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O Brasil chegou a marca de 331.530 mortes pelo coronavírus, informou o G1 (https://cutt.ly/LcmE0Yd). Nas últimas 24 horas, o país registrou 1.233 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 2.747. Já são 74 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de mil, e dezenove dias acima dos dois mil. Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 12.983.560 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 30.939 desses confirmados no último dia.
O Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde, da Universidade de Washington, prevê que o número de mortos em abril por covid-19 pode chegar a 100 mil no Brasil, noticiou O Globo (https://cutt.ly/tcmEn6j). Segundo uma pesquisa da instituição, o número de mortos pode saltar para 436 mil em 4 de maio. O pico deve acontecer em 24 de abril, quando o número de mortes em 24 horas pode chegar a 4 mil.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) solicitou, em reunião bilateral com o Brasil, que as autoridades nacionais apoiem a suspensão de patentes de vacinas. Conforme o UOL (https://cutt.ly/rcmW822), a OMS defende a proposta de cem países em desenvolvimento que querem que a propriedade intelectual sobre esses produtos seja suspensa enquanto a crise assolar o mundo. Já o Brasil ainda hesita em dar seu apoio a uma suspensão generalizada de todas as patentes. A ideia é de que, sem o monopólio nas mãos das grandes farmacêuticas, laboratórios em todo o mundo poderiam também fabricar as doses a partir de acordos e transferência de tecnologia, além de ter um preço mais baixo.
Mesmo situado no Oriente Médio, em uma zona histórica de conflito, a via só foi interrompida uma vez antes do encalhamento do cargueiro Even Given. O canal está em território egípcio, mas foi construído por franceses e esteve durante muito tempo sob domínio britânico.
Conhecer a história de Suez é entender como as potências se movimentaram ao longo dos anos no xadrez da geopolítica. Também damos uma palinha sobre como o canal pode influenciar a Bolsa de Valores brasileira. Ficou curioso? Fique por dentro ouvindo a matéria.
O Brasil voltou a ter seu pior dia da pandemia, com o recorde de 3.950 mortes por covid registradas nas últimas 24 horas, destaca o G1 (https://cutt.ly/Kcy6z32). Com isso, o mês de março terminou com o montante de 66.868 óbitos. Isso é mais do que o dobro das mortes anotadas em julho de 2020, o segundo pior mês da pandemia. Ao todo, o país soma 321.886 óbitos e 12.753.258 diagnósticos da doença.
Em relação às vacinas, o Brasil aplicou a primeira dose do imunizante em 17.335.695 pessoas. Dessas, 5.037.272 receberam a segunda dose. O número de vacinados com ao menos a primeira dose representa 8,1% da população, publicou o portal Poder360 (https://cutt.ly/2cy6MYP).
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu autorização de uso emergencial da vacina contra covid-19 de dose única desenvolvida pela Janssen, segundo portal R7 (https://cutt.ly/3cuqfR8). O imunizante é um dos quatro listados para uso emergencial pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e já foi liberado em outros 35 países.
A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto que define 16 grupos prioritários na vacinação contra a covid-19, noticiou o G1 (https://cutt.ly/OcuqS9y) . O texto inclui categorias atualmente não previstas no Plano Nacional de Imunização (PNI). São elas: taxistas, coveiros, profissionais que trabalham em farmácias e oficiais de Justiça. Esse projeto prevê algumas categorias já incluídas no PNI, mas acrescenta outros grupos.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a previsão de distribuição de vacinas para o mês de abril é de 25,5 milhões. Conforme a Folha de S.Paulo (https://cutt.ly/gcuqGjV), o quantitativo é quase a metade do previsto anteriormente. No entanto, o ministro ressaltou que está se empenhando para que as vacinas cheguem o mais rápido possível para a população, assim como os insumos para não atrapalhar a produção da Fiocruz e do Instituto Butantan.
Pela segunda vez na história, os três comandantes das Forças Armadas pediram, nesta terça-feira (30), renúncia conjunta por discordar do presidente da República. Reportagem da Folha de S.Paulo (https://bit.ly/39rtXDE) aponta que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se antecipou ao movimento e determinou a demissão do trio. Insatisfeitos com a demissão na segunda-feira (29) de Fernando Azevedo do Ministério da Defesa, Edson Pujol, do Exército, Ilques Barbosa, da Marinha, e Antônio Carlos Bermudez, da Aeronáutica, reafirmaram em reunião que os militares não participarão de nenhuma “aventura golpista”, mas sim que buscam uma saída de acomodação para a crise, a maior na área desde a demissão do então ministro do Exército, Sylvio Frota, em 1977 pelo presidente Ernesto Geisel.
Ainda não se sabe quais serão os substitutos dos três comandantes das Forças Armadas. Segundo matéria do UOL (https://bit.ly/2O7KB3L), o general de Exército Décio Luís Schons, atual chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT), foi chamado para uma reunião nesta quarta (31) com o novo ministro da Defesa, Walter Braga Netto. Ele é o general mais antigo da Força na lista de substitutos para Edson Pujol.
E as mudanças no governo federal não devem parar por aí. O UOL (https://bit.ly/3cBMJub) também noticiou que Bolsonaro discute com aliados do Centrão a substituição de mais três ministros, além dos seis já anunciados na segunda-feira (29). O presidente teria dito que deverão deixar os cargos os ministros Ricardo Salles, do Meio Ambiente, Bento Albuquerque, de Minas e Energia, e Gilson Machado Neto, do Turismo.
A segunda-feira (29) foi agitada no Planalto Central. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou uma série de trocas no primeiro escalão do governo. As mudanças foram na Casa Civil, Advocacia-Geral da União, Secretaria de Governo e ministérios da Justiça, Defesa e Relações Exteriores, aponta o G1 (https://glo.bo/2QHaatm).
O delegado Anderson Torres assumiu a pasta da Justiça no lugar de André Mendonça, que vai retornar para a Advocacia-Geral da União (AGU), detalhou o Poder360 (https://bit.ly/31zlnyc). Torres, que era secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, já tinha sido sugerido para assumir a chefia da Polícia Federal em abril do ano passado, mas as tratativas não avançaram.
A Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3cvSjOD) destaca que a pressão de líderes do Centrão motivou as alterações no executivo federal, principalmente nas pastas comandadas por ministros considerados “ideológicos”. A resposta de Bolsonaro foi calculada para não perder apoio no Congresso.
A cúpula militar, por sua vez, se disse surpresa com as mudanças, em especial com a saída do general Fernando Azevedo e Silva do ministério da Defesa. Eles, inclusive, temem a possível demissão do comandante do Exército, Edson Leal Pujol, reportou a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/2PlXtUt). Fernando Azevedo não detalhou o motivo da demissão, citou a CNN (https://bit.ly/3m2LAyC). O G1 (https://glo.bo/2QLE6od) destacou que a mudança na chefia da pasta soou como um alerta de que Bolsonaro quer mais influência política nos quartéis.
A reforma ministerial começou no fim da manhã desta segunda-feira (29) quando o ministro Ernesto Araújo pediu demissão das Relações Exteriores. Ele vinha recebendo pressão de congressistas para deixar o cargo, principalmente por falta de tato nas negociações com outros países para a compra de vacinas contra covid-19, relata o Estadão (https://bit.ly/2O3HdXE). No lugar dele quem assume é o embaixador Carlos Alberto Franco França, que já chefiou o cerimonial da Presidência da República. O Poder360 (https://bit.ly/3fme70Z) detalhou que Bolsonaro teria sugerido que Ernesto pedisse demissão.
Senadores intensificaram a pressão sobre o presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) pela demissão do ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo. No domingo, o chanceler usou as redes sociais para insinuar que as fortes críticas recebidas por ele ao longo da semana estariam ligadas a um suposto apoio do parlamento ao lobby chinês pela tecnologia 5G no Brasil, explica a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/31tpcVK). A fala veio no mesmo dia em que a presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Kátia Abreu (PP), publicou uma coluna com críticas à gestão do Itamaraty. De acordo com o G1 (https://glo.bo/3rwPUrg), a avaliação de parlamentares próximos à senadora é de que Araújo adotou o tom ofensivo com o aval de filhos de Bolsonaro, com o objetivo de criar uma cortina de fumaça diante da cobrança por acordos internacionais por mais vacinas. Senadores, agora, articulam um bloqueio à nomeação de diplomatas brasileiros enquanto o ministro não for substituído, afirma também o G1 (https://glo.bo/3u1J66v). Membros da carreira publicaram uma carta, no sábado, pedindo a saída de Araújo. Hoje, o chanceler deve se reunir com todos os seus secretários, o que, para membros da equipe, pode ser lido como um gesto de despedida do cargo.
Em meio a isso, o Ministério Público Federal apresentou notícia-crime contra o assessor especial para assuntos internacionais da Presidência da República, Felipe Martins, por prática de crime de racismo. O homem foi flagrado fazendo gesto ligado ao movimento supremacista branco durante sessão do Senado, lembra o Estadão (https://bit.ly/2PAGbmz).
E, pelo terceiro dia consecutivo, o Brasil teve recorde na média móvel de mortos por covid-19. Foram 2.598 óbitos por dia em uma semana, alta de 40% na comparação com a média de 14 dias atrás, destaca o G1 (https://glo.bo/3wa0mZl). O país acumula mais 312 mil vítimas e 12,5 milhões de infectados. Enquanto isso, apenas 7,3% da população recebeu ao menos uma dose de vacina contra o novo coronavírus até o momento, destaca também o portal (https://glo.bo/3m3yTE2).
O Panorama Analisa desta semana te explica sobre o crédito de carbono, que é visto como uma estratégia para compensar essas emissões.
A definição de crédito de carbono é de fato complexa e pode até confundir alguém que escuta o termo pela primeira vez. Tanto que desafiamos vocês, panorâmicos, a nos dizerem as ideias que o melhor definem. No total, 68% de vocês responderam que é um recurso que ajuda a amenizar o efeito estufa, o que é verdade. Mas de que tipo de mercado estamos falando e que relação isso tem com meio ambiente, desmatamento, Amazônia e preservação das florestas? Tem tudo.
O mercado de crédito de carbono funciona assim: uma organização que emite esses gases paga outra que gera créditos para neutralizá-los. O carbono emitido, então, é compensado. Isso quer dizer que essa mesma organização que produz carbono está abatendo o próprio estoque de emissões ao investir em projetos que trabalham pela redução deles.
O Instituto Butantan desenvolveu uma nova candidata a vacina contra a covid-19. Segundo a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/2Pwa6fD), o instituto deve pedir, hoje, à Anvisa, a autorização para fazer ensaios clínicos com seres humanos. O imunizante se chama Butanvac. Segundo o G1 (https://glo.bo/39i10tJ), o objetivo é ter 40 milhões de doses prontas até o fim deste ano. Se a vacina funcionar, 85% da capacidade total de fornecimento de vacinas sairá do governo paulista.
O Brasil registrou 97.586 novos casos de Covid-19 confirmados nas últimas 24 horas, a maior marca em um dia até aqui, destacou o G1 (https://cutt.ly/kxDsJQu). Com isso, desde o começo da pandemia 12.324.765 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus. O país também registrou 2.639 mortes pela covid-19 no último dia, totalizando 303.726 óbitos desde o início da pandemia.
O Globo (https://cutt.ly/yxDs7gl) noticiou que, um dia após reunir chefes de Poderes, ministros e governadores para buscar uma estratégia conjunta de enfrentamento à pandemia, o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar medidas de isolamento social. Em transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro disse que "não sabe onde vai parar o Brasil" se a política do 'feche tudo continuar'. Pouco antes, em evento no Palácio do Planalto, ele culpou gestores que determinaram o lockdown pelo fechamento de empresas.
Bolsonaro também disse, nesta quinta-feira, que o governo vai reeditar o programa que permite a redução de jornadas e salários ou a suspensão do contrato de trabalho. A Agência Brasil (https://cutt.ly/OxDdj5B) informou que o programa, que vigorou até o ano passado, ajudou a preservar cerca de 10,2 milhões de empregos e mais de 1,5 milhão de empresas. Na mesma transmissão, Bolsonaro afirmou que a segunda rodada de pagamentos do auxílio emergencial começará no dia 4 ou 5 de abril, segundo o Portal Poder360 (https://cutt.ly/HxDdPRs).
Um ano e sete dias depois da primeira morte por covid-19 no Brasil, o país chega a triste marca de 300 mil vidas perdidas para a doença. É como se toda a população de cidades como Palmas (TO), Petrópolis (RJ), Uberaba (MG) ou Pelotas (RS) tivessem desaparecido em apenas 372 dias. A Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3tQCkjP) chama atenção para aceleração da doença ao destacar que a marca foi alcançada apenas dois meses e meio depois do país cruzar a linha das 200 mil mortes. O Estadão (https://bit.ly/39eTyzD) aponta que nesta última semana o Brasil foi responsável por 27% dos óbitos de todo o mundo. O Globo (https://glo.bo/3slv6nP) reporta que no dia em que o total de vítimas chegou à 300 mil, o Ministério da Saúde ensaiou uma modificação nos critérios para contagem de óbitos, o que levou a uma queda abrupta nos registros de São Paulo. Pouco tempo depois, a pasta recuou de decisão.
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que o Legislativo não tolerará novos erros do Poder Executivo no enfrentamento da pandemia da covid-19. Também insinuou que poderá se afastar do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) caso o presidente não mude a maneira como lida com crise sanitária. O Estadão (https://bit.ly/2OWTmhL) aponta que sem citar a palavra impeachment, Lira disse que os “os remédios políticos no Parlamento são conhecidos e são todos amargos. Alguns, fatais”.
O Brasil bateu mais um recorde de mortes por covid-19. Pela primeira vez, o país registrou mais de 3 mil mortos em 24 horas. Em um dia, 3.158 pessoasque são eu, você, todos nós, morreram. Três mil, 158 famílias enlutadas, tendo de achar um jeito de seguir a vida sem aquele ente querido. Foram 125 mortes por hora, ou duas mortes por minuto. Segundo o G1 (https://glo.bo/3f9jXCL), a média de óbitos da última semana chegou a 2.349, outro recorde no índice. Em comparação com duas semanas atrás, houve 43% mais mortes.
Matéria da Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3ccSCh9) credita os sucessivos recordes e a tendência de aceleração da contaminação tanto ao surgimento de novas variantes mais vorazes do vírus, como à falta de uma política nacional de combate à pandemia. O jornal destaca que o número de mortos em um só dia pela covid é maior do que o de vítimas dos atentados do 11 de setembro, nos Estados Unidos. Aliás, só os Estados Unidos já tinham chegado a uma quantidade tão alta de vítimas, tendo registrado 4.470 óbitos no dia 11 de janeiro.
E no dia em que o Brasil registrou esse recorde mórbido, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) falou em cadeia nacional. Ele falou sobre o atual momento da pandemia e sobre a campanha de vacinação. O Estadão (https://bit.ly/3vVbGYT) apontou que Bolsonaro foi alvo de panelaços em diferentes cidades do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Salvador e Belo Horizonte. A cobrança foi por medidas efetivas de combate à pandemia. Na última quarta-feira (17), pesquisa Datafolha revelou que o presidente atingiu um pico de rejeição, com 54% dos entrevistados considerando a gestão dele da pandemia como ruim ou péssima.
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