Panorama

Panorama

By Seu PanoramaNewsDaily News
Download on the App Store

Panorama episodes

  • Brasil foi país com mais mortes por covid-19 no mundo nas últimas 24h

    O Brasil foi o país do mundo que mais registrou mortes por coronavírus nas últimas 24 horas, detalha o portal Poder360 (https://cutt.ly/HzQ6CSR). Foram 2.286 vítimas, o maior número já registrado.  Os Estados Unidos ocuparam o 2º lugar do ranking, com 1.343 vidas perdidas. O México vem na sequência, com 866 mortes pela doença no período. A Rússia, 466. Ao todo, 270.656 pessoas morreram pela covid-19 Brasil. Os diagnósticos confirmados já somam 11.202.305.

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou pela primeira vez, nesta quarta-feira (10), após ter as condenações na Lava Jato anuladas pelo ministro do STF Edson Fachin.O G1 (https://cutt.ly/PzWeWyH) destaca que Lula disse que foi 'vítima da maior mentira jurídica em 500 anos de História'. O ex-presidente também criticou Bolsonaro, a quem chamou de 'fanfarrão', e defendeu a vacinação. Com a decisão de Fachin, Lula recuperou os direitos políticos e voltou a ser elegível.

    Em discurso, e usando máscara, o presidente Jair Bolsonaro retomou a fala pró-vacina e sancionou projetos de lei que visam destravar a importação dos imunizantes, como os da Pfizer e da Janssen, destacou o UOL (https://cutt.ly/KzWqs7X). Em cerimônia no Palácio do Planalto, ele também defendeu a atuação de seu governo contra a covid-19 e ressaltou que foi e é incansável no combate à pandemia.

    6 min
  • STF suspende julgamento sobre parcialidade de Moro em caso de Lula

    Um pedido de vista do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques adiou a conclusão do julgamento sobre se o ex-juiz Sergio Moro foi ou não parcial na condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Reportagem do G1 (http://glo.bo/2OBneQb) destaca que quatro dos cinco magistrados da Segunda Turma da Suprema Corte já votaram, e o resultado está 2 a 2, o que, tecnicamente, daria o voto de minerva para Nunes Marques. Porém, Cármen Lúcia e Edson Fachin, que votaram em dezembro de 2018 contra o pedido de suspeição, já anunciaram que farão uma nova manifestação de voto, o que pode alterar o placar. Não existe prazo para o novo julgamento.

    Como lembra a Folha de S.Paulo (http://bit.ly/3kYnGnE), o caso envolve a condenação de Lula sobre a acusação de receber um tríplex em Guarujá (SP) como forma de propina da empreiteira OAS. Os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram pela anulação de todos os atos assinados por Moro na ação e defenderam que o ex-juiz pague as custas do processo. Eles defenderam, inclusive, que todas as provas desse processo sejam anuladas. Durante o voto, Gilmar Mendes fez duras críticas à Operação Lava Jato e a Moro, chegando a afirmar que este é o “maior escândalo judicial da história”.

    6 min
  • STF anula condenações de Lula na Lava Jato

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, anulou as condenações da Lava Jato contra o ex-presidente Lula (PT) na Justiça Federal do Paraná. O ministro entendeu que, por não terem relação exclusiva com a Petrobras, os casos são de competência da Justiça de Brasília, explica o G1 (https://glo.bo/2OdzshW). Caberá ao novo juiz decidir se etapas como a coleta de provas e depoimentos serão aproveitadas ou se o processo voltará à estaca zero.

    A decisão devolve os direitos políticos de Lula, mas a Procuradoria Geral da República (PGR) vai recorrer da decisão. De acordo com o Estadão (https://bit.ly/2PCLYb0), Fachin deve levar esse recurso para análise do Plenário do STF, para retirar a discussão da Segunda Turma da corte, onde a Lava Jato tem sofrido derrotas. A decisão do ministro também afetou 14 processos nos quais se contestava a isenção do ex-juiz Sérgio Moro ao julgar Lula.

    O mercado reagiu à notícia com queda de 3,98% na Bolsa de São Paulo e alta de 1,67% do dólar, que atingiu o patamar de R$5,77, maior valor desde 15 de maio, destaca o UOL (https://bit.ly/3sTPs7w).

    6 min
  • Governadores promovem pacto contra a covid-19

    Devido à falta de uma articulação do governo federal, os chefes dos Executivos estaduais preparam um pacto nacional contra a covid-19. Segundo o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), porta-voz do grupo, alguns pontos que podem entrar no acordo são a proibição de venda de bebidas alcoólicas a partir de um determinado horário e impedimento de eventos com aglomeração, reporta a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/2Oumvjx). As medidas devem valer até 14 de março.

    Apenas cinco Estados não teriam aderido à iniciativa: Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia, Acre e Roraima. O Estadão (https://bit.ly/3bqPUUR), diferente da Folha de S.Paulo, aponta que as regras devem ser divulgadas até o dia 14 de março. A ideia básica é que existam orientações gerais para impedir a circulação de pessoas e cada território deverá aplicar medidas suplementares dependendo da realidade local.

    Neste domingo (07), foi o nono dia consecutivo que a média móvel de mortes por coronavírus aumentou. Segundo O Globo (https://glo.bo/3sZl8s0), no cálculo que leva em conta os últimos sete dias, o Brasil registrou 1.497 óbitos. O total de vítimas passa de 265 mil. O G1 (https://glo.bo/3kTWgPC) destaca que a média móvel cresceu 42% nos últimos 14 dias. Até o momento, 3,88% da população foi vacinada.

    6 min
  • Dia Internacional das Mulheres

    Olá!


    Nesta semana, o Panorama Analisa fala do Dia Internacional das Mulheres.


    A abordagem é um pouco diferente da que talvez você esteja esperando. Nossos canais estão abertos para críticas, comentários e sugestões.

     

    🎧 Podcast: O Dia Internacional das Mulheres 

      

    ⏱️ Este conteúdo tem 25:05 minutos.

      

    O Panorama Analisa esclarece e aprofunda assuntos em voga no Brasil e no mundo. Aqui você vai saber tudo, ou quase tudo, sobre um tema específico.

     

    📣 Compartilhe o Panorama. Ajude-nos a chegar a mais pessoas!

     

    Ainda não recebe a curadoria diária? Clique no link (https://seupanorama.com.br/assinaturas/) e inscreva-se

     

    Tenha um bom final de semana!

    26 min
  • Variantes mais contagiosas do vírus são prevalentes em seis estados

    Variantes mais preocupantes do coronavírus são prevalentes em seis de oito estados pesquisados pela Fiocruz. Ceará, Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Pernambuco apresentaram mais amostras de pessoas contaminadas pela mutação do que pelo vírus original. Apenas em Alagoas e Minas Gerais, o número de infecções por covid-19 pura foi menor. Matéria do Estadão (https://bit.ly/30dPHOp) aponta que foram encontradas as mutações originárias do Amazonas, Reino Unido e África do Sul. As variantes preocupam pois são mais transmissíveis e há indícios que esse tipo de vírus possa fugir dos anticorpos gerados por um paciente curado, causando assim uma reinfecção por covid.

    O Brasil bateu novo recorde na medida móvel de vítimas da doença pelo sexto dia seguido nesta quinta-feira (04). Conforme a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3kKvCbO), o número chegou a 1361 óbitos, maior volume desde o início da pandemia. Em mais um dia trágico, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) utilizou os termos “mimimi” e “frescura” ao falar sobre o isolamento social proposto para diminuir as infecções, destacou o G1 (https://glo.bo/2OmtHhB). "Chega de frescura e de mimimi, vão ficar chorando até quando?”, disse o presidente. Bolsonaro também afirmou que tem muita gente morrendo por outras doenças porque ficam em casa com medo, como retratou o Estadão (https://bit.ly/3uYzWcb).

    6 min
  • Brasil tem nova escalada na pandemia: 1.840 vidas perdidas em 24h

    Em novo recorde diário no número de mortes por coronavírus, o Brasil registrou 1.840 óbitos nas últimas 24 horas, conforme balanço publicado pelo Estadão (https://cutt.ly/Tl8RbKe). O número põe o país perto de assumir a liderança nos registros diários de óbitos em todo o mundo, só atrás dos Estados Unidos, que têm observado queda na incidência da doença nas últimas semanas. Ao todo, 259.402 brasileiros já perderam a vida para a doença. O Brasil ainda registra 10.722.221 casos confirmados desde o início da pandemia. No último dia foram mais 74.376 testes positivos.

    O governo brasileiro oficializou a intenção de compra de 138 milhões de doses das vacinas da Pfizer e da Janssen, para o combate à pandemia da covid-19, reportou o UOL (https://cutt.ly/1l8TBpm). O documento publicado no Diário Oficial da União prevê a dispensa de licitação na compra, ou seja, ela será feita diretamente com as empresas. De acordo com o documento, o governo de Jair Bolsonaro planeja adquirir 100 milhões de doses da Pfizer e outras 38 milhões de doses da Janssen. As entregas das doses devem ocorrer até dezembro de 2021.


    O Senado aprovou Medida Provisória, que abre crédito de R$ 2,5 bilhões para participação do Brasil no consórcio internacional Covax Facility, aponta a Agência Brasil (https://cutt.ly/3l8Y5Vk). Esse dinheiro será usado pelo Ministério da Saúde para a compra de doses adicionais de vacinas ainda no primeiro semestre.

    Segundo o G1 (https://cutt.ly/Kl8YaAN), o balanço da vacinação contra covid-19 aponta que 7.351.265 pessoas já receberam a primeira dose do imunizante no país. O número representa 3,47% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 2.303.850 brasileiros em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 9.655.115 doses foram aplicadas em todo o país.

    7 min
  • Brasil tem novo recorde diário nos números de mortes por covid-19

    Em meio ao triste aniversário de um ano de pandemia no Brasil, o país bateu mais um recorde de registro de mortes diárias e de média móvel de óbitos por covid-19. Notícia da Folha de S.Paulo (http://bit.ly/3b7t0BQ) revela que nesta terça-feira (2) foram registradas 1.726 mortes pela doença, o maior número diário desde o início da pandemia. O país também contabilizou pelo quarto dia consecutivo a maior média móvel de óbitos pela doença. A média é calculada com base nos resultados dos últimos sete dias, divididos por sete.

    Para mudar estes números, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que permite a compra de vacinas por estados, municípios e empresas, informou o UOL (http://bit.ly/2NMbRot). Se sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a proposta torna possível a aquisição desde que os imunizantes tenham registro ou autorização para uso emergencial aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Enquanto os grupos prioritários forem vacinados, a iniciativa privada poderá comprar as doses, mas doá-las integralmente ao Sistema Único de Saúde (SUS). Depois da imunização destes grupos, empresas poderão obter as vacinas, desde que doando pelo menos 50% para a rede pública e aplicando o restante de graça.

    Aliás, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), se reuniu nesta terça-feira com governadores para falar de vacinação. Segundo o Poder360 (http://bit.ly/307YAsU), ficou acertada a formação de um grupo que irá acompanhar a importação de insumos e a preparação de instalações de empresas para produzir os imunizantes no Brasil. O grupo deve ser composto por um governador de cada região do país e representantes da Câmara e do Senado, além de integrantes dos ministérios da Saúde e das Relações Exteriores.

    6 min
  • Bolsonaro veta prazo para liberação emergencial de vacinas

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou, com vetos, a Medida Provisória (MP) que formaliza a entrada do Brasil na aliança global Covax Facility, grupo liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para distribuir vacinas. O presidente retirou do texto o trecho que permitia a liberação emergencial em até cinco dias pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de imunizantes contra a covid-19 que já tenham aval internacional. Para o Executivo, a medida contraria o interesse público "ao tornar compulsória a autorização temporária de uso emergencial”, explica O Globo (https://glo.bo/3sF12mW). Cabe agora ao Congresso manter ou derrubar os vetos presidenciais.

    Fevereiro termina como segundo pior mês da pandemia no Brasil, informa o Poder360 (https://bit.ly/2NR8gp2). O Ministério da Saúde registrou 30.438 mortes no mês. Em julho de 2020, foram 31.627 registros. Diante da crise, os prefeitos estão formando um consórcio para comprar vacinas. Conforme a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3dW38L3), o movimento é liderado pela Frente Nacional de Prefeitos e os municípios pretendem utilizar recursos da União para realizar as aquisições.

    7 min
  • Brasil volta a bater recorde de média de mortes por covid-19

    Pela terceira vez em uma semana, o Brasil bateu o recorde de média de mortes por covid-19, no domingo. O resultado ficou em 1.208 ocorrências por dia na última semana, o que representa alta de 11% na comparação com os últimos 14 dias. O número total de óbitos no país é de 255.018. A média diária de novos infectados está em 54.547, alta de 21% na comparação com as duas semanas anteriores. Os dados de Roraima não foram incluídos por falta de atualização. A compilação é do consórcio de veículos de imprensa e está no G1 (https://glo.bo/3b4UbgF).

    O portal (https://glo.bo/3bKbAKI) também mostra que apenas 3,11% da população já recebeu uma ou duas doses das vacinas contra o novo coronavírus.

    Reportagem do Correio Braziliense (https://bit.ly/3dUO3cH) trouxe que 18 estados brasileiros têm 80% ou mais de seus leitos de UTI ocupados e oito estão com essa taxa acima de 90%.

    Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) postou nas redes sociais que "a saúde no Brasil sempre teve problemas” e que o fechamento do comércio deve gerar consequências desastrosas para o país, relatou O Globo (https://glo.bo/2OasWs0). A declaração foi feita no primeiro dia de retorno do lockdown em Brasília.

    O Supremo Tribunal Federal, por outro lado, determinou que a União volte a financiar quase quatro mil leitos de UTI nos estados da Bahia, Maranhão e São Paulo. A liminar da ministra Rosa Weber afirma não ser cientificamente defensável reduzir a oferta do serviço em um momento de aumento de casos, destaca o G1 (https://glo.bo/37VIg2O). Ela também cita levantamento das secretarias estaduais indica que o Ministério da Saúde deixou de custear quase nove mil leitos entre entre dezembro de 2020 e fevereiro deste ano. Em nota, o governo negou ter cortado do financiamento e classificou a liminar de desnecessária.

    Reportagem da Folha (https://bit.ly/3szyZoF) aponta que hospitais brasileiros têm registrado uma mudança no perfil dos infectados pela covid-19: são pacientes cada vez mais jovens, entre 30 e 50 anos, e que permanecem mais tempo nas UTIs.

    E ontem o Instituto Butantã entregou mais 600 mil doses da vacina Coronavac ao Ministério da Saúde. Foram quase quatro milhões de unidades produzidas em fevereiro. A meta é que nos próximos dias outro 1,7 milhão esteja pronto e até o fim de abril seja concluído o lote de 46 milhões contratado pelo governo federal, relata a CNN (https://bit.ly/3qYBT69).

    No sábado, a Fiocruz recebeu insumo da China para a fabricação de 12,2 milhões de unidades da vacina Oxford-AstraZeneca. A meta é entregar 27 milhões até o final de abril, reporta o Estadão (https://bit.ly/37V34Yb).

    6 min

About Panorama

From the publisher's feed

Você informado em 5 minutos! Receba uma curadoria de notícias do Brasil e do mundo e comece seu dia por dentro do que é destaque nos principais jornais.