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Os saduceus são os porta-vozes das grandes famílias ricas que desfrutam dos generosos donativos de peregrinos e da renda de sacrifícios oferecidos no templo. Não lhes interessa que se fale de uma retribuição na outra vida, pois já têm a garantia desta vida presente. Pretendem fazer Jesus cair na armadilha: de quem será esposa a mulher que teve sete casamentos e sete maridos? De nenhum, é a resposta de Jesus, corrigindo o raciocínio dos saduceus. Na vida futura, não haverá morte nem necessidade de criar família. As relações humanas se dão em nível diferente, próprio dos anjos. Quanto à ressurreição dos mortos, é certo que há, pois Deus é Deus de vivos, e não de mortos. A própria Escritura o comprova ao mencionar o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó.
Que o legado de São Roque e seus companheiros sejam inspiração de perseverança na missão! Viva os mártires das missões!
No século IV, Constantino fez edificar, em Roma, uma basílica dedicada ao glorioso mártir São Pedro e uma construção, de menores dimensões, dedicada a São Paulo. A basílica atual (São Paulo Fora dos Muros), erigida no mesmo lugar da anterior, data do ano 1854. As duas igrejas, cuja dedicação hoje celebramos, nos recordam que Pedro e Paulo são considerados as colunas da Igreja de Cristo. O prefácio da festa dos dois apóstolos apresenta os traços principais de cada um deles: “Pedro, o primeiro a proclamar a fé, fundou a Igreja primitiva sobre a herança de Israel. Paulo, mestre e doutor das nações, anunciou-lhes o Evangelho da Salvação. Por diferentes meios, os dois congregaram a única família de Cristo e, unidos pela coroa do martírio, recebem hoje, por toda a terra, igual veneração”.
"Eu vos digo: a todo aquele que já possui, será dado mais ainda; mas àquele que nada tem, será tirado até mesmo o que tem".
“O Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido.” Solene afirmação de Jesus, não compreendida por todos os que o criticavam por hospedar-se na casa do rico Zaqueu. Sem conhecer Jesus, Zaqueu se coloca na dinâmica de quem quer vê-lo. Deixa cair a barreira da etiqueta (não ficava bem a um chefe de fiscais subir na árvore, feito criança curiosa) e não se importa com o preconceito alheio sobre sua profissão (cobradores de impostos eram malvistos). Jesus, senhor de excelente presença de espírito, entabula rápida conversa com Zaqueu, em cuja casa se propõe ficar. É o tempo do diálogo descontraído e sincero, do arrependimento de Zaqueu pelos roubos cometidos. É a ocasião para assumir, com gestos concretos, novo projeto de vida. Livre e alegre, o convertido abre-se à justiça e à fraternidade.
Quando o cego chegou perto, Jesus perguntou: “Que queres que eu faça por ti?” O cego respondeu: “Senhor, eu quero enxergar de novo”.
E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar?
Quem procura ganhar a sua vida vai perdê-la; e quem a perde vai conservá-la.
Jesus respondeu: “O Reino de Deus não vem ostensivamente. 21Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’ ou ‘Está ali’, porque o Reino de Deus está entre vós”.
Um deles, ao perceber que estava curado, voltou glorificando a Deus em alta voz.
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