Pinto e Martina Ahlert.

        44 min
      • #3 – Pessoas cis podem fazer pesquisa com pessoas trans?

        O que significa uma pessoa ser “cis”, ser “trans”?

        Como acontece um processo de transição de gênero e quais podem ser os seus dilemas?
        Muitos podem ser os desafios para quem faz pesquisa com as pessoas trans e pensa sobre o tema da transexualidade.
        Como realizar uma pesquisa na Antropologia com esse tema?

        São muitas perguntas. Nesse episódio, Érica Souza e Marcel Bauab vão nos ajudar com algumas respostas. Ela é antropóloga e professora da Universidade Federal de Minas Gerais. Ele é músico freelancer e luthier, passou pelo processo de transição e participou da pesquisa dela.

        Mais informações

        • Transcrição completa do episódio
        • Currículo Lattes de Érica Souza
        • Relatório do Projeto “Transexualidades e saúde pública no Brasil: entre a invisibilidade e a demanda por políticas públicas para homens trans” do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH/UFMG)
        • Centro de Referência LGBT de Campinas/SP
        • Expediente

          Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
          Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Julia Couto e Vinicius Ferreira.
          Gravação: Octávio Augusto, Rádio da Unicamp.
          Transcrição das entrevistas: Julia Couto.
          Montagem e edição do roteiro: Soraya Fleischer e Daniela Manica.
          Montagem e edição do episódio: Vinicius Fonseca e Daniela Manica.
          Divulgação: Milena Peres e Julia Couto.

          Músicas:

          “Flutua” de Johhny Hooker com participação especial de Liniker. 
          “Dwarf Star“, de Freedom Trail Studio.

          Agradecimentos especiais: Rafaela Bispo, Julia Morim, Paula Viana, Erica Colaço e Sarah Azoubel.

          Mundaréu é embalado pela música “Quem canta” de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília. Agradecemos sempre por essa parceria!

          43 min
        • #2 – Quando samsara é nirvana e nirvana é samsara

          Nesse episódio, vamos conhecer Marina Sena, quiroprata, instrutora de ioga e mestranda na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Rodrigo Toniol, antropólogo e professor de Antropologia da Unicamp. Marina é uma das profissionais de saúde que participa de uma equipe de pesquisadores interessados em entender a relação entre saúde e espiritualidade. Rodrigo pesquisa o que essa equipe vem fazendo.

          Como fazer pesquisa sobre a pesquisa alheia, como fazer pesquisa sobre o fazer científico? E quando essa ciência se produz a partir da rezas, chás, mandalas, mantras, práticas de respiração, visualização e meditação? Como é uma Antropologia sobre as PICS – as Práticas Integrativas e Complementares no SUS?

           

          Mais informações

          • Transcrição completa do episódio.
          • Currículo Lattes de Marina Sena
          • Currículo Lattes de Rodrigo Toniol
          • “Do Espírito na Saúde: oferta e uso de terapias alternativas/complementares nos serviços de saúde pública do Brasil”, para quem quiser conhecer a tese e o livro do Rodrigo Toniol.
          • Artigo do Rodrigo Toniol no periódico Anuário Antropológico do Departamento de Antropologia da UnB:  “Atas do espírito: a Organização Mundial da Saúde e suas formas de instituir a espiritualidade”
          • Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
          • PICS no SUS
          • Expediente

            Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
            Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Julia Couto e Vinicius Ferreira.
            Gravação: Octávio Augusto, Rádio da Unicamp.
            Transcrição das entrevistas: Julia Couto.
            Montagem e edição do programa: Vinicius Fonseca e Daniela Manica.
            Divulgação: Milena Peres e Julia Couto.
            Música: “Day 241 Merkabah Activation, Crystal Merkaba Meditation“

            36 min
          • #1 – Uma putafeminista, um puta antropólogo

            O trabalho sexual é a profissão de Betânia Santos e o tema de pesquisa do antropólogo José Miguel Olivar Nieto. Ela, maranhense morando em Campinas/SP; ele, colombiano morando em São Paulo/SP. Nesse episódio, vamos conhecer os dois e conhecer as delicadezas e desafios de seus trabalhos.

            Como é fazer pesquisa sobre o trabalho sexual? Quais são os cuidados éticos necessários e as estratégias metodológicas? Que tipo de expectativas as putas têm sobre os resultados gerados pela Antropologia?

             

            Mais informações

            • Transcrição completa do episódio.
            • Associação Mulheres Guerreiras
            • Daspu
            • Núcleo de Estudos da Prostituição/NEP
            • Núcleo de Estudos de Gênero -PAGU
            • Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (Unicamp)
            • Currículo lattes do José Miguel Olivar Nieto
            • Expediente
              Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer
              Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Vinicius Ferreira e Julia Couto
              Gravação: Octávio Augusto, Rádio da Unicamp
              Transcrição, montagem e edição do episódio: Vinicius Fonseca e Daniela Manica
              Música: “Funk da Daspu” foi composto para os desfiles da grife Daspu e gentilmente cedido para reprodução no episódio.

              ​Ouça e veja mais

              • “Funk da Daspu” de Gutz, Gimene e Kjá
              • Documentário “Mulheres guerreiras: desbravando estradas da vida”, sobre a Associação Mulheres Guerreiras
              • “O pedreiro” por José Miguel Olivar Nieto:
              • 35 min
              • Mundaréu está chegando

                Antropo… o que? Nunca ouvi falar! Já sei, é aquela área que estuda dinossauro? Não é o povo que pesquisa os ossos de gente, de gente que já viveu faz muito tempo na terra? Nossa, eu acho tão bonitos esses assuntos de antropólogo! Mas Antropologia não é a mesma coisa de antropofagia?? Ah, eu tenho uma prima que estuda isso, ela passa o tempo todo lendo, lendo, lendo… Ixi, mas Antropologia não é aquela área que fala difícil?

                Nasce um podcast para entendermos melhor o que é Antropologia, o que essa ciência estuda, o que faz uma antropóloga, onde uma profissional da Antropologia trabalha. Conheça e ajude a divulgar o teaser!

                Todo mês, um episódio novo. Antropólogas e interlocutoras estarão aqui contando suas histórias. Um podcast com um mundaréu de histórias, um podcast produzido em parceria entre o Laboratório de Estudos Avançados de Jornalismo (LABJOR) na Unicamp e o Departamento de Antropologia na Universidade de Brasília.

                Mundaréu é embalado pela música “Quem canta” de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília. Para conhecer essa e outras músicas lindas, vá ao site. Aproveitamos para agradecer muito por essa parceria!

                2 min

              About Mundaréu

              From the publisher's feed

              Mundaréu, podcast de Antropologia produzido em parceria entre o Labjor/Unicamp e o Departamento de Antropologia da UnB.