Você já ouviu falar da síndrome das pernas inquietas? 20% das grávidas sofrem da necessidade incontrolável de se movimentar para aliviar uma sensação de desconforto nos momentos de repouso. Imagina estar grávida e não conseguir dormir por conta de uma sensação urgente de se mexer?
E quando a doença permanece depois do parto? Como enfrentar a maternidade se o seu corpo não te deixa descansar?
Ariane, já tinha tido sintomas quando criança, mas a doença acordou mesmo no terceiro mês da primeira gravidez, impedindo o seu repouso. Ela conta aqui a sua gravidez marcada pela privação de sono e os riscos relacionados a uma placenta prévia. Ela relata o nascimento prematuro do Noah, o puerpério sem dormir, o amamentando em pé durante as madrugadas. Mas, para Ariane, a beleza da maternidade ganha do sofrimento. Mesmo nos momentos mais difíceis quando, na segunda gravidez, os sintomas fizeram com que ela passasse 48 horas sem dormir, Ariane nunca perdeu a coragem e a gratidão. Theo nasceu bem, de parto vaginal, como sonhado.
Obrigada Ariane, você é luz.