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Quem opera direta ou indiretamente no mercado do gado gordo, sabe que praticamente todos os dias, tem alguém, por aí, falando que a demanda de carne bovina no Brasil está muito ruim e que, diante disso, os preços do gado gordo não vão melhorar!
Parte do mercado, sobretudo os ‘’colaboradores’’ da China, insiste em não olhar para as evidências na ânsia de SEGURAR os preços da soja.
Só que não foi desta vez!
A Equipe de Grãos, aqui da RURAL BUSINESS, especialista em informação estratégica para o agronegócio e investidores, tinha RAZÃO!
Quem disse que a soja não tinha fundamentos para RENOVAR RECORDE DE PREÇO na Bolsa de Chicago?
O USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) confirmou a expectativa da Equipe de Grãos, aqui da RURAL BUSINESS: a nova safra americana 2022/23 de milho, não só ruma para encerrar o plantio, como se encontra em condição, digamos, bastante confortável. Mas não se engane com as aparências.
Circula no mercado que a Marfrig comprou 18,4 mil bois de só um produtor pagando R$ 318/@ , e que, com isso, fechou escalas no estado do Mato Grosso.
A reportagem diz ainda que o frigorífico não quer comentar, mas um outro fornecedor anônimo soube dos ‘’detalhes’’.
A Equipe de Grãos aqui da RURAL BUSINESS, especialista em informação estratégica para o agronegócio e investidores, foi a única a ter coragem de peitar o mercado e afirmar, ainda no final de 2019, que a soja ia bombar. E bombou!
Não será difícil ouvir por aí que os preços da soja voltaram a cair nesta sexta-feira na Bolsa de Chicago porque as vendas de exportação dos Estados Unidos estão fracas demais. Ou até mesmo a velha ladainha de que a China está consumindo menos soja este ano, e por consequência deixando a demanda mais fraca. Mas saiba você que não é nada disso!
O teatro montado em torno de um suposto acordo com Vladimir Putin para tirar os grãos retidos nos Portos da Ucrânia, desde a invasão por tropas russas, levou o trigo e o milho a fortes quedas na Bolsa de Chicago nas duas últimas sessões e perda da liderança no ranking de valorização deste ano de 2022.
A RURAL BUSINESS, como única agência independente provedora de informação estratégica para o agronegócio e investidores do mundo, vem alertando há tempos seus assinantes que Vladimir Putin tem uma arma poderosa nas mãos, que certamente a usaria para negociar privilégios para a Rússia no que envolve a guerra com a Ucrânia. Uma arma que não nasce nas modernas fábricas bélicas, mas que brota dos solos e serve para matar a fome do mundo: TRIGO E MILHO, os dois alimentos básicos mais consumidos no planeta, e hoje escassos. E isso já está acontecendo. Na última segunda-feira, 30 de maio, a mídia foi tomada por notícias de que a Rússia estaria pronta para facilitar o envio dos grãos parados hoje nos portos da Ucrânia, fechados desde que a guerra começou. Mas claro isso não sairá de graça. A Rússia pede, em troca, a suspensão das sanções impostas a Moscou.
Passando a mensagem que está aproveitando a oportunidade criada pela queda de -18,5% das ações da Marfrigem maio, Marcos Molinasaiu novamente às compras e acaba de informar que a MMS participações — por meio da qual ele e a esposa controlam a Marfrig — rompeu a barreira dos 50% de participação na companhia.
Antes de aumentar a participação, os controladores da Marfrig tinham 49,72% dos papéis, uma posição avaliada em pouco mais de R$ 5 bilhões. A Marfrig fechou o pregão de ontem avaliada em R$ 10,3 bilhões, com o papel cotado a R$ 14,81. A esses preços, a MMS investiu pouco mais de R$ 30 milhões para passar de 50%.
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