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“Euphoria”, da HBO, é a grande inspiração deste episódio, com canções sobre a ansiedade, a angústia, o perdão e o desejo. “O Mundo É Um Moinho” não integra a sua banda-sonora, mas, em português, o poema parece falar em cada verso sobre a temática da série. Ouve-se por isso o original de Cartola e a interpretação de Gisela João. Este NUCLEAR tem ainda canções de Arcade Fire, Labrinth, Donny Hathaway e Solange. Por último, ouve-se Underworld numa referência a “Trainspotting”, o filme de Danny Boyle, de 1996. Fiquem connosco!
“A história da La Veneno era a maneira perfeita de falarmos sobre quão importante é ser-se visível e quão irrelevante é ser-se perfeito”. Foi assim que os criadores de “Veneno” descreveram a série espanhola à revista Variety. Neste episódio, reflecte-se acerca do impacto da série sobre a vida de Cristina Ortiz Rodríguez. Ouve-se Liniker e os Caramelows, Dino D’Santiago, Billie Eilish, Alicia Keys, Sault e Prince. Há ainda espaço para a autobiografia de Jan Morris, o último filme de Spike Lee - “Da 5 Bloods” - e a forma como Marvin Gaye tem um papel central na sua banda-sonora. Fiquem connosco!
São 30 minutos de resgate pop neste NUCLEAR, com “Rescue Me”, de Madonna, incluído na playlist. Dá-se destaque à resiliência com que Dua Lipa tem confrontado a cultura pop no último ano. Fala-se no hino feminista que Dolly Parton criou quando editou, em 1980, “9 to 5”. Filipe Sambado, Rina Sawayama, Tune-Yards e Mariah the Scientist também fazem parte deste episódio. Por fim, partimos da versão de Caetano Veloso de “Cucurrucucú Paloma” para mergulhar nas bandas-sonoras dos filmes de Wong Kar-wai. Fiquem connosco!
Foto capa: Dua Lipa por David LaChapelle (Rolling Stone, 2021)
“Vienna” espera por todos nós. É a mensagem que a canção de Billy Joel continua a passar-nos, décadas após a sua edição. Ouve-se “Tiny Dancer”, de Elton John, e fala-se na sua autobiografia. Phoebe Bridgers, Maggie Rogers, Christine + The Queens, Blur e Clã emprestam canções para esta edição do NUCLEAR. Reflecte-se sobre “Almost Famous”, o filme de Cameron Crowe, de 2000, e sobre a vida com deficiência na sociedade. Sob esse mote, Maya Angelou recita poesia, com “Willie”. Fiquem connosco!
Em 1975 era editada uma obra-prima incontornável do disco: Love To Love You Baby, de Donna Summer. Neste episódio ouve-se esta canção, na versão completa, e reflecte-se sobre ela. Escutam-se ainda temas dos últimos discos de Gorillaz e Kylie Minogue. Fala-se em Soul, o brilhante novo filme da Disney, na polémica gerada em Portugal e no exemplo de representatividade nos EUA. Por fim, ouve-se um tema do EP de James Blake - “Covers” - e deixamos um convite para que o ouçam na íntegra.
“Vogue” é uma das melhores canções pop de sempre e o manifesto do NUCLEAR na sua estreia. Fala-se em Amália, na biografia de Miguel Carvalho, editada em 2020, e ouve-se a sua versão de “Blue Moon”, de 1965. Existem ainda temas de Chloe x Halle e The Avalanches. Há espaço para reflectir sobre a profundidade de “Landslide”, dos Fleetwood Mac, e ouvir, além do original, a versão de Antony Hegarty. No final dança-se com “Before I Let Go”, de Beyoncé.
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