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O mês de maio foi escolhido para ser dedicado à prevenção ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A cor da campanha é o laranja, que representa a luta por uma infância segura e protegida.
Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024, foram registrados no Brasil 1 estupro a cada 6 minutos entre crianças e adolescentes. Um total de 83.988 vítimas de estupro e estupro de vulnerável. Entre 2021 e 2023, os estupros aumentaram em 91,5%.
Ao longo do mês de maio, é comum que sejam promovidas ações de conscientização em todo o país, incentivando a denúncia e a proteção das vítimas.
A campanha se faz importante, pois ela é essencial para romper o silêncio, informar a sociedade e garantir os direitos das crianças e adolescentes.
Para falar sobre o assunto o Observatório Femino recebe a fundadora da Rede Solidária e Criadora do projeto Infância Protegida, Dai Dias. Além dela, a Presidente da Rede Solidária, Rose Aquino, também participa do debate.
O podcast
O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.
Como falar sobre a morte para crianças? A escritora Sophia Nogueira se debruçou sobre essa pergunta e transformou em livro essa experiência de explicar o adeus para um pequeno. “O dia em que eu entendi o Adeus” foi lançado no dia 4 de julho de 2024 e é uma obra sensível, que ajuda adultos e crianças a atravessarem o luto com palavras simples, mas profundas.
O Observatório Feminino desta semana conversou com Sophia, que além de escritora, é estudante de psicologia e vai falar sobre o processo de luto na psicologia e o processo de escrita do livro.
Ser mãe é enfrentar diariamente uma jornada de múltiplas tarefas, afetos intensos e descobertas constantes. Neste domingo (11), o Observatório Feminino presta uma homenagem às mulheres que vivem a maternidade em meio aos microfones, redações e estúdios da Rádio Itatiaia.
Nesta edição, quatro mães que fazem parte do time da rádio compartilham suas histórias, desafios e transformações após a chegada dos filhos. Entre pautas, plantões e fraldas, elas mostram que o amor materno também se comunica com força, coragem e muita sensibilidade.
Para celebrar essa data com a delicadeza que ela merece, relembramos os versos de Mário Quintana que traduzem a grandiosidade contida nessa palavra tão pequena: mãe.
"Mãe! São três letras apenas
As desse nome bendito:
Três letrinhas, nada mais...
E nelas cabe o Infinito
E palavra tão pequena
– confessam mesmo os ateus –
É do tamanho do Céu!
E apenas menor que Deus."
O trabalho filantrópico é um dos objetivos da construtora MRV, que criou, em 2014, um instituto com objetivo de promover transformações sociais por meio de programas educacionais para crianças, jovens e até os educadores.
Há mais de 10 anos o Instituto MRV já beneficiou mais de 2,8 milhões de pessoas, considerando o impacto direto e indireto das ações. Os investimentos acumulados da instituição ultrapassam R$48 milhões.
As ações do Instituto estão organizadas em quatro pilares:
Para falar mais sobre as ações do Instituto MRV e a importância de grandes empresas, como a construtora, na promoção de trabalhos filantrópicos e sociais, o Observatório Feminino deste domingo (4), recebe Maria Fernanda Menin, presidente do Instituto MRV. Além de presidente, Maria Fernanda é membro do Conselho de Administração da Inter&Co e do Banco Inter.
A jornada do empreendedorismo feminino tem apresentado um crescimento notável e consistente nos últimos anos. Cada vez mais mulheres estão à frente dos próprios negócios — muitas vezes sem estrutura, equipe ou maquinário, mas com um propósito: crescer e fazer acontecer.
Nesta edição do Observatório, o podcast propõe um diálogo sobre como o empreendedorismo segue abrindo caminhos, mesmo quando os recursos são escassos e os desafios, grandes. Para isso, a conversa é com Sarah Rodrigues, criadora da Chiva Fit.
O início foi com a preparação de granolas, usando os ingredientes que conseguia encontrar. Sarah embalava tudo à mão e vendia pelo Instagram. Hoje, a Chiva Fit está nas prateleiras das grandes redes de supermercado de Belo Horizonte e do interior.
O podcast
O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.
Falar sobre dinheiro ainda é um tabu em muitas famílias, especialmente quando o assunto envolve a independência financeira das mulheres. Muito além de números e planilhas, a educação financeira é uma poderosa ferramenta de autonomia, proteção e, principalmente, liberdade de escolha.
A dependência econômica pode ser um fator determinante para a permanência em relações abusivas, como alerta a atriz Mônica Martelli ao dizer: “A mulher que depende financeiramente do homem pode ficar presa a ele”. Nesse contexto, compreender e assumir o controle das próprias finanças é um passo essencial para romper ciclos de violência patrimonial e psicológica.
O podcast Observatório Feminino dessa semana propõe uma reflexão sobre como o dinheiro pode ser um aliado na realização de sonhos e na construção de uma vida mais segura. Para isso, a conversa é com Graciele Paula da Silva, educadora financeira e consultora, que tem ajudado mulheres a transformarem a escassez em sobra e o medo em ação.
Por mais clichê que pareça, o ensinamento que cada um tem a própria trajetória é muito verdadeiro, não existe regra para o jogo da vida e a estudante Darc Andréa de Souza Silva é exemplo disso. Aos 61 anos de idade ela começou a estudar Jornalismo na faculdade Estácio, em Belo Horizonte, e hoje aos 65, no oitavo período, faz estágio na Rádio Itatiaia.
Mas para conseguir realizar esse sonho, ela precisou guardá-lo por um tempo. Quando tinha apenas 14 anos, Darc perdeu a mãe e teve que assumir a enorme responsabilidade de cuidar dos irmãos mais novos. Além disso, depois de mais velhos, Darc também cuidou do pai e do avô.
Atualmente, ela trabalha como taxista, profissão que exerce há 45 anos e entre passageiros e quilômetros rodados, ela construiu não só um caminho profissional, mas uma história de força, superação e amor pela comunicação.
A adolescência é uma fase de mudanças intensas, tanto para os jovens quanto para os pais. A busca por independência, os desafios emocionais e as novas formas de socialização podem tornar a comunicação dentro da família um desafio. Muitos pais relatam dificuldades em se conectar com os filhos, e os próprios adolescentes também enfrentam barreiras para se expressar.
Pensando nisso, o Observatório dessa semana, traz uma reflexão sobre o impacto da falta de diálogo no ambiente familiar, especialmente diante de produções como a série Adolescência, da Netflix, que acendeu um alerta para muitas famílias. A obra tem levado pais a perceberem que, mesmo quando os filhos estão em casa, no quarto, mexendo no celular, isso não significa que estão seguros emocionalmente.
Para debater e aprofundar a conversa, o podcast recebe a professora, palestrante, especialista em Comunicação Não Violenta e escritora Ingrid Haas.
A pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil” apontou que mais de 20 milhões de brasileiras com 16 anos ou mais relataram ter sofrido algum tipo de violência nos últimos 12 meses.
Além disso, uma em cada dez mulheres relatou ter sofrido abuso ou ter sido forçada a manter relação sexual. A maioria delas eram negras e tinham entre 25 e 44 anos.
Em Minas, a Polícia Militar criou a Primeira Companhia de Prevenção a Violência Doméstica (PVD) para dar apoio a vítimas de violência.
O Observatório Feminino deste domingo (28) recebe a comandante da 1ª companhia PVD, Major Aline Germânio de Souza, e a cabo Bruna Hudson para falar das ações do estado para prevenção do crime.
O podcast
O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.
Débora Vieira Costa, conhecida no mundo do futebol como Debinha, tem 22 anos e é uma das jogadoras de destaque do Atlético Mineiro. Porém, a trajetória até chegar ao sucesso não foi fácil. Ela enfrentou desafios que a maioria das pessoas não pode imaginar, mas o esporte foi sua salvação.
Nascida em um contexto de dor e abandono, Débora foi deixada pelo pai biológico ainda no primeiro ano de vida e, desde então, encontrou acolhimento na mesma família que havia adotado a mãe. Contudo, o que deveria ser um refúgio seguro tornou-se um pesadelo. Aos 8 anos, Debinha foi abusada sexualmente pelo pai adotivo. Trauma que se repetiu até ela completar 12 anos. Mas foi o futebol que lhe deu forças para seguir em frente. Foi nos campos que a jogadora encontrou não apenas uma válvula de escape, mas também a motivação para transformar a dor em superação.
O Observatório Feminino conversa com Débora Vieira Costa, jogadora em destaque no Atlético Mineiro, que conta sobre a trajetória.
O podcast
O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.
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