A dificuldade em reconhecer o nosso terreno, ou seja, a nossa individualidade, e as nossas fronteiras do que (não) nos faz bem, do que (não) gostamos e/ou (não) queremos, leva-nos a permanecer em relações de insatisfação e sacrifício em prol de benefícios que nunca vão compensar o nosso esforço. Como podemos então identificar os nossos limites e marcá-los na relação com o outro?
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