A obra de Francisco de Holanda, quer literária, quer plástica, permaneceu praticamente silenciada até meados do século XVIII. No entanto, a riqueza da sua reflexão sobre a arte, a audácia de remar contra a maré, de se expor, em nome de valores nos quais acreditava e que sempre defendeu, colocam hoje Francisco de Holanda num lugar de relevo, num lugar cimeiro, do Renascimento português.