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É, caro assinante estrategista, o SISTEMA "montado" pra fazer de você o produtor "ou" investidor mais DESINFORMADO do planeta é bruto "e rápido!"
Nenhum produtor presta muita atenção quando os preços das commodities agrícolas disparam. Muitos, inclusive, até "esquecem" de olhar para as análises diárias que a RURAL BUSINESS disponibiliza. Simplesmente "viram as costas" para o mercado e passam a operar como se não houvesse amanhã.
Mas quando a história se inverte e os preços entram em queda, NINGUÉM TIRA OS OLHOS DO MERCADO! Só que entram numa "amnésia repentina", "viram a cara" para as evidências e saem gritando por SOCORRO, deixando uma verdade perdida pelo caminho: este é um dos mercados mais voláteis e especulativos.
Uma semana depois que um comitê da Câmara votou para proibir a China de comprar terras agrícolas dos EUA, um dos líderes republicanos da Câmara alertou para as preocupações de segurança nacional ao liderar a legislação para impedir a China de adquirir empresas agrícolas dos EUA.
As restrições foram propostas ao mesmo tempo em que grupos empresariais buscavam a remoção das tarifas dos EUA sobre produtos chineses, remanescentes da guerra comercial sino-americana.
O governo Biden anunciou em outubro passado que estimularia a China a cumprir seus compromissos sob a “fase um” do acordo que desencadeou a guerra comercial iniciada pelo presidente Trump e pressionaria pela reforma chinesa de “comportamento e subsídios anticompetitivos,” incluindo roubo de propriedade intelectual. O governo disse que consideraria exclusões tarifárias se os impostos aumentassem os custos para os consumidores. “A segurança alimentar é a segurança nacional e tenho orgulho de enfrentar nossos adversários estrangeiros enquanto eles tentam explorar qualquer vulnerabilidade potencial e afirmar o controle sobre nossa indústria agrícola”, disse a deputada de Nova York Elise Stefanik, que ocupa o terceiro lugar na liderança republicana da Câmara.
Lembra "daquele TOMBO" que a soja levou em junho do ano passado, de mais de 8% numa única sessão lá na Bolsa de Chicago?
Pois então! Aconteceu "QUASE igual" nesta terça-feira!
Podemos afirmar que isso é "QUASE SURREAL"!
Soja abaixo de US$ 14/bushel na Bolsa de Chicago não é só uma piada de mal gosto, mas uma tremenda oportunidade para quem tem apetite ao risco, é o que alerta a Equipe de Grãos, aqui da RURAL BUSINESS, especialista em informação estratégica para o agronegócio e investidores.
Um ano atrás, o mês de junho "marcou" uma "tremenda INVERSÃO" para os preços das commodities agrícolas na Bolsa de Chicago, TUDO em cima de uma "matéria especulativa" PLANTADA NA MÍDIA INTERNACIONAL "envolvendo" O MERCADO DO ETANOL lá dos Estados Unidos, coisa que NUNCA FOI CONFIRMADA!
O mercado de commodities agrícolas caminha pra "encerrar" o primeiro semestre de 2022 da mesma forma que um ano antes: SOB FOGO CRUZADO!
Em 2021 foi uma ESPECULAÇÃO "PLANTADA" NA MÍDIA INTERNACIONAL, (envolvendo o mercado do etanol nos Estados Unidos), que TIROU os preços da soja e do milho de uma "tremenda escalada de alta" na Bolsa de Chicago, "afetando" em cheio os negócios aqui no Brasil.
A conversa fiada é que não existe "boi-China" no Brasil e sim, "gado apto para exportação" e "gado não apto para exportação".
Primeiro, vamos falar "de quem paga mais" pelo boi e pela vaca gorda exportada a partir do Brasil e, na sequência, vamos mostrar o que os chineses estão comprando e qual é o peso dos importadores chineses no mercado brasileiro!
Você lembra quando a mídia criticou ferozmente a ida de Bolsonaro à Rússia?
O bombardeio foi grande, mas nós, aqui na RURAL BUSINESS, ficamos firmes, alertando para que os nossos assinantes não comprassem essa narrativa da velha imprensa!
Pois muito bem, ao participar da 14.ª Cúpula dos Brics [bloco que reúne o Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul] em que o presidente Jair Bolsonaro participa da em seu discurso, Bolsonaro agradeceu o presidente russo Vladimir Putin pela acolhida em sua viagem à Rússia, em fevereiro. O presidente brasileiro também destacou a importância do bloco, que surgiu em 2009, e serviu como fomento para os países emergentes.
Mas o que Bolsonaro não contou na reunião do Brics?
Hoje, qualquer pessoa antenada, ligada direta ou indireta ao mercado da carne bovina produzida no Brasil, sabe muito bem que existe um boicote europeu à carne bovina produzida no Brasil devido aos problemas climáticos, certo?
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