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Heloisa pariu em um hospital público no interior da França. No ápice da pandemia, tinha a família ao lado somente pelo celular, e o companheiro como doula.
Uma gravidez não planejada e repleta de incertezas. Um parto que não pode ser como Rízia sempre desejou. Mas, no fim, uma sensação de que tudo foi como tinha que ser.
Um parto de gêmeos, em francês, longe de casa. Marina encarou de frente o medo que sentiu, e logo entendeu que não existia espaço para tentar controlar a situação.
O início do trabalho de parto da Taissa foi marcado pela despedida do cachorro Chopin. Exausta, ela pariu em casa e reviveu emoções profundas de vivências passadas.
Ana pariu pela segunda vez no início da pandemia, naquele momento de medo e dúvida. E teve ainda que vencer o receio de achar que não era capaz.
Tati se esforçou muito para conseguir parir em casa, aos 43 anos. E sente que contou com a energia de todas as mulheres da sua família para ter o parto que tanto sonhou.
Ivi nunca havia relatado o seu parto - até agora. Ao contar, revive a experiência de parir a sua filha.
Luisa relata o seu parto já na espera pelo segundo filho - ela está grávida de 38 semanas, e irá parir pela segunda vez a qualquer momento.
A história do parto feito pela Josefina começa em uma investigação sobre a forma como ela própria veio ao mundo. Revisitando o passado, e cercada de pessoas de diferentes partes do mundo em um ambiente bem pouco convencional, ela mergulhou fundo na experiência de parir.
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