Nas pegadas de Jesus

Nas pegadas de Jesus

By Paroquia Nossa Senhora do Perpétuo SocorroReligion & SpiritualitySpirituality
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Nas pegadas de Jesus episodes

  • Dia 02 – Quinta-feira da 1ª Semana do Advento - Liturgia comentada

    O texto é a conclusão do Sermão da Montanha, primeiro e grande ensinamento de Jesus no Evangelho de Mateus. A vida do cristão precisa ser construída sobre as palavras desse sermão, mais precisamente sobre as bem-aventuranças, para que seja firme e sólida e resista às tempestades e incompreensões. A pedra fundamental, na qual podemos confiar e sobre a qual devemos construir nossa vida, nossa família e a comunidade, é a vontade do Pai, revelada por Jesus. Uma vida de piedade sem a vivência prática do amor e da solidariedade é estéril. O verbalismo religioso, individual ou comunitário, torna-se piedosa ilusão se não se concretiza numa vida comprometida com a prática da justiça do Reino. Seremos pessoas “de juízo ou sem juízo” conforme nossas opções.

    11 min
  • Dia 30 – Terça-feira da 1ª Semana do Tempo do Advento - Liturgia comentada

    André, irmão de Pedro, seguiu a Jesus quando João Batista o apontou como o Cordeiro de Deus (cf. Jo 1,36). Juntamente com Tiago e Pedro, André testemunhou episódios significativos da vida de Jesus, como a cura da sogra de Pedro, a transfiguração e a agonia no monte das Oliveiras. Na multiplicação dos pães, foi André que apresentou a Jesus o menino dos cinco pães e dois peixes (cf. Jo 6,8-9). Segundo antigas tradições, André teria evangelizado os países ao sul do mar Negro, depois a Grécia. André morreu numa cruz em forma de X, em Patras (Grécia), no ano 60. Parte do seu corpo foi levada para Roma em 1462. Essa preciosa relíquia foi devolvida, em 1964, pelo papa Paulo VI ao bispo metropolita ortodoxo de Patras. Sua festa em 30 de novembro encontra-se em todos os calendários, desde o século VI.

    12 min
  • Dia 27 – Sábado da 34º Semana do Tempo comum - Liturgia comentada

    A comunidade deve sempre tomar cuidado para não relaxar ou dar mau exemplo, assumindo os vícios da sociedade injusta (embriaguez, preocupações com a vida). A vida desregrada e o envolvimento com os bens materiais abafam a mensagem de Jesus e não nos permitem instaurar o Reino de Deus. O Reino e a vinda do Filho do Homem estão presentes em cada acontecimento da história da salvação. O julgamento está sempre se realizando na história. A cada momento, a injustiça vai sendo desmascarada, e os injustos são pegos de surpresa. A comunidade deve, portanto, estar sempre de prontidão, praticando a justiça. Sua força virá da vigilância e da oração. Nosso modelo é Jesus de Nazaré, o Vigilante por excelência, sempre pronto para fazer a vontade do Pai.

    14 min
  • Dia 26 – Sexta-feira da 34º Semana do Tempo comum - Liturgia comentada

    Jesus avisa: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão”. A presença e a incidência das comunidades cristãs no mundo são testemunho de que as palavras de Jesus continuam válidas e atuais. A parábola da figueira é um alerta para a realidade do Reino de Deus que está sempre se aproximando. O Reino de Deus nada mais é do que a justiça que anuncia e denuncia, provocando transformações em todos os níveis de relações humanas. O Reino se aproxima e torna-se presente sempre que a justiça triunfa, criando relações determinadas pelo espírito de partilha e fraternidade, levando todos a usufruírem a liberdade e a vida. A mensagem é de esperança e libertação: o Filho do Homem tem nas mãos as rédeas da história e libertará todos os que lhe são fiéis na construção da nova história.

    11 min
  • Dia 25 – Quinta-feira da 34º Semana do Tempo comum - Liturgia comentada

    A destruição de Jerusalém (ano 70) marcará o início de nova fase do povo de Deus. Ela inaugura a época dos pagãos, que significa a chegada do Reino de Deus: “Jerusalém será pisada, até que se completem os tempos dos gentios”. O projeto do Pai não é monopólio de um só povo, mas de todos os povos, que formarão o novo povo de Deus. Os sinais cósmicos são símbolos da queda de uma ordem social injusta. O Filho do Homem triunfará sobre os opressores. Seu grande poder de vida se opõe aos “poderes” de morte que vacilam e caem. Diante desta reviravolta da situação, os seguidores de Jesus têm de levantar a cabeça, porque sua libertação “está próxima”. Jesus vem libertar os seus. A nova história já começou, e nós fazemos parte de sua construção.

    14 min
  • Dia 24 – Quarta-feira da 34º Semana do Tempo comum - Liturgia comentada

    O livro dos Atos dos Apóstolos comprova, mediante inúmeros fatos, a veracidade desse discurso de Jesus. É a reviravolta provocada pela implantação do Reino de Deus. Por que a pregação do Evangelho causa tanta agitação na sociedade? Porque há um grupo de poderosos que se recusam a mudar suas atitudes de prepotência, exploração e opressão do povo. Querem manter seus privilégios. Então, é travada uma luta sem tréguas entre os discípulos de Jesus, que corajosamente pregam a Boa-Nova, e aqueles que preferem conviver com a injustiça. Cristãos e cristãs são reprimidos, aprisionados, levados aos tribunais para prestar conta de suas atitudes e de sua fé. Mas têm a garantia da assistência de Jesus: “Eu darei a vocês palavras e sabedoria, às quais nenhum dos adversários conseguirá resistir ou rebater”.

    14 min
  • Dia 23 – Terça-feira da 34º Semana do Tempo comum - Liturgia comentada

    A imponência do templo oferece segurança aos chefes religiosos, que continuam identificados com as estruturas sociais, políticas e religiosas. Jesus esclarece que tudo será destruído; não restará pedra sobre pedra. Querem então saber quando acontecerá a destruição. Jesus não apresenta nenhuma data, mas adverte contra os falsos Messias que surgirão dizendo: “Sou eu… o tempo está próximo”. Não sigam essa gente. Com a invasão e tomada de Jerusalém pelos romanos no ano 70, muitos pensavam que tinha chegado o fim do mundo. Jesus esclarece que “não será logo o fim”. Será o fim apenas de uma fase da história. Jesus amplia o discurso e adverte seus discípulos de que sempre haverá guerras, terremotos, fome e epidemias, que marcam uma fase seguinte na história da humanidade.

    18 min
  • Dia 22 – Segunda-feira da 34º Semana do Tempo comum - Liturgia comentada

    Os ricos depositam moedas no tesouro do templo, e uma viúva pobre ali coloca duas pequenas moedas. Os gestos são semelhantes, mas um abismo de diferença separa os ricos e a viúva pobre. Ela entrega tudo o que tem para viver, doa a própria vida. Os ricos, ao invés, ofertam suas sobras, sem que isso interfira na sua porção de alimento, nem nas vestes, nem na saúde. E ainda cabe uma dúvida: teriam eles dado generosamente aquela quantia? Não passou pela cabeça de nenhum deles uma onda de vaidade, o desejo de aparecer? Conforta-nos saber que Deus conhece o íntimo de todos os seus filhos e filhas, e nada lhe passa despercebido. Só o Senhor tem condição de avaliar a sinceridade dos nossos atos. Estará em boas mãos tudo o que for feito gratuitamente para Deus.

    14 min

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