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Panorama episodes

  • Brasil se aproxima de 400 mil mortos por coronavírus

    O Brasil está se aproximando da marca de 400 mil mortos por coronavírus. De acordo com o Estadão (https://cutt.ly/1babTjJ), o país registrou 3.019 novas mortes pela doença nas últimas 24 horas e chegou ao total de  398.343 vidas perdidas para a covid-19. Se seguir a tendência, o Brasil deve atingir os 400 mil óbitos nesta quinta-feira (29). No último dia foram registradas mais 77.266 infecções, elevando o total de brasileiros que já tiveram ou têm a doença para 14.523.807.

    O primeiro lote de vacinas da Pfizer chega hoje ao Brasil, de acordo com a Agência Brasil (https://cutt.ly/xbac8Q3). No total, 1 milhão de doses serão transportadas em voo que chegará ao Aeroporto de Viracopos, por volta das 19h. As doses serão distribuídas para os 26 estados e o Distrito Federal. Segundo o Ministério da Saúde, a orientação é que sejam priorizadas as capitais devido às condições de armazenamento da vacina, que demanda temperaturas muito baixas.

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que o governo pretende aumentar o valor médio do Bolsa Família, reportou o portal Poder360 (https://cutt.ly/Qbaxhx0). O valor passará dos atuais R$ 192 para R$ 250 a partir de agosto ou setembro.

    O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o governo federal tome as providências para realizar o Censo demográfico, noticiou o G1 (https://cutt.ly/CbaWrHg). A decisão atendeu a um pedido do governo do Maranhão. Procurado, o Palácio do Planalto informou que não irá se manifestar sobre a decisão.

    7 min
  • Anvisa paralisa análise da vacina do Butantan

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) paralisou a análise da ButanVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo Instituto Butantan, e cobrou mais dados para autorizar o teste em humanos. Segundo matéria do UOL (https://bit.ly/3eFsb3y), a agência reguladora considerou incompletas as informações enviadas pelo laboratório na sexta-feira (23).

    Até o momento, o imunizante só foi testado em animais, como lembrou o G1 (https://glo.bo/3xuitd1). O Butantan tem 120 dias para apresentar os dados solicitados e, até lá, a análise segue paralisada. O instituto destaca que a vacina faz parte de uma segunda geração de imunizantes e já leva em conta novas variantes, como a P1.

    Em áudio vazado, o ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, disse nesta terça-feira (27) que tomou a vacina contra a covid-19 escondido e que procura convencer o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a se imunizar pois a vida dele “corre risco”, informou a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/2S9pMXr). O ministro não sabia que a reunião da qual estava participando, do Conselho de Saúde Suplementar, estava sendo transmitida ao vivo na internet. Conforme destacou O Globo (https://glo.bo/2QClw2b), Ramos afirmou que tomou o imunizante “escondido”, porque “a orientação era para não criar caso”.

    6 min
  • Anvisa nega autorização para vacina russa

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou, nesta segunda-feira (26), o pedido de autorização excepcional para a importação da vacina contra covid-19 Sputnik V. Segundo o relator do processo, Alex Machado Campos, o imunizante russo apresenta um "mar de incertezas" e complementou afirmando que ela aponta um cenário de riscos "impressionante".

    A decisão unânime foi tomada após 14 estados pedirem autorização para importação emergencial de quase 30 milhões de doses, lembra o G1 (https://glo.bo/3dSJsXL). Três gerências técnicas da Agência já haviam se posicionado contra a importação. A gerência de Medicamentos apontou que o adenovírus usado para carregar o material genético do coronavírus não deveria se replicar, mas ele é capaz de se reproduzir e pode causar doenças.

    O governador do Ceará, Camilo Santana (PT) afirmou que vai permanecer tentando trazer a vacina russa para o Estado. O gestor também criticou a falta de agilidade na distribuição de imunizantes pelo governo federal.

    7 min
  • Brasil já tem mais mortes pela covid este ano do que em 2020

    Com a explosão de infecções e o colapso do sistema de saúde nas últimas semanas, o coronavírus já fez mais vítimas no Brasil em 2021 do que em todo o ano passado, destaca o Estadão (https://cutt.ly/jv36Gsy). De janeiro até sábado, foram 195.949 mortes pela doença, ante 194.976 em 2020. No total, são 390.925 óbitos. Nas últimas 24 horas, foram registradas 1.316 mortes.

    A Casa Civil da Presidência da República elaborou uma lista com 23 acusações e críticas ao desempenho do governo federal no combate à pandemia. Segundo o G1 (https://cutt.ly/Kv8qx7g), a lista será alvo de investigação e questionamento de senadores na CPI da Covid. Entre as acusações estão negligência do governo na compra de vacinas; minimização da gravidade da pandemia e ausência de incentivo à adoção de medidas restritivas; promoção de tratamento precoce contra a covid sem comprovação científica; e a militarização do Ministério da Saúde.

    O Globo (https://cutt.ly/Mv8qFd8) revelou que o Planalto montou um comitê de crise para se preparar para a CPI instalada no Senado. O plano envolve desde a preparação do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello até a tentativa de interlocução com pessoas próximas ao senador Renan Calheiros (MDB-AL), indicado como relator da comissão.

    5 min
  • Violência infantil: como identificar os sinais.

    O Panorama Analisa fala sobre violência infantil e como identificar sinais de maus tratos nas crianças. Para isso, relembramos os casos recentes que chocaram o país: do menino Henry Borel, no Rio de Janeiro, e da adolescente Jordana Tamíris, no Rio Grande do Sul. 

    Nossa convidada para essa conversa é a Élida Fluck, psicóloga, mestre em psicologia e saúde, especialista em saúde da criança e em terapia sistêmica de famílias e casais.


    27 min
  • Supremo decide que Moro foi parcial em julgamento de Lula

    O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a decisão da Segunda Turma da corte que declarou a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro na condução do processo do tríplex de Guarujá, que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à prisão. A Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3tNeUME) lembra que Lula permaneceu encarcerado por 580 dias.

    O caso, agora, precisará ser retomado da estaca zero pelos investigadores. As provas já colhidas serão anuladas e não poderão ser utilizadas em um eventual novo julgamento. O plenário do Supremo também decidiu nesta quinta-feira (22) confirmar o envio à Justiça Federal do Distrito Federal de quatro ações penais que investigam o ex-presidente. O Estadão (https://bit.ly/3eEDQzV) destaca que o tribunal de Brasília é considerado lento, suscetível a questões políticas e de perfil mais inclinado a absolver réus.

    Na abertura da Cúpula do Clima, promovida pelo Norte-Americano Joe Biden, o presidente Jair Bolsonaro disse que o Brasil se compromete a zerar até 2030 o desmatamento ilegal, reduzir as emissões e buscar neutralidade climática até 2050. A medida consiste em o país não emitir mais gases na atmosfera do que é capaz de absorver.

    6 min
  • Bolsonaro deve defender cartilha de Salles em cúpula do clima

    Nesta quinta-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) irá discursar para líderes de 40 nações na cúpula do clima, organizada pelo chefe do Executivo Norte-Americano, Joe Biden. A Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3n6UQm6) destaca que Bolsonaro terá apenas três minutos para desfazer a péssima imagem do Brasil em relação à preservação do meio ambiente. O jornal lembra que muito da visão internacional sobre o país foi cultivada pelo próprio presidente ao longo de seu mandato.

    Entretanto, a ideia agora é mostrar que o líder brasileiro está empenhado em combater o desmatamento. Segundo o G1 (https://glo.bo/3tM1Pn6), Bolsonaro vai insistir que os países poluidores paguem aos que preservam o meio ambiente e em uma solução que respeite atividades econômicas na Amazônia. Ele também defenderá que para implementar o plano de redução do desmatamento e cumprir metas globais, o Brasil precisa de recursos internacionais. Na prática, o presidente acompanhará a cartilha do já muito criticado ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Os mais recentes dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) mostraram que o desmatamento na Amazônia em março foi 12,6% maior do que o registrado no mesmo mês de 2020.

    Voltando ao ministro, Salles motivou um tuitaço nesta quarta-feira (21). A hashtag #ForaSalles foi alçada aos assuntos mais comentados no Twitter, aponta o UOL (https://bit.ly/3dFNzGJ). A cantora Anitta participou e protagonizou uma discussão com Salles. O Poder360 (https://bit.ly/3avQyQ6) destaca que o governo promoveu um almoço para apoiar o ministro com a presença de boa parte do primeiro escalão do Executivo.

    7 min
  • CPI da Covid-19 começa na próxima terça-feira

    Foi marcada para a próxima terça-feira a primeira sessão da CPI da Covid-19, no Senado. De acordo com o Estadão (https://bit.ly/3x2vxpI), a data atende a um pedido do Planalto por mais tempo para negociar uma troca de apoio de membros do colegiado por cargos no governo e emendas no orçamento de 2022.

    Por enquanto, Omar Aziz (PSD) segue o nome mais cotada para a presidência da Comissão, Randolfe Rodrigues (Rede) deve ser confirmado vice e Renan Calheiros (MDB) relator. De acordo com a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3tz1Uu6), o grupo majoritário tem planos de iniciar os trabalhos convocando os três ex-ministros da Saúde da gestão Bolsonaro para traçar uma linha do tempo dos acontecimentos durante a pandemia no Brasil. Pontos como a pressão do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) para que a pasta defendesse o uso de cloroquina seriam prioridade no inquérito. Os atuais comandantes da Saúde e da Economia, bem como o ex-chanceler e o ex-secretário da Comunicação Social também devem ser chamados a depor.

    O Brasil registrou 1.607 mortes por covid-19 em 24 horas e ultrapassou a marca de 375 mil óbitos pela doença. A média móvel dos últimos sete dias ficou em 2.860 vidas perdidas por dia. Já são 24 dias com o número acima 2.500, destaca o G1 (https://glo.bo/3swfeht). Os dados são do consórcio de veículos de imprensa.

    Ainda de acordo com o portal (https://glo.bo/2QyF2w9), o Brasil vacinou quase 27 milhões de pessoas com ao menos uma dose de imunizante contra o novo coronavírus. Isso equivale a 12,5% da população.

    6 min
  • Cresce pressão de senadores para investigar o STF

    Depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar a instalação da CPI da Covid, cresceu a pressão entre os senadores nos últimos dias para levar adiante iniciativas para investigar e afastar ministros do STF, além de propostas para mudar procedimentos relativos a decisões e mandato dos integrantes do tribunal, noticiou a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3x6tPUo). Os parlamentares consideram que a corte invadiu as competências do Legislativo ao determinar uma ação que seria prerrogativa do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

    Os dias seguintes à decisão do Supremo foram marcados por iniciativas vistas como revanchistas, como uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que restringe o alcance das decisões monocráticas do STF e um pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, sob a acusação de ter cometido ilegalidades no inquérito das fake news. Segundo a CNN Brasil (https://bit.ly/3e6wdSc), a CPI da Covid deve incluir na investigação as omissões do governo federal na recomendação do distanciamento social, a produção e distribuição de hidroxicloroquina e cloroquina durante a pandemia, e a demora na compra de vacinas.

    O Brasil registrou 1.533 mortes por covid-19 neste domingo (18), informou o Estadão (https://bit.ly/32xv6FL). A média dos óbitos da última semana ficou em 2.878. No total, o Brasil já perdeu mais de 373 mil pessoas para a doença e teve quase 14 milhões de infectados, ficando atrás, em registros, somente dos Estados Unidos.

    6 min
  • Os artistas e a pandemia

    Espírito de uma nação, a arte sofreu impactos severos ao longo da pandemia. Os artistas, mais ainda: de uma hora para a outra, o espaço de trabalho de milhares de músicos, atores e dançarinos brasileiros simplesmente desapareceu.

    Só na área musical, o Escritório de Arrecadação e Distribuição de direitos autorais (Ecad) calcula que uma média de 6 mil eventos musicais ou com música mecânica por mês "desapareceram" no Brasil.

    Mesmo para pessoas que têm a criatividade como ponto forte está difícil, às vezes impossível, encontrar maneiras de seguir em frente na profissão e pagar as contas. É sobre as dificuldades e os malabarismos que estes profissionais vêm fazendo, que vamos falar no Panorama Analisa desta semana. Conversamos com o cantor da banda porto-alegrense Os Horácios, Tiago Horácio, e com a iluminadora, atriz e diretora Nadja Naira.

    13 min

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