Ouça este belíssimo poema canção da Plebe Rude. "Sei, Nascemos ja com uma benção, mas isso, não é desculpa pela má distribuição. Até quando esperar a plebe ajoelhar esperando a ajuda so divino Deus?"
"... Derrubou do Trono os poderosos, encheu de bens os famintos e despediu os Ricos com as mãos vazias..." (Maria de Nazaré - in Lucas 1,46).
Boas Festas
7 min
About Os Delírios do Verbo | Por Elias Moreira
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O poeta Manuel de Barros, recém falecido, dizia que o fundamental da poesia é fazer o verbo delirar. Quando o verbo delira, você tem um poema.
Então, esse podcast é para todos que fazem o verbo delirar. Todas as manhãs que pudermos, narraremos um poema daqueles que sempre fizeram o verbo delirar.
Dos poetas que cantaram o amor, a dor do povo.
Aos poetas rebeldes, pois a poesia em si deve ser rebelde para o delírio dos verbos.
Manoel de Barros dizia, quando a criança fala que "eu escutei o cheiro do pudim", "eu vi o cheiro do café", ela está fazendo o verbo delirar.
E todo poeta devia fazer o verbo delirar.
Então esse podcast é uma homenagem ao Manoel de Barros e todos os poetas que fazem o verbo delirar.