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Jessica Lais Martinelli é policial, escritora e palestrante e no livro “A calha” ela conta a história de quando foi abusada sexualmente na infância, quando tinha apenas 9 anos de idade, mas mais do que contar sobre o episódio traumático, conta sobre a superação e a vontade por justiça a fez ser tornar policial e conseguiu prender o próprio agressor.
Martinelli é policial em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, e conseguiu prender o agressor 14 anos após o ocorrido. Hoje, com várias cópias vendidas, a autora trabalha dando palestras encorajando outras mulheres, vítimas de violência.
Já dizia o ditado popular que “a primeira impressão é a que fica”, e por mais que a princípio essa ideia pareça um pouco exagerada, estar confortável com si é essencial para transparecer confiança, autenticidade e claro, estilo.
E se engana quem acha que é preciso usar roupas caras e de marca para estar bem-vestido, mais importante que a qualidade das vestimentas, é a cor! Em uma consultoria de imagem é analisado o tom da pele do cliente para encontrar a paleta de cores ideal que vai valorizar os traços e as principais características do rosto da pessoa.
Outro “mito” sobre a consultoria de imagem, é que é algo exclusivo para as mulheres, mas não, homens também podem e devem fazer a consultoria para se vestirem melhor e se sentirem mais confiantes e encontrar a melhor versão usando as cores apropriadas.
Pensando nisso, o Observatório Feminino recebe a consultora de imagem e estilo, Flávia Sana, que também é produtora de moda, jornalista e empresária, para falar sobre a importância da imagem pessoal.
O Carnaval já começou! Mais importante que o brilho, o confete e a música é ter certeza que o bloco será seguro.
Já que em 2025 a capital mineira deve receber aproximadamente 6 milhões de foliões, a Prefeitura de Belo Horizonte promove o “Carnaval da Proteção”. No programa estão blitze com distribuição de adesivos com mensagens de proteção voltadas para o enfrentamento do trabalho infantil, do abuso e exploração sexual e da venda e consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes.
Para reforçar a proteção de mulheres durante a folia, a PBH ativou o “Protocolo Quebre o Silêncio”, com ações de prevenção à violência sexual.
E como o Carnaval de BH é de todos, durante os blocos infantis serão distribuídas pulseiras de identificação para garantir que crianças e adolescentes não se percam dos pais ou responsáveis.
Para falar mais sobre essas medidas, o Observatório Feminino recebe Luana Magalhães, subsecretária de Direitos Humanos da Prefeitura de Belo Horizonte.
O podcast
O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas
Belo Horizonte se prepara para mais um Carnaval e, junto com a festa, vem o aquecimento da economia local impulsionado pelo trabalho de muitas mulheres. Entre ambulantes, lojistas e empreendedoras, elas desempenham um papel fundamental na movimentação do comércio durante esse período festivo.
O uso de acessórios tem ganhado cada vez mais espaço entre os foliões, que buscam incrementar seus looks com brincos, colares, glitter, adornos de cabelo e roupas personalizadas. Um estudo da Fecomércio MG aponta que apenas 16,7% dos entrevistados pretendem comprar fantasias novas, enquanto 36,1% preferem customizar suas próprias peças, o que aquece o setor de acessórios e materiais de personalização.
O Observatório Feminino conversa com Daniela Lima, empresária e criadora da marca mineira de acessórios Negalora, que se destaca pela oferta de peças cheias de estilo para os foliões.
O podcast
O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.
O Carnaval é, sem dúvida, uma das festas mais aguardadas do ano, não apenas pela diversão e pela energia que traz, mas também pela enorme importância econômica para várias cidades, e Belo Horizonte não é exceção.
De acordo com dados de uma pesquisa realizada pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), a cada dez empresários da capital, seis (59,2%) acreditam que o Carnaval terá reflexo positivo nas vendas. A estimativa é que cada folião gaste, em média, R$ 180 por dia na folia, valor 42% maior do que em 2024.
A secretária-adjunta de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Josiane de Souza, afirmou que a pasta espera 12 milhões de foliões em todo o Estado, sendo 6 milhões só na capital, um aumento de 10% com relação ao ano passado.
A festa movimenta o comércio de forma significativa, especialmente as lojas de fantasias, que veem nessa época um verdadeiro pico de vendas e também de alugueis. O podcast Observatório Feminino conversa com Gerusa de Fátima Barroso Lobato de Souza, dona da loja Folia e Fantasia, uma das principais referências da cidade quando o assunto é fantasia de Carnaval.
O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.
O Carnaval é, sem dúvida, uma das festas mais aguardadas do ano, não apenas pela diversão e pela energia que traz, mas também pela enorme importância econômica para várias cidades, e Belo Horizonte não é exceção.
De acordo com dados de uma pesquisa realizada pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), a cada dez empresários da capital, seis (59,2%) acreditam que o Carnaval terá reflexo positivo nas vendas. A estimativa é que cada folião gaste, em média, R$ 180 por dia na folia, valor 42% maior do que em 2024.
A secretária-adjunta de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Josiane de Souza, afirmou que a pasta espera 12 milhões de foliões em todo o Estado, sendo 6 milhões só na capital, um aumento de 10% com relação ao ano passado.
A festa movimenta o comércio de forma significativa, especialmente as lojas de fantasias, que veem nessa época um verdadeiro pico de vendas e também de alugueis. O podcast Observatório Feminino conversa com Gerusa de Fátima Barroso Lobato de Souza, dona da loja Folia e Fantasia, uma das principais referências da cidade quando o assunto é fantasia de Carnaval.
No coração do Carnaval de Belo Horizonte, onde a música dos blocos ecoa pelas ruas e a alegria pulsa a cada esquina, existem mulheres que são o alicerce dessa festa popular.
Neste ano, a expectativa é receber cerca de 6 milhões de foliões, com uma movimentação financeira estimada em 1 bilhão de reais na economia local.
A programação vai contar com mais de 560 blocos de rua, incluindo 176 que vão desfilar pela primeira vez, totalizando aproximadamente 624 cortejos nas nove regionais da capital, de acordo com a Prefeitura.
E para saber mais sobre a experiência dessas mulheres que estão em vários segmentos do comércio, movimentando a economia, o Observatório Feminino conversa com a Alexandra Fonseca Ventura, que trabalha como ambulante há 20 anos.
Compartilhar a própria vida através da tela de um celular tornou-se tão comum atualmente que também é a profissão de muitas pessoas, conhecidas como “digitais influencers” ou criadoras de conteúdo.
Com a facilidade de mostrar tudo na internet, fica o questionamento: qual será o limite? Será que realmente é normal assistir pessoas brigando em aviões e saber, pela internet, de assuntos tão pessoais como traições e brigas familiares?
Esse questionamento recai não apenas sobre os profissionais influenciadores, como também sobre os anônimos que viralizam com vídeos e relatos específicos.
Para discutir sobre o tema, o podcast Observatório Feminino recebe a terapeuta familiar sistêmica, especialista em Psicogenealogia, Fernanda Seabra.
Desde o início da vida de uma menina falar sobre menstruação é um assunto que costuma ser delicado e considerado um “tabu”. Assim como a menarca - nome designado à primeira menstruação de uma mulher - , a menopausa - fim da menstruação e da fase reprodutiva - é um tema que não é tratado abertamente, o que é um problema visto que a menopausa é um período delicado que afeta não só a mulher como também as pessoas próximas à ela, já que o psicológico é bastante afetado também.
Os hormônios provocam muitas alterações na saúde da mulher e alguns sintomas são: fortes “ondas de calor”, diminuição da libído, sintomas depressivos, insônia e secura vaginal. Mesmo com todo esse impacto na vida das mulheres, o assunto da menopausa é pouco difundido e consequentemente gera dúvidas e desinformação.
O Observatório Feminino conversa com a escritora e empresária, Leila Rodrigues, que escreveu o livro "Hormônios, me ouçam!", um compilado de crônicas do período em que passou pela menopausa.
No livro ela busca tratar do assunto de maneira leve e divertida para “quebrar o tabu” já que, segundo a própria obra- 35% das mulheres têm vergonha de falar que estão passando pela menopausa.
Leila fala do caso de “amor e ódio” que viveu durante oito anos com sintomas de enxaqueca, insônia, ganho de peso, calorão, “chororô”, mau-humor e observa como “ninguém prepara as mulheres para essa surpresa da vida".
O combate ao assédio moral e sexual no ambiente das instituições públicas constitui uma ação fundamental para o sucesso dessa política.
Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a integridade é uma pedra fundamental da boa governança, uma condição para que todas as outras atividades do governo não só tenham confiança e legitimidade, mas também que sejam efetivas.
Em Minas Gerais, o assunto passou a ser tema de audiências publica, na Assembleia Legislativa, após a morte da escrivã Rafaela Drumond, de 32 anos, que tirou a própria vida no dia 9 de junho de 2023, dentro de casa, no Município de Antônio Carlos (Região Central). Conforme relatos de amigas, áudios que Rafaela teria enviado, ela estaria sofrendo assédio moral e sexual dos colegas na Delegacia de Carandaí.
Em 2019, a Corregedoria-Geral de Polícia Civil recebeu três denuncias de assedio moral ou sexual. Em 2020, as denuncias registradas subiram para 12. Em 2021 foram 11 denuncias. Em 2022 foram 18 e em 2023, foram 35 denuncias.
Para falar sobre o assedio moral e sexual nas instituições de Minas, o podcast Observatório Feminino convida a presidente da Associação dos Escrivães da Polícia Civil, Aline Risi dos Santos.
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