Observatório Feminino

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By ItatiaiaSociety & Culture
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Observatório Feminino episodes

  • A liderança das mulheres nas empresas | Observatório Feminino

    A liderança feminina nas empresas, instituições e organizações é uma realidade que vem se consolidando, mesmo com todos os obstáculos e desafios para que as mulheres sejam reconhecidas por todo o empenho e dedicação no trabalho.

    O Observatório Feminino desta semana traz uma líder de sucesso que trabalha destacando a importância do diálogo na promoção de debates importantes para definir nosso presente e futuro.

    Camila Camargo, é CEO da Esfera Brasil, uma instituição que é um espaço onde ideias são cultivadas, analisadas e transformadas em conhecimento aplicável. A Esfera tem contribuído ativamente para decisões mais informadas tanto no setor público quanto no privado.

    Sob a liderança de Camila, a organização se tornou um ponto de convergência entre política, economia e ciência, ampliando horizontes e construindo pontes para o desenvolvimento sustentável e inclusivo.

    19 min
  • A violência patrimonial contra mulheres | Observatório Feminino

     A Organização das Nações Unidas (ONU) considera a violência de gênero uma pandemia devido aos números alarmantes. Para se ter uma ideia, segundo o relatório do órgão, apenas em 2021 mais de 81 mil mulheres foram assassinadas no mundo. Esse número equivale a 5 mortes por hora e de todas essas mortes, 56% delas os autores dos crimes foi algum parceiro.

    Além da violência física ou psicológica, as mulheres também são vítimas da chamada violência patrimonial, que conforme a Lei Maria da Penha, esse tipo de crime é definido como “qualquer conduta que subtraia ou destrua bens, instrumentos de trabalho, documentos pessoais ou recursos econômicos da vítima”.

    Apesar de também ser um crime, a violência patrimonial não é debatida na sociedade como as outras violências, por isso, o Observatório Feminino conversou com a advogada Laura Brito, da área do Direito da Família e Sucessões. 

    O podcast

    O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas 

    25 min
  • A importância do ato de perdoar e os seus desafios | Observatório Feminino

    A possibilidade de perdoar se apresenta diariamente para cada pessoa. Você pode perdoar ou não quando leva uma fechada no trânsito, pode perdoar ou não uma traição, pode perdoar ou não um familiar depois de uma briga. O perdão demanda tempo e esforço.

    Para discutir o assunto, o podcast Observatório Feminino recebe a empresária e a ex-deputada federal de São Paulo, Keiko Ota. Ela é mãe de Ives Ota, um menino que foi assassinado na década de 1990, aos 8 anos, depois de ser sequestrado. Keiko perdoou os assassinos do filho e pra ela: “Não existe paz sem perdão”.

    Segundo ela, esse ato não foi visto como um gesto banal, mas como algo extraordinário, que exigiu maturidade psicológica, espiritual e até existencial.

    O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.

    24 min
  • Mãe solo faz faxina voluntárias na casa de pessoas que não podem pagar | Observatório Feminino

     Se colocar no lugar do outro. O nome disso é empatia. Quantas vezes você fez isso em 2024?

    Durante as festas de final de ano, é costume da maioria das pessoas avaliar o que foi feito, erros, acertos, como foram as reações a determinadas situações, se algo poderia ter sido diferente.

    O Observatório Feminino especial de Natal traz uma das pessoas que teve esse sentimento de empatia durante o ano. 
     

    Ana Kelly Souza mora numa cidade bem pequena no interior de Minas Gerais chamada Uruana de Minas. Mãe solo, após perder a avó que era o alicerce da família, ela viu um caminho na faxina para recomeçar e criar o seu filho de 12 anos.

    Hoje, ela faz vídeos mostrando a rotina das faxinas voluntárias das famílias que atende. Ela pega no pesado na casa de pessoas que não tem condições de pagar pela limpeza. 
     

    O podcast

    O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas 

    32 min
  • Como sair de situações infelizes nos relacionamentos e na vida? | Observatório Feminino

    Estar infeliz em alguma situação da vida, infeliz e insatisfeita no trabalho, no relacionamento. Muitas mulheres passam por isso e a grande maioria delas se mantém na rotina por algum motivo.

    Medo do novo, medo de ficar desempregada, medo de dívidas, medo de experimentar. Cada mulher vive uma realidade, mas existe uma forma de não deixar que a tristeza tome conta, fazendo com que muitas vezes até prejudique a saúde mental.

    O podcast Observatório Feminino conversa com Maria Resende, escritora, mentora e palestrante que já passou por essa situação e vai contar como ela conseguiu virar essa chave.

    21 min
  • Os desafios da velhice para as mulheres | Observatório Feminino

    Cada rosto traz consigo uma marca do tempo. Cada coração traz uma história. Uns chamam de melhor idade, outros de velhice, outros apenas de idosas.

    Em Belo Horizonte, o Lar Santa Gema Galgani acolhe mulheres de 60, 70, 80+, que enfrentam um duplo desafio: a vulnerabilidade natural que o envelhecimento traz e as dificuldades sociais que afetam especialmente as mulheres, como a solidão e a falta de suporte familiar.

    Com a aproximação das festividades natalinas, essas histórias ganham um novo significado. A data, marcada pela solidariedade e pelo amor ao próximo, é um convite para enxergar nessas idosas não apenas a fragilidade, mas também a força e a sabedoria acumuladas ao longo da vida.

    O podcast Observatório Feminino recebe Maura Santos Carvalho, coordenadora do Lar Santa Gema Galgani e que convive diariamente com essas mulheres.

    21 min
  • A implementação de orçamentos sensíveis a gênero na administração pública | Observatório Feminino

    Um seminário realizado em Belo Horizonte, no dia 04 de dezembro, se dedicou ao debate de aspectos e experiências mais recentes sobre a implementação de orçamentos sensíveis a gênero na administração pública.

    Durante o evento, foi lançado o Orçamento Temático da Mulher de Belo Horizonte, uma iniciativa para garantir maior sensibilidade de gênero nos orçamentos, assegurando mais recursos para as ações que busquem eliminar desigualdades entre homens e mulheres.

    Para discutir o assunto, o podcast Observatório Feminino recebe Luana Magalhães, Subsecretária de Direitos de Cidadania da Prefeitura de BH e Camila Coutinho, representante da Secretaria de Planejamento no Comitê de Equidade da Prefeitura de Belo Horizonte. 
     

    O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas. 

    23 min
  • A prevenção e combate à violência de gênero | Observatório Feminino

    O Brasil registrou 1.463 casos de mulheres que foram vítimas de feminicídio em 2023 - 1 caso a cada 6 horas. Para relembrar a luta de várias mulheres foi criado o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher, lembrado em 25 de novembro. No entanto, como os dados mostram, ainda há pouco a se comemorar.

    A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, do IBGE, mostrou que a proporção de mulheres de 18 anos ou mais de idade que sofreram violência psicológica, física ou sexual e cuja forma mais grave de violência foi praticada por um parceiro íntimo atual ou anterior foi de 6,0% em 2019, sendo maior na população preta ou parda: 6,3%.

    Neste domingo (01), várias cidades do Brasil realizam a "Caminhada Pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas" encabeçada pelo grupo 'Mulheres do Brasil'. O grupo' é uma organização que busca estimular a participação feminina na construção de um Brasil melhor para todos os cidadãos

    Para tratar da prevenção e combate à violência de gênero, o podcast Observatório Feminino desde domingo recebe uma das líderes do Mulheres do Brasil em Minas Gerais, Dalva Domingos.

    20 min
  • O aumento de consumo na Black Friday e os riscos de endividamento | Observatório Feminino

    Novembro é marcado pela Black Friday, um período de promoções e compras que pode levar ao endividamento. Em Belo Horizonte, as mulheres representam 47,9% dos inadimplentes, segundo dados da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH). 

    Apesar disso, elas também lideram na quitação de débitos, somando 48,89% dos pagamentos realizados, enquanto os homens representam 42,92%. Um dado importante do último Censo, realizado em 2022, aponta que 34,1% das mulheres são chefes de família, o que reflete o crescimento no número de lares liderados por elas e sua responsabilidade financeira. Pela primeira vez, as mulheres ocupam majoritariamente o papel de gestoras das finanças domésticas.

    Para aprofundar a discussão sobre consumo, finanças e o impacto da Black Friday, o podcast Observatório Feminino deste domingo (24) conta com a participação da economista da CDL/BH, Ana Paula Bastos. 

    21 min
  • Caso Robinho e a responsabilização das mulheres vítimas de estupro | Observatório Feminino

     Após mais de uma década em silêncio, a vítima do caso de estupro coletivo que levou à condenação do ex-jogador Robinho decidiu falar com a imprensa sobre o ocorrido em 2013.

    Identificada apenas como Mercedes, a mulher de origem albanesa fez seu pronunciamento no documentário O Caso Robinho, produzido pela Globoplay que estreou na plataforma no último dia 30. Protegida por uma iluminação que preserva seu anonimato, Mercedes revelou que “apagou” após o crime, ocorrido numa discoteca em Milão, Itália.

    O documentário mostra nas gravações com as falas dos agressores como a cultura do estupro faz vítimas em todo o mundo. O Brasil, por exemplo, registrou um crime de estupro a cada seis minutos em 2023.

    Com um total de quase 84 mil casos, um aumento de 6,5% em relação a 2022. As mulheres são a maioria das vítimas. Os dados são do 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

    A expressão “cultura do estupro” não é muito utilizada no campo do Direito, mas ficou conhecida após o caso de estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos, ocorrido no Rio de Janeiro em 20 de maio de 2016.

    A cultura do estupro descreve um contexto em que a violência sexual é tratada como algo normal ou insignificante, frequentemente sustentada por atitudes que culpabilizam as vítimas e protegem os agressores. Nessa cultura existe um conjunto de comportamentos e atitudes que permitem a tolerância ao estupro.

    Robinho tentou minimizar o ato e desqualificar o testemunho da vítima. Esse tipo de atitude reflete uma sociedade onde o respeito à palavra da vítima é frequentemente posto em dúvida, e onde, principalmente, celebridades e figuras públicas tentam escapar das consequências de seus atos, usando sua posição de poder.

    Para falar sobre a responsabilização das mulheres pelo estupro, o podcast Observatório Feminino deste domingo (17) recebe a especialista em Segurança Pública e Justiça Criminal pela Fundação João Pinheiro e mestre em Psicologia Social pela UFMG, Daniela Tiffany. 

    22 min

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