O hábito de procurar dietas nos meios de comunicação é antigo: antes as revistas forneciam regimes com um valor calórico específico. Depois, as redes sociais ampliaram esse acesso nos entregando conteúdos tipo ‘o que eu como em um dia’, que nada mais é que uma dieta filmada ou fotografada.
O cenário era ruim: muitas dietas e dicas iguais para pessoas diferentes. Até que veio a inteligência artificial com ares de ‘agora dá para individualizar mais’. De fato, as plataformas conseguem traçar uma orientação nutricional muito mais personalizada e podem ajudar em alguns diagnósticos específicos. Mas tenho minhas dúvidas se as vantagens se sobrepõem aos problemas que já enfrentamos e vamos enfrentar com a inteligência artificial.
Então convidei a jornalista Camila Brandalise para me ajudar nessa conversa.
Camila é editora assistente do Uol e especialista na cobertura de gênero e violência contra a mulher há mais de 10 anos. Ela também já 'namorou’ e ‘fez terapia’ com uma inteligência artificial, e vai contar pra gente porque a gente deveria pensar mais antes de ficar consultando as ditas inteligências artificiais.
Siga a Camila e veja suas experiências com a IA
@camilabbranda
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Máquinas como eu: E gente como vocês - Ian McEwan
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