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“Por que não morri ao nascer, e não pereci quando saí do ventre?
O quarto estava completamente desconfigurado. O moribundo estava encolhido em um dos cantos. Repetia essas e outras frases constantemente. Suas roupas estavam velhas e apodrecidas no corpo, pelo uso contínuo. Não sentia fome, sede, ou vontade. Estava ali há dias… Quem sabe semanas, meses… Se contorcendo, tremendo, gemendo, e gritando… Não se lembrava direito quando chegara ali, suas memórias estavam bastante vagas… Mas sabia que algo tinha acontecido, algo que tinha medo de se lembrar. E só esse pensamento já o fazia explodir em lágrimas.
– Por que se dá luz aos infelizes? Por quê? Por quê? POR QUÊ!? Levantou-se de súbito e chutou fortemente a cama à sua frente, terminando de quebrar o que ainda restava dela. Sentou novamente no canto do quarto, e gemeu, com a cabeça entre os joelhos.
A porta de madeira se abriu, luz ofuscando-lhe os olhos. Era uma mulher, com aparência agradável, mas com uma expressão terrivelmente cansada. O moribundo pensou que talvez ela estivesse deprimida.
– Está aqui sua comida. Experimente comê-la dessa vez, se ainda pretende ficar vivo.
A porta se fechou. Aos poucos, o cheiro da comida preencheu o quarto, e ao chegar nas narinas do moribundo, o transportou para um passado não tão distante, quando sua família tinha o costume de se reunir para almoçar.
– É meu! - disse uma menininha de não mais de 5 anos.
O pai já havia almoçado, estava ali para acompanhá-los apenas. Ficou orgulhoso do filho, que soube lidar com a situação de maneira altruísta. Seu bebezinho agora era um homem formado, e que adorava chamar a família, especialmente os irmãos e irmãs, para almoçarem em sua casa. Era um rapaz muito sábio, também, sempre aconselhando outras pessoas. Acreditava que o filho tinha herdado essa qualidade dele. A mãe era do tipo prática, não gostava muito de pensar profundamente nas coisas.
Não se achava tão sábio agora que estava tudo destruído. O quarto parecia se derreter em volta dele, como se estivesse no estômago de um monstro. Seu corpo inteiro coçava e definhava. Não era incomum ele estar em um local e posição dentro do quarto e de repente se ver em outro, sem saber como chegou ali. E ele não conseguia se lembrar… Sua dor era pura, tão pura que não havia memórias para corrompê-la.
Uma mosca passou voando em frente aos seus olhos. Encarou-a por um momento, até que ele a viu saindo pela janela. Ele foi junto, e voou com ela até uma plantação de trigo, onde bois e jumentos aravam a plantação. Três de seus filhos mais novos, todos com menos de 15 anos, estavam por ali assistindo, maravilhados com a força dos animais. O pai chegou perto deles e disse:
– Vocês sabem que um dia tudo isso aqui vai ser de vocês, não é mesmo?
E conversou com eles o resto da tarde, enquanto o sol descia lentamente em direção às montanhas. Depois foi caminhando com eles em direção ao pequeno morro onde se localizava sua casa. Até que a mosca entrou novamente pela janela e estragou tudo.
Chorou por mais algumas horas, antes da porta se abrir novamente. Dessa vez eram três homens. Conforme esses homens entraram, foram reconhecidos de imediato. Eram seus amigos de infância, e todos eles também haviam ficado ricos e ido morar longe. Mas agora todos eles estavam ali.
A visão desses três fez com que ele voltasse ainda mais ao passado, na época em que os quatro brincavam juntos, estudavam juntos, falavam sobre mulheres, sobre Deus e o sobre o sentido da vida. Então as memórias avançaram… O moribundo se viu estudando, e depois casando. Viu os amigos um a um formarem suas vidas, viu-se despedindo deles. O primeiro filho nasceu, depois a primeira filha, e depois vários filhos se seguiram, seu comércio cresceu, e acabou por criar uma condição segura para si e sua família. Ficou contente consigo mesmo, de forma que se morresse naquele instante, não teria nada de que se arrepender. E então finalmente se lembrou do que aconteceu.
Era uma tarde como outra qualquer. Pessoas trabalhavam nas plantações e cuidando do gado, os filhos almoçavam na casa do irmão mais velho, seus mensageiros levavam e traziam mensagens, e ele descansava em sua casa. Um mensageiro chegou fazendo bastante barulho.
– O que aconteceu, homem?
Não sabia o que pensar. Ainda estava tentando absorver todas essas informações, quando chegou outro homem gritando:
Ainda chegou um terceiro mensageiro com mais notícias trágicas:
– Chefe! Creio que não sou o primeiro a trazer más notícias! Fomos atacados pelos homens das fazendas vizinhas, e eles levaram o restante de nossos animais. Sinto muito, chefe!
A casa inteira já estava em estado de pânico. Parecia um sonho. não podia estar acontecendo tudo aquilo no mesmo dia, na mesma hora! Era como um castigo dos céus que veio sem motivo algum. Depois de algum tempo, chegou mais um homem ofegante, entrando cambaleante em casa. Mas não era um homem qualquer, era o único homem que não poderia estar ali. Teve calafrios enquanto olhava para ele, prevendo o que se seguiria. Ele se aproximou ainda ofegante. Era o servo de maior confiança de seu filho mais velho.
– Meu senhor, preciso lhe falar. Veio um vento muito forte… – nesse momento uma mão tapou-lhe a boca. Saiu perturbado e foi para fora da casa tomar um ar. Sentiu resistência para sair, um vento forte o empurrava para dentro. Venceu o vento, e quando saiu de casa, percebeu com clareza o que acontecera.
Ao horizonte, teve a visão mais assombrosa que já vira em toda a sua vida. Um tornado gigantesco estava saindo do deserto. Já havia passado por várias cidades e vilarejos, pois os carregava dentro dele, juntamente com areia e várias árvores e objetos que estavam pegando fogo. Os pedaços de casas e de árvores eram constantemente arremessados para todas as direções, causando devastações e incêndios. Não parecia haver explicação para a existência daquele fenômeno.
O furacão estava longe o suficiente para que não atingisse a sua casa, e quando o mesmo se distanciou, pode ver ao longe o local onde deveria estar a casa de seu filho. Não havia nada além de deserto.
De seus olhos escorriam de lágrimas enquanto as memórias voltavam, frente aos seus amigos. Os amigos também choravam, pois mal o reconheciam agora em seu estado deplorável. Os amigos o abraçaram, e choraram junto com ele… Choraram por dias e dias com ele, até que ele estivesse pronto para começar a se recuperar, até que ele estivesse disposto a desabafar, brigar com eles, brigar com Deus, e por fim, começar a construir uma nova vida.
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Texto “Lembranças de um Moribundo”: Wilson Faws
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Fala discípulo! Pedro, Thiago e Matheus, diretamente do Mar da Galileia, se reúnem No Barquinho com os amigos Chico Gabriel (À Deriva) e Cacau Marques (Podcast 2em1) para trocar uma ideia sobre os livros chamados apócrifos.
Neste episódio do podcast No Barquinho você vai descobrir algumas curiosidades muito interessantes sobre os livros que não estão na nossa Bíblia e a razão de não estarem lá.
Duração: 1h28min
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Fala discípulo! Pedro, Thiago e Matheus, diretamente do Mar da Galileia, se reúnem No Barquinho com os tripulantes Thiago André Monteiro e Jaqueline Lima para falarmos a importância de um dos sacramentos do cristianismo: o batismo.
Duração: 1h22min
Vitrine por Daniel Sas.
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– FÉ NA FACUL
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É verdade que a gente mente.
Como também a gente pode afirmar,
Aliás, e como mente!
Mas serei mais específico, menos comum.
Mas como a gente pode cuidar
Só há uma forma consciente
É verdade que, enquanto a gente for gente,
O segredo? Seguir a Cristo fielmente e entregar-se completamente.
“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12.2)
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Texto “Comumente”: Thiago Monteiro (TAM)
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Fala discípulo! Pedro, Thiago e Matheus, diretamente do Mar da Galileia, se reúnem No Barquinho com o pedante Abner Melanias (Achando Graça) e a metida da Cecília para falarmos sobre o que nos deixa de mau humor.
Saiba neste podcast quem não tolera atrasos, quem não aguenta atender telefone, e quem cobra pra fazer traduções caseiras!
Duração: 1h40min
Vitrine por Daniel Sas.
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Fala discípulo! Pedro, Thiago e Matheus, diretamente do Mar da Galileia, se reúnem No Barquinho com o cruzeirense Lucas Teles e o sãopaulino Davi Luna (Juntos em 1) para falar sobre o assunto do momento: FUTEBOL!
Neste podcast você NÃO vai saber sobre política e manifestações, nem se #VaiTerCopa ou #NaoVaiTerCopa (tá bom, só um pouquinho!); falaremos sobre nossas influências futebolísticas, nossas lembranças das copas passadas e nossas expectativas para a Copa das Copas!
Duração: 1h40min Vitrine por Daniel Sas. Acesse o portfolio do nosso vitrinista!
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Nesses últimos meses Jack estava passando por um grande dilema, de modo que nossa história, muito por falta de criatividade deste que lhes conta, se chamará “O grande dilema de Jack”.
Jack nasceu num dia 23 de agosto, às 0h17, mas queria ter nascido no dia 22. Isso talvez fizesse com que seus amigos nunca tivessem inventado essa piada idiota que acompanhou a sua vida desde sempre:
— Jack, você é virgem por 17 minutos e nunca deixará de ser!
Eu disse que a piada era idiota, mas é esse tipo de coisa que a gente guarda na memória quando é adolescente e nunca mais esquece, não é mesmo?
O número 17 marcou pela segunda vez a sua vida com um fato bastante importante. Foi com esta idade, tardia para alguns, que Jack beijou na boca pela primeira vez. Não exatamente “beijou”, mas ganhou um beijo. Foi em um aniversário do primo, no interior. Priscila aproveitou que ninguém estava por perto e, ao invés de se declarar, inventou uma lorota qualquer, aproximou-se do rosto de Jack e lhe tascou um beijo. Foi apenas um selinho roubado que pegou Jack num momento de distração. E isso foi tudo o que aconteceu entre Jack e Priscila naquele dia. Na verdade, como Jack não sentia nada por Priscila, passou a evitá-la nas poucas ocasiões em que se encontravam. Logo Priscila percebeu que suas intenções não dariam em nada e nunca mais tocou no assunto. Mas, apesar de ter sido com a pessoa errada, isso despertou uma faísca no coração de Jack que jamais seria esquecida.
Quase um ano depois Jack começou a namorar. Desta vez a garota foi escolhida. O nome dela era Fernanda, dois anos mais velha. Foi o pessoal da escola que a apresentou a Jack em uma festa. Fernanda era meio esquisita e andava com um pessoal mais barra pesada, mas isso não impediu Jack de gostar dela. O namoro com Fernanda era relativamente sério, mas Jack não queria que sua família a conhecesse. Sabia que não gostariam dela e não aprovariam tal namoro. Como Fernanda não se importava com isso, seguiu o namoro às escondidas sem nenhum problema. Foi nesta época em que Jack deixou de ser virgem, pelo menos em um dos sentidos.
Mas tenho que lhes contar sobre o dilema do título da nossa história. Ele surgiu alguns meses depois que Jack perdera sua virgindade. Tudo ia muito bem entre Jack e Fernanda até que fez aquela viagem e, nela, surgiu o nome de um certo sujeito.
Jack já ouvira falar daquele cara em algum momento da vida, porém não se lembrava mais de quando ou onde. Na verdade, a única lembrança que ainda guardava é que, na ocasião, dera de ombros àquele nome. No entanto, o nome daquele cara surgiu novamente. Nesta viagem que fez com alguns amigos, desta vez sem a Fernanda, o Pedro começou a contar de uma briga feia que tinha acontecido há alguns dias e de como o tal cara tinha sido importante para ajudá-lo a resolvê-la. O Alberto se empolgou e começou a contar daquela vez em que ele o salvara de um acidente que quase aconteceu no carnaval do ano passado. A Lídia então contou que ele tinha sido muito gentil com ela quando passou um perrengue danado com a sua mãe. O Chico exaltou a importância de seus conselhos quando estava a ponto de abandonar sua noiva por um motivo besta. E cada um começou a elogiá-lo por um motivo diferente. Aquele cara parecia ser perfeito demais e isso incomodava Jack, apesar de que, estranhamente, percebeu que se empolgava ao ouvir tais histórias.
Quando Jack voltou da viagem, contou à Fernanda sobre aquele cara e sobre todas as histórias que ouvira a respeito dele. Ao mesmo tempo em que contava, Jack tentava se convencer de que aquilo não significara nada, mas foi ao notar certo ciúme na reação de Fernanda que percebeu, com grande assombro, um sentimento estranho brotando em seu coração. E, ao dizer isto, vocês devem pensar em algo imenso e totalmente improvável.
Jack começou a se martirizar por nutrir um sentimento meio que de amor por este cara. Jack nem o conhecia pessoalmente, como ele poderia assaltar seu coração dessa forma? O que significava isso? Jack gostava de mulher e esse novo “amor” ia contra tudo o que Jack acreditava!
O que as pessoas pensariam? Jack repudiava esse tipo de gente desde sempre. Mais do que repudiava, sentia nojo delas. Tentava se convencer de que aquilo não estava acontecendo. De que não sentia nada por aquele cara, mas era inútil. Quanto mais se esforçava por repudiar aquele sentimento bizarro, mais percebia que sua vontade era de conhecê-lo e, pasmem, de tê-lo só para si.
Mais alguns dias se passaram e Jack continuava sem saber o que fazer. Será que deveria procurá-lo? Será que deveria se apresentar e contar tudo o que sentia? E o medo da rejeição? Será que ele seria tão amável e compreensivo como fora com seus amigos? Será que ele iria aceitar um relacionamento desses? Afinal, Jack sabia que, se quisesse tê-lo, teria que abandonar não somente Fernanda, mas trocar radicalmente sua orientação sexual. O que seus amigos diriam? O que Fernanda diria?
Fernanda logo percebeu que Jack estava em crise e tinha certeza de que o motivo era aquele cara. As brigas começaram a ser frequentes, até que Fernanda deu um ultimato:
— Jack, se você for atrás dele, eu vou te abandonar. Eu não acredito que estou passando por isto! Se você seguir com essa ideia ridícula, nunca mais olhe na minha cara!
Finalmente, Jack resolveu meio que se abrir com alguém. Ok, mais ou menos. Chamou Pedro e Chico para uma pizza em sua casa e, como quem não quer nada, apenas mencionou o nome daquele que trouxera tanta turbulência a sua vida. Os dois, muito surpresos por justamente Jack tê-lo mencionado, começaram a contar mais sobre o tal cara, até que Chico fez um convite que fez Jack tremer:
— Depois de amanhã, à noite, nós vamos à casa dele. Quer ir com a gente?
O coração de Jack disparou. A vida toda passou em sua mente em segundos, e a única coisa que conseguiu responder foi que iria pensar a respeito.
Pedro e Chico foram embora de sua casa depois da uma da manhã, mas quem disse que Jack conseguiu dormir naquela noite? Passou a noite em claro, desenhando na mente todas as hipóteses do que significaria tudo aquilo. Pensou em todos os cenários que viveria se seguisse adiante com essa ideia louca. Será que ainda seria capaz de ignorar todo aquele novo sentimento e seguir a vida normalmente? Será que conseguiria arcar com as consequências de mudar tanto assim o seu estilo de vida? Será que aguentaria perder a Fernanda, que tanto amava? Será que conseguiria mudar sua orientação sexual?
Enfim, Jack decidiu que era hora de agir. Criou coragem, sabe-se lá de onde, para se abrir com a Fernanda. Ela chorou por horas e, finalmente, cumpriu sua promessa de
fim de relacionamento. Jack chorou quando viu Fernanda pela última vez, mas seguiu adiante com seus planos.
Finalmente, chegou a fatídica noite. Pela primeira vez na vida, Jack se preocupou com a roupa e o perfume que usaria. Apesar de todas as mudanças de vida que esta decisão implicava para si, a sua maior preocupação era como esse cara reagiria a tudo isso. Será que ele compreenderia o sacrifício que Jack estava fazendo ou ganharia como resposta o seu repúdio? Será que ele retribuiria esta ação com amor, compreensão, indiferença ou nojo?
Quando Jack chegou à casa dele, percebeu que tinha muita gente lá. Muito mais gente do que esperava; mas, apesar do medo, seguiu adiante e entrou. Uma vez lá dentro, sentou-se e ficou em silêncio. Enquanto as outras pessoas pareciam muito confortáveis, Jack travava uma batalha velada em seu interior. Até que foi inevitável ficar em silêncio. O anfitrião percebeu sua presença ali e, com um grande sorriso no rosto, perguntou:
— Olá. Qual o seu nome?
Com as pernas tremendo, se levantou e respondeu com a voz mais meiga que lhe era possível:
— Jaqueline, mas todo mundo sempre me chama de Jack.
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Texto “O Grande Dilema de Jack”: Thiago Monteiro (TAM)
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Duração: 1h13min
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Duração: 1h e 38min
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O desejo de comer a fruta era quase insuportável. Ele sabia que não devia: era expressamente proibido.
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Texto “O Triste Fim de André Fortunato”: Mark Swedberg
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