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Panorama episodes

  • Brasil bate recorde e registra 1.582 mortes por covid-19 em 24 horas

    O Brasil registrou 1.582 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas, informou o G1  (https://cutt.ly/zlT9XCT). Essa é a maior marca de óbitos pela doença registrada em um único dia no país. Ao todo, o Brasil soma 251.661 vidas perdidas para o coronavírus. Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 10.393.886 brasileiros já tiveram ou têm a doença, com 67.878 desses confirmados no último dia.

    No dia em que o Brasil registrou recorde de mortes por coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) optou por questionar o uso de máscaras e o isolamento social, reportou o UOL (https://cutt.ly/ilT8pdm). Citando um suposto estudo feito na Alemanha, sem dizer qual, ele afirmou, durante sua live semanal, que as máscaras são "prejudiciais" às crianças, causando irritabilidade, dor de cabeça e dificuldade de concentração, por exemplo. O presidente evitou entrar em detalhes mas afirmou ter sua própria "opinião" sobre o equipamento de proteção. O uso da máscara facial é essencial e já foi comprovado que a utilização do acessório retarda a contaminação em massa.

    6 min
  • Brasil registra 250 mil mortos por covid-19

    Doze meses depois do registro do primeiro caso da covid-19, o Brasil superou a marca de 250 mil mortos pela doença. Isso equivale às populações da cidade de Marília (SP) ou de Novo Hamburgo (RS). Segundo o Estadão (https://bit.ly/2NVCHdm), o país vive a pior fase da pandemia, com pico de internações e ritmo lento de vacinação. Em mortes diárias, a situação também é trágica, agravada pela disseminação das variantes do coronavírus —mais transmissíveis— já encontradas em 17 estados, aponta a Folha (https://bit.ly/3aNjOCq).

    O G1 (https://glo.bo/2ZKAAMe) destaca que o registro do primeiro óbito ocorreu em 12 de março, e passaram 100 dias para que o número chegasse a 50 mil. Já entre a cifra de 200 mil e a de 250 mil, transcorreram-se apenas 48 dias. O país pode atingir 300 mil mortes ainda no mês de março. O Globo (https://glo.bo/3qTbcQl) aponta que a média móvel de óbitos está acima de mil há 34 dias.

    7 min
  • Bolsonaro entrega ao Congresso MP sobre privatização da Eletrobras

    Depois de prometer interferências na área da energia elétrica na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entregou ao Congresso, nesta terça-feira (23), uma medida provisória que busca acelerar o processo de privatização da Eletrobras, noticiou o G1 (http://glo.bo/3pMKA25). O texto prevê que o governo federal tenha poder de veto sobre decisões da estatal mesmo se perder o controle majoritário, por meio de ações preferenciais, as chamadas “golden shares”.

    O presidente entregou em mãos o documento para os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). MPs têm força de lei assim que são publicadas, mas precisam ser aprovadas pelo Congresso para se tornar definitivas. Lira disse que pretende pautar o texto no plenário da Câmara já na semana que vem. O texto prevê que a redução da participação da União na estatal ocorra daqui a um ano.

    6 min
  • Petrobras perde R$ 102,5 bi em valor de mercado após intervenção de Bolsonaro

    A Petrobras perdeu R$ 74,246 bilhões em valor de mercado nesta segunda-feira (22), após forte queda de suas ações na Bolsa de Valores brasileira, noticiou a Folha de São Paulo (https://cutt.ly/tlkbnWM). Somado aos cerca de R$ 28,209 bilhões de desvalorização na última sexta (19), a queda da estatal com a intervenção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) já soma R$ 102,5 bilhões. Esta é a maior queda percentual das ações desde 9 de março de 2020, quando os papéis preferenciais derreteram 29,7% com a crise do coronavírus, a pior desvalorização diária da petroleira da história.

    O G1 (https://cutt.ly/tlknoMW) complementa que a bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em forte queda ontem. Toda essa situação acontece após Bolsonaro ter anunciado na noite de sexta-feira a indicação de um novo presidente-executivo para a Petrobras. Os agentes financeiros enxergam um aumento relevante de risco de ingerência governamental nas demais estatais.

    O juiz André Prado Vasconcelos, da 7ª Vara Federal Cível de Minas Gerais, deu prazo de 72 horas para o governo federal explicar a troca de comando na Petrobras, reportou o portal R7 (https://cutt.ly/klkmcvO). No despacho o magistrado pede que o governo mostre "de forma concisa e objetiva, as razões e argumentos que entender pertinentes e relevantes à discussão da causa". O juiz busca atender um pedido de liminar em uma ação popular que questiona a troca da presidência da estatal, anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro.

    7 min
  • Ministério da Saúde pede ajuda para negociar compra de vacinas

    O Ministério da Saúde pediu orientação ao Palácio do Planalto para tentar destravar a negociação para a compra de vacinas contra a covid-19 da Janssen e Pfizer, relata O Globo (https://glo.bo/3aKVtNL). A pasta informou que espera orientação da Casa Civil até a próxima sexta-feira. De acordo com o Ministério, as empresas fizeram exigências prejudiciais aos interesses do país. Não foram especificados detalhes da negociação. Planalto e Pfizer vêm trocando farpas há meses. O laboratório já afirmou ter oferecido um lote de 70 milhões de doses do imunizante ao Brasil sem ter obtido resposta. A vacina aguarda por aprovação da Anvisa para o uso no país.

    Pelo 32o dia consecutivo, o Brasil registrou média móvel de mortes por coronavírus acima de mil, informa o G1 (https://glo.bo/2NkcYvr). Foram 554 óbitos confirmados em 24 horas, levando a média dos últimos sete dias para 1.038, com tendência de estabilidade.

    O portal também destaca (https://glo.bo/3sgY5sw) que 2,76% da população brasileira recebeu a primeira dose de vacina contra a covid-19 e 0,55% já foi imunizada com as duas doses.


    A ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber encaminhou à Procuradoria-Geral da República um pedido de abertura de investigação contra o presidente Jair Bolsonaro (Sem partido), acusado da pratica de crime ao difundir o uso de cloroquina para combater o novo coronavírus, reporta a Folha (https://bit.ly/3kbeXy7). A notícia-crime foi protocolada pelo PDT, segundo o qual o político expôs a vida alheia ao perigo e usou verba pública para fim indevido ao usar a estrutura governamental para distribuir cloroquina, medicamento sem comprovação científica de eficácia contra a covid-19.

    6 min
  • Brasileirão, Copa do Brasil e Olimpíadas

    O futebol neste ano está diferente. A temporada 2020 não terminou junto com o ano no Brasil. Já estamos em 2021 e seguimos nas rodadas finais do Campeonato Brasileiro e a decisão da Copa do Brasil será disputada nos dias 28 de fevereiro e 7 de março. Além das quatro linhas do campo, afetadas pela pandemia de coronavírus, as Olimpíadas também foram atingidas pela doença que se alastrou pelo mundo e precisou ser adiada em um ano.

    Em mais um ano atípico, vamos saber quem disputa o que e quando nesta edição do Panorama Analisa.

    12 min
  • Câmara decide hoje se mantém prisão de deputado Daniel Silveira

    A Câmara dos Deputados vai decidir hoje, a partir das 17h se mantém preso ou não o deputado Daniel Silveira (PSL). O tema será votado em sessão plenária e serão necessários ao menos 257 para referendar o encarceramento determinado pelo Supremo Tribunal Federal. De acordo com reportagem dO Globo (https://glo.bo/3bgPYVX), mesmo aliados de Silveira contabilizam cerca de 300 votos à favor da continuidade da medida. O relator da matéria será o deputado Carlos Sampaio (PSDB), que já se declarou favorável à punição. Daniel Silveira foi detido em flagrante, na terça, depois de publicar vídeo em que defendeu medidas antidemocráticas tais como a deposição dos membros do STF.

    Na próxima terça-feira, o deputado deve começar a responder a dois pedidos de cassação do mandato no Conselho de Ética da Câmara.

    Ontem, a Polícia Federal encontrou dois celulares na sala onde o parlamentar estava detido, reporta o UOL (https://bit.ly/3dsBy7Q). O advogado de defesa negou saber a origem dos aparelhos e o caso está sendo investigado.

    Durante sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro manteve silêncio sobre a prisão de seu aliado e ex-correligionário.


    O entrevero político tem tirado o foco dos números da pandemia no Brasil. Nessa quinta-feira, o país superou a marca de 10 milhões de infectados pelo novo coronavírus. No próximo dia 26 se completa um ano desde o primeiro caso registrado de covid-19 em território nacional e a velocidade de propagação dobrou nos últimos quatro meses, mostra o Estadão (https://bit.ly/3qzJCYa). Ainda ontem, foram registradas 1.432 mortes pela doença, quinta maior marca até o momento. Já são 29 dias consecutivos com média móvel acima de mil óbitos no país, informa o G1 (https://glo.bo/2Zup4Ey).

    Sobre a imunização, 5.614.633 pessoas já receberam ao menos a primeira dose da vacina contra a covid-19, o que representa 2,65% da população brasileira. Mas  as doses estão acabando. De acordo com reportagem do Jornal Nacional (https://glo.bo/2OSlXnV), sete capitais e outras sete cidades da região metropolitana de São Paulo suspenderam ou vão suspender a vacinação. A Fiocruz afirmou que vai receber mais dois milhões de doses da AstraZeneca na semana que vem. O Butantã também afirmou que entregará 3,4 milhões de unidades da Coronavac na terça-feira.

    7 min
  • Câmara dos Deputados quer analisar caso de deputado preso

    A Câmara dos Deputados informou nesta quarta-feira (17) que reativou o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar para analisar o caso do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), preso na noite de terça (16). O conselho está suspenso desde o início da pandemia. Notícia do G1 (http://glo.bo/3u7c0TC) aponta que, em nota, a Mesa Diretora da Casa anunciou uma reunião de líderes marcada para esta quinta (18), às 14h, para tratar da medida cautelar decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

    O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), tenta fechar um acordo com partidos e integrantes do STF para que haja a libertação ou a ida do deputado bolsonarista para a prisão domiciliar. Conforme apurou a Folha de S.Paulo (http://bit.ly/2OEAX8C), a promessa do progressista seria de que Silveira sofreria uma punição na Casa, como afastamento ou até cassação do mandato. O parlamentar foi preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes, após publicar um vídeo em redes sociais no qual faz apologia ao Ato Institucional Nº 5 – principal instrumento de repressão da ditadura militar – e defende o fechamento do STF. Ambas as pautas são inconstitucionais.

    Enquanto isso, no Rio de Janeiro, onde o deputado está preso, apoiadores do bolsonarista agrediram um manifestante na porta da sede da Polícia Federal, informou O Globo (http://glo.bo/3avLhs9). O militante Edson Rosa foi ao local segurando uma placa de rua em homenagem à vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), assassinada em março de 2018. Muitos dos agressores vestiam camisetas em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e em favor do fechamento do STF. Durante o período eleitoral de 2018, Silveira ficou conhecido por participar de um ato no qual quebrou a placa criada em homenagem a Marielle.

    6 min
  • Diversas cidades do Brasil começam a suspender a vacinação por falta de produtos

    A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) pediu a demissão do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em nota divulgada nesta terça-feira (16), relata o Poder 360 (https://bit.ly/3jUZCBk). Segundo o texto, Pazuello não tem condições de conduzir a superação da pandemia e diversos prefeitos têm sido obrigados a suspender a vacinação pela falta de doses.

    Conforme O Globo (https://glo.bo/2ZkrKVa), a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) também divulgou comunicado culpando o governo pelo atraso na vacinação. Salvador e Cuiabá são exemplos de capitais onde o serviço foi suspenso, destaca o G1 (https://glo.bo/3bcPBf1). Rio de Janeiro, Curitiba e Florianópolis devem seguir o mesmo caminho até sexta-feira. Novos imunizantes devem começar a ser distribuídos na semana que vem.

    Sob forte pressão dos gestores municipais, o Ministério da Saúde assinou contrato para compra de 54 milhões de doses da vacina Coronavac. O imunizante é desenvolvido pela empresa chinesa Sinovac e produzido no Brasil pelo Instituto Butantan. A Folha (https://bit.ly/37o5u0W) lembra que, somada com uma aquisição feita anteriormente, 100 milhões de doses devem ser fornecidas pelo Butantan. A previsão é que a íntegra do produto seja entregue até setembro.

    6 min

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