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Em 2020, produzi para o Instituto Claro uma cartão sonoro de fim de ano em formato de audiodrama.
Este episódio reúne várias passagens das tirinhas “Téo & o Mini Mundo – O Lugar do Outro”, de Caetano Cury com reflexões filosóficas, porém tornadas simples a partir da conversa de uma criança com sua melhor amiga.
Diálogos curtos e inteligentes entre o menino Téo, que observa seu pequeno universo em um microscópio, e a borboleta Eulália trazem considerações sobre sentimentos, sentidos e os caminhos para as transformações em nós mesmos e no mundo. No áudio, fica, então, um convite às perguntas mais elaboradas e às respostas mais simples. Ajuste as lentes do seu microscópio e dê o play nesta mensagem sensível e encantadora.
Em 2007, para o podcast O Toque (sobre música independente do Brasil), o tema foi música de Natal.
Neste episódio especial, Celso Viáfora conta a história da criação da canção “Papai Noel de Camiseta”.
A composição surge a partir de um convite inesperado de Ivan Lins e dá início a uma parceria que rende dezenas de músicas.
Viáfora também relata como surge a ideia de gravar com as crianças do projeto social Barracão dos Sonhos, de Paraisópolis. O sucesso de “Papai Noel de Camiseta” leva o cantor e compositor a levar o grupo de crianças para apresentações em seus shows pelo Brasil.
No final, você acompanha a interpretação da canção feita pelo próprio autor.
Capítulos:
00:29 Celso Viáfora se apresenta e conta a história envolvendo a composição da música de Natal “Papai Noel de Camiseta”
00:38 O telefonema inesperado de Ivan Lins solicitando uma música de Natal para o álbum temático que iria lançar
01:29 A reação de Ivan Lins ao ouvir a música e o início de uma parceria que rende mais de 50 canções
01:50 A gravação da música com participação de crianças do projeto social “Barracão dos Sonhos”, da favela de Paraisópolis
02:22 As contradições sociais entre condomínios de luxo e a favela na região do Morumbi e o quanto a letra da música se encaixa nessa realidade, em trechos como "E surgirão blocos mirins de suas camas de jornal e drag queens, os reis magros do carnaval de pé no chão"
02:54 O apoio de Walter Feldman para levar 15 crianças do projeto para gravar no Rio de Janeiro e a alegria delas ao ver o mar
03:21 Celso Viáfora inclui crianças do Barracão dos Sonhos em outras músicas e apresentações que faz pelo país
03:58 “Papai Noel de Camiseta” (Celso Viáfora)
Nesta edição, você vai ouvir uma biografia sonora de Zé Rodrix, a partir do programa Papo de Músico. A entrevista foi ao ar em março de 2009, poucos meses antes da morte de Rodrix.
Este episódio é, também, uma homenagem ao radialista, jornalista e crítico musical Toninho Spessoto, que apresentava e produzia o Papo de Músico para a Rádio USP FM. Spessoto morreu há 15 anos, em 23 de dezembro de 2010.
Acompanhe o Papo de Música com a última grande entrevista de Zé Rodrix, que originalmente foi levada ao ar em três partes nos dias 8, 15 e 22 de março de 2009, pela Rádio USP FM.
Capítulos:
00:00 Abertura sobre a importância de Toninho Spessoto e de Zé Rodrix para a música no Brasil
04:20 Cantor, compositor e amigo de Zé Rodrix, Sonekka conta como foi a participação de Zé Rodrix no Papo de Músico
08:17 Toninho Spessoto abre segundo bloco do programa
08:37 O Som Imaginário e Feira Moderna (Lô Borges/Beto Guedes/Fernando Brant)
10:05 Festivais
12:24 Como nasce “Casa no Campo”, que logo se torna um grande sucesso na voz de Elis Regina
13:41 O polêmico Festival de MPB de 1971
15:33 Zé Rodrix apresenta “Casa no Campo” a Elis Regina, que dá a forma definitiva à canção
16:45 Casa no Campo (Zé Rodrix/Tavito)
19:46 O trio Sá, Rodrix e Guarabyra: Hinos Batistas, Passado, Presente, Futuro
23:24 Deixa a Luz do Céu Entrar (Hino Batista Tradicional)
28:37 Hoje Ainda é Dia de Rock (Zé Rodrix)
31:00 Hoje Ainda é Dia de Rock com Tavito, versão de 2009
33:50 Primeira Canção da Estrada (Luiz Carlos Sá/Zé Rodrix) mixada com Da Penúltima Canção da Estrada à Volta do Trio (breve citação)
39:18 O sucesso de Sá, Rodrix e Guarabyra com o disco Terra, de 1973
51:29 Arranjos vocais do trio eram intuitivos
53:52 Mestre Jonas (Sá, Rodrix e Guarabyra)
57:42 Celly Campello grava a música Os Anos 60, do trio
01:02:53 Anos 60 (Sá/Rodrix/Guarabyra) e Blue Riviera (Sá/Rodrix/Guarabyra)
01:06:10 O fim do Trio Sá, Rodrix e Guarabyra
01:07:40 A volta do trio no Rock in Rio 3
01:08:11 A publicidade na carreira de Zé Rodrix
01:09:48 Audiopatrulha se transforma na Voz do Brasil, uma das principais produtoras de jingles do país
01:10:52 No Silêncio de um Chevrolet, jingle para a linha 88 da Chevrolet
01:12:59 No lançamento do Prisma, da Chevrolet, Zé realiza um musical e toca o jingle no espetáculo
01:13:35 Sobre a criação de jingles e marcas sonoras para Fininvest/Marisa/Pernambucanas
01:16:51 Primeiro Ato, álbum inaugura carreira solo com produção e arranjos do parceiro Tavito
01:18:09 Cadeira Vazia no. 2 (Sá/Rodrix/Guarabyra)
01:20:55 Soy Latino-Americano: Sucesso Nacional em 1976
01:24:40 Promoção com a Nova Brasil FM consagra a volta de Sá, Rodrix e Guarabyra com o álbum Outra Vez na Estrada
01:25:40 A democratização ao acesso das músicas para além das rádios
01:26:13 Soy Latino-Americano (Zé Rodrix/Robert Livi)
01:29:42 O sucesso do disco “Quando Será”, de 1977, que inaugura a parceria com Paulo Coelho
01:33:45 Quando Será (Zé Rodrix/Robert Livi)
01:37:37 O disco Hora Extra, a nova parceria com Paulo Coelho
01:42:21 Hora Extra (Zé Rodrix/Paulo Coelho)
01:44:30 Joelho de Porco, a Grande Farra do Rock
01:50:27 Rock do Relógio (Zé Rodrix)
01:56:18 Mariquinha e Maricota (Zé Rodrix/Tico Terpins/Próspero Albanese/David Drew Zingg)
02:02:40 Parceria com Sonekka e Clube Caiubi: a renovação da música brasileira
02:03:55 Nunca Senti Tanto Medo de Ser Feliz (Zé Rodrix/Sonekka)
02:06:52 A importância de se posicionar com a música
02:09:27 Jesus Numa Moto (Zé Rodrix)
02:13:34 A parceria de Reynaldo Bessa em Por Amor, gravada no acústico MTV do Ira!
02:15:50 Zé Rodrix canta e toca “Onde os Anjos não ousam Pisar”
02:24:29 Projetos literários e livros lançados por Zé Rodrix
Crédito da imagem: feita com ChatGPT a partir de foto do dia da gravação do programa Papo de Músico, publicada no blog do programa
Chegou o momento do nosso cartão sonoro de fim de ano.
A mensagem que você vai ouvir foi produzida por um grupo de estudantes do 4º semestre de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário FAAP, a partir da criação de um piloto de podcast para a marca Ferrero.
O Doce Natal de Kinderino
Neste episódio especial de fim de ano, você visita Kinderlândia, uma ilha mágica feita de chocolate, onde vive o pequeno e generoso Kinderino. Às vésperas do Natal, ele recebe um chamado urgente do Papai Noel: os presentes das crianças desapareceram e é preciso encontrar uma solução rapidamente. Em uma jornada marcada por sonhos, cansaço e descobertas, Kinderino aprende que até uma pequena ideia pode se transformar em uma grande saída, quando se trabalha em equipe.
Ao reunir seus primos e amigos, personagens inspirados no universo da Ferrero, a história revela que a verdadeira magia do Natal não está no tamanho dos presentes, mas na amizade, no trabalho em equipe e na esperança compartilhada. Entre risadas, esforço coletivo e momentos de descanso merecido, o conto se transforma em um convite afetuoso à escuta e à reflexão.
Mais do que um episódio narrativo, este podcast funciona como um cartão sonoro de Natal: uma mensagem delicada que lembra que amor, solidariedade e união são os presentes mais doces que podemos oferecer.
Capítulos:
00:00 Sobre a criação do audioconto de Natal
00:35 Conto de Natal "Kinderino em Um Doce Natal"
07:43 Encerramento e ficha técnica
Integrantes do grupo:
Amanda Encinas Leite
Clara Viel Faro
Laura Nogueira Papy
Lorenzo Mansur Bonomi
Maria Alice Pires Benevides Gadelha
Maria Luíza Casellato de Castro Petian
Ficha Técnica:
Roteiro: Amanda, Laura e Malu
Produção Sonora: Clara e Malu
Vozes:
Maria Alice – narração
Lorenzo – Kinderino
Laura – Choco, Tronky e Bueno
Malu – Joy
Participação especial de Vinícius Barbosa de Lima, como Papai Noel
Gravação e edição: Sérgio Zannoti
Produção e Direção de todo o grupo
Orientação: Marcelo Abud, para a matéria Produção Sonora Aplicada
Depois do sucesso da primeira edição em junho de 2025 (veja aqui), turmas dos cursos de Comunicação do Centro Universitário FAAP foram novamente estimuladas a criar músicas que exaltam as qualidades do áudio, diante do crescimento da oferta de videocasts. Para isso, o professor de Laboratório de produção sonora e podcast da instituição, Marcelo Abud, colocou esses estudantes em contato com matérias e artigos do site Castnews, que destacam características do “audiocast”, como produção mais ágil, menor custo, distribuição mais flexível, maior mobilidade e retenção do público.
A 2ª edição do Concurso FAAP MUSICASTNEWS conta com universitários e universitárias dos cursos BCM (que reúne estudantes de Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Relações Públicas) e, também, alunos do curso de Produção Audiovisual. Um júri especializado teve a missão de escolher as melhores criações em quatro categorias: Letra, Interpretação, Produção e Conjunto da obra.
Para eleger as melhores paródias ou criações originais, o concurso contou com:
Renato Bontempo, autor do livro “Podcast Descomplicado” e, também, publicitário, professor, fotógrafo e fundador do Castnews, que, aliás, se tornou parceiro deste nosso concurso;
Roberto Hais, comunicador, programador musical e professor. Locutor há mais de 35 anos, Hais atualmente está nas noites da Mix FM.
Reynaldo Bessa, poeta, escritor, professor, músico e compositor.
Leandro Gouveia, repórter e apresentador da Rádio e de podcasts da CBN. Vencedor do Prêmio APCA pelo podcast Meio Rádio.
Caio Zan, produtor musical na Zanzar. Formado em Produção Fonográfica, atua na pós produção sonora com composição de trilhas sonoras, edição e finalização de som, mixagem e masterização.
Este incrível time de profissionais ligados ao áudio e à música tiveram a missão de escolher os melhores entre 17 produções musicais (disponíveis neste link).
Capítulos:
00:00 Apresentação do objetivo e de como funciona o Concurso FAAP MUSICASTNEWS, em que estudantes criam músicas para valorizar as qualidades do áudio na produção e consumo de podcasts
02:44 Mix com as músicas concorrentes
08:26 MELHOR LETRA: Podcast On, criada por Arthur Vitor Andrade Jardim / Isabela Weza de Oliveira / Isabella Fernandes / Julia Ferreira Chaves, do 4º semestre de Publicidade e Propaganda.
11:18 MELHOR LETRA E MELHOR PRODUÇÃO: No Mic me Lanço’ criação de Amanda de Almeida Salvador, Beatriz Barros de Morais, Evellyn Rodrigues Barros, Gustavo da Cruz Moreno, Lais Gerbelli Lima, Lucas Teodoro Abud, Luísa da Silva Assumpção, Maria Clara Guilherme Veloso, Rodrigo Andrade da Paz, Stephanie Fernandes Fiuza Esteves, Yasmin Gabrielle de Souza Silva e Yeda Machado Kodama, estudantes do primeiro semestre do curso BCM, noturno.
14:27 MELHOR INTÉRPRETE: Gabriela Saraceni, pela interpretação da música Play no Podcast, criada pelo grupo: Aline Esteves Garcia, Carolina de Lima Freire, Caio Berbigier Martins, Gabriela Venancio Saraceni, Gustavo Melo de Sá e Nicolas Borillo Justo, turma do primeiro semestre do curso BCM, matutino.
18:05 MELHOR INTÉRPRETE: Gabriela Camisotti, que canta Em Qualquer Lugar, criação do grupo de estudantes do BCM Noturno formado por Anna Belchior, Breno Zanella, Gabriela Camisotti, Guilherme Neves, Júlia De Souza, Júlia Portapila, Mariane Sales, Michele Bleil, Stephanie Esteves. Vale uma menção honrosa para todas as integrantes do grupo, que, como você vai ouvir, são responsáveis por um afinadíssimo coral.
20:54 MELHOR PRODUÇÃO E MELHOR DE TODOS: LEVE DEMAIS composição do grupo formado por Amanda Leite, Laura Papy, João Victor Moreira, Maria Alice Gadelha e Maria Luíza Petian, do 4º semestre de Publicidade e Propaganda (que aparecem na capa do podcast, em foto tirada por Yasmin Rebouças).
Silvio Santos faria 95 anos neste 12 de dezembro de 2025. Para homenagear o "Homem do Baú", aqui você vai conhecer alguns momentos do início da carreira do saudoso apresentador e empresário.
Ouça a participação do professor e autor do livro "Silvio Santos - a trajetória do mito", Fernando Morgado. Saiba como foi a trajetória de Silvio Santos no rádio e ouça trechos de programas apresentados por ele, além de uma inusitada interpretação como cantor em 1959 no programa Galera do Nelson, na Rádio Nacional de São Paulo.
Capítulos:
00:00 Abertura
02:31 Abertura do Programa Silvio Santos na Rádio Nacional de São Paulo
03:30 Fernando Morgado faz um panorama da trajetória de quase 40 anos de Silvio Santos no rádio
04:06 Na Nacional de São Paulo, Silvio Santos é impulsionado por Manoel de Nóbrega e depois ganha seu próprio programa
04:33 Silvio Santos é um representante da transição do rádio dos programas de auditório para um meio de comunicação mais intimista
05:23 Silvio Santos relembra como começou na Rádio Nacional de São Paulo e sobre o primeiro teste que fez para ter um programa de rádio
07:06 Trechos do Programa Silvio Santos na Rádio Nacional
12:59 Silvio Santos apresenta debate sobre notícias do dia, no quadro Falando Francamente, que comandava na Rádio Globo
18:49 A história de como Silvio Santos se torna o "Peru Falante", apelido dado pelo colega Manoel de Nóbrega
20:01 Silvio Santos canta "A Marcha do Peru" no programa Galera do Nelson. A marchinha foi lançada para o carnaval de 59
25:13 Áudio de disquinho da série "Bauzinho Encantado: Silvio Santos para Crianças". Ouça Silvio Santos como narrador da adaptação da história de O Mágico de Oz
Vozes da Longevidade é resultado da parceria entre a FAAP e o Instituto Velho Amigo. Neste episódio, conversamos com a fundadora e presidente do Instituto Velho Amigo Regina Moraes, o fundador da Associação Viva e Deixe Viver Valdir Cimino e a cantora Paulah Gauss.
Capítulos:
02:05 Regina Moraes conta como surge o Instituto Velho Amigo. O fato de ter crescido vendo o pai, Antonio Ermírio de Moraes, fazer trabalho voluntário à frente da Beneficência Portuguesa e Cruz Verde a inspiraram
02:49 Caçula de 9 irmãos, Regina convivia com pessoas mais velhas desde a infância.
04:20 Como acionista do Grupo Votorantim, recebe telefonema com pedido de doação de cimento para a construção de uma casa. No dia em que vê a obra pronta, decide que o voluntariado seria seu propósito de vida
06:19 Cimino relata como nasce a vontade de atuar como voluntário. Ele cita a influência da avó, que era curandeira. No dia de São Cosme e Damião, ajudava a fazer os saquinhos de doce e depois os distribuía
07:20 O voluntariado ganha visão profissional quando mora nos Estados Unidos, nos anos 90, de onde volta com a ideia de criar a Associação Viva e Deixe Viver
07:50 Valdir explica como funda a Associação Viva e Deixe Viver e como ficava incomodado em ver o tempo que a criança ficava em frente à televisão e não se dedicava à leitura
08:20 A percepção de que para a criança, inclusive em hospitais, aceitar a leitura, é preciso estimular a brincadeira antes.
09:21 Valdir e Regina se conheceram em 2001, Ano Internacional do Voluntariado e o da queda das torres gêmeas, o que torna ainda mais importante que se fale de humanização
10:07 Regina fala da mudança do perfil e do comprometimento da pessoa voluntariada que percebe ao longo de mais de duas décadas à frente do Instituto Velho Amigo. Indica o site descubrasuacausa.net.br para quem tem interesse em se tornar uma pessoa voluntária
12:14 Valdir ressalta a importância da formação para quem quer se tornar voluntário. Ele explica o conceito dos 3 Cs: Consciência, Comprometimento e ser Constante. Estas são qualidades da pessoa voluntária
13:07 O cortisol na saliva da criança cai depois que ela ouve uma boa contação de história
13:53 Valdir Cimino se emociona ao lembrar o que o fez perceber o poder transformador do voluntariado. Ele trabalhava na MTV e ficou um ano nos Estados Unidos. Para melhorar a fluência na língua inglesa contou com voluntários idosos que contavam suas histórias para estrangeiros
16:13 Valdir fala da importância do envolvimento e da formação da pessoa que se propõe a contar histórias para crianças com câncer, pela Associação Viva e Deixe Viver
18:10 Entrevistados opinam se o voluntariado nasce da empatia ou pode ser despertado em qualquer pessoa
18:34 "A palavra convence, mas o exemplo arrasta". Regina conta que o filho, quando muito criança, na época do Natal, teve o ímpeto de ajudar um funcionário do mercado que havia derrubado panetones no chão
21:40 Fala-povo: como jovens enxergam o voluntariado e o que que cada um tem feito para transformar o mundo?
24:00 Regina fala da importância de projetos de voluntariado voltados a pessoas idosas
24:46 Valdir comenta sobre a motivação que vê em universitários que participam das ações do FAAP Social
29:13 Valdir conta um causo que vivenciou e que o fez perceber o poder da música na mente das pessoas idosas
31:50 A cantora Paula Gauss compartilha como se sente ao cantar voluntariamente para pessoas idosas
33:25 Paula conta emoção de uma senhora que, ao ouvi-la cantar Fascinação, chorava copiosamente. Ela havia trabalhado com Elis
35:05 Paula lembra da vó, que morreu com 99 anos. Ela foi inspiração para a cantora
37:02 "Como é grande o meu amor por você", de Roberto Carlos, é o tema do Instituto Velho Amigo, para Paula
40:10 Entrevistadas falam sobre desculpas que são dadas por quem não consegue ser voluntário e dão dicas para quem quer começar uma ação voluntária
49:57 Depoimentos de pessoas atendidas pelo Instituto Velho Amigo
Neste episódio, homenageamos Joelmir Beting, que morreu em 29 de novembro de 2012, aos 75 anos, após complicações decorrentes de um AVC hemorrágico.
Você vai acompanhar o momento em que o filho Mauro Beting anuncia a morte do pai ao vivo, no Terceiro Tempo, da Rádio Bandeirantes; uma matéria especial no Jornal Primeira Hora que, a partir de entrevista a Paulo Galvão ao programa Sofá Bandeirantes, faz um balanço da vida de Joelmir; entrevistas à galera do Na Geral e a Milton Neves.
A Trajetória de Joelmir Beting
Profissionalmente, tudo começa em 1957, quando chega a São Paulo e logo ingressa na Rádio Pan-Americana — a atual Jovem Pan — e nos jornais O Esporte e Diário Popular. Em 1961, cria a placa em homenagem a um gol de Pelé e assim se torna responsável pela inspiração da expressão “gol de placa”. Décadas depois, Pelé devolve a placa para Joelmir com outra homenagem: “Do autor do gol de placa ao autor da placa do gol.”
Joelmir troca o Esporte pela Economia depois de uma partida entre Palmeiras e Corinthians, em que não se limita ao papel de comentarista e faz desaforos aos torcedores adversários.
Em 1970, lança uma coluna diária na Folha e, depois em O Globo. Paralelamente, Joelmir segue no rádio e, em 1975, chega ao telejornalismo como âncora da Bandeirantes, onde permanece até 1985. Neste período tem uma primeira passagem marcante, a partir de abril de 78, na bancada do Jornal Gente, ao lado de José Paulo de Andrade e Salomão Ésper.
Em 85, na Globo, assume colunas no Fantástico e no Jornal Nacional e participações na Excelsior, CBN, GloboNews. Fica no grupo da Família Marinho até 2003, quando retorna ao Grupo Bandeirantes, onde segue como comentarista e âncora por quase uma década.
Ao longo da carreira, colecionou prêmios. O Comunique-se, por exemplo, levou quatro vezes. Em 2001, venceu o Grande Prêmio Instituto Ayrton Senna de Jornalismo.
CAPÍTULOS:
00:00 Abertura e importância de Joelmir Beting para popularizar a editoria de economia no jornalismo brasileiro
02:15 Mauro Beting participa do podcast Pod Pai, Pod Filho e revela a Téo José e Alê os bastidores do programa Terceiro Tempo, em que noticia a morte do pai Joelmir Beting
05:51 Mauro Beting comunica a morte do pai, Joelmir, ao vivo, no programa Terceiro Tempo, da Rádio Bandeirantes
13:06 Matéria especial destaca trajetória profissional de Joelmir Beting
13:50 Ao testemunhar uma jogada brilhante de Pelé no Marcanã, em 5 de março de 1961, Joelmir Beting tem a ideia de criar uma placa de bronze para registrar esse momento
14:41 Joelmir Beting conta o motivo que o levou a abandonar a crônica esportiva, após um jogo entre Palmeiras e Corinthians, no Pacaembu. Ele quase foi linchado pela torcida corintiana, depois de fazer provocações quando o Palmeiras fez gol na partida
15:39 Em 1962, começa a atuar no jornalismo econômico. Em 68, em coluna diária na Folha, passa a traduzir a economia para que todos entendessem
17:50 Em comentário econômico no programa Perspectiva, em março de 79, Joelmir Beting aponta a necessidade de se diversificar as alternativas energéticas, diante da escassez de petróleo
19:03 Joelmir como mediador de debates na TV Bandeirantes
22:25 Abertura do programa Jornal Gente no dia da morte de Joelmir Beting. Os colegas José Paulo de Andrade, Salomão Ésper e Rafael Colombo relembram a importância do jornalista que popularizou a economia
27:12 No dia 1º de dezembro de 2012, no quadro Interferência, do programa "Você é Curioso?", Marcelo Abud destaca o humor de Joelmir Beting, com um momento delicioso em que ele invade o programa Na Geral, que está completando 25 anos no ar e atualmente é apresentado na rádio Tropical FM
33:52 Milton Neves entrevista Joelmir Beting em 8 de agosto de 2010. Eles conversam sobre a importância de padre Donizetti Tavares de Lima, que foi o mentor do jornalista ainda durante a infância em Tambaú
70:24 Carlos Nascimento fala sobre idoneidade deJoelmir Beting
Começou no dia 10 e segue até o dia 21 de novembro deste ano de 2025 a COP30.
A Conferência sobre Mudança Climática é o maior evento global das Nações Unidas para discutir e promover negociações intergovernamentais a respeito do assunto.
E eu aproveito esse momento em que Belém do Pará é a capital do mundo, com suas belezas e contradições que têm sido acompanhadas pelos mais diversos veículos de comunicação, para trazer alguns temas que estão ligados às discussões que acontecem na COP30.
Você vai acompanhar nesta edição especial dois episódios realizados por mim para o podcast do Instituto Claro, em que produzi áudios por mais de doze anos.
Um deles é a matéria que fiz, em 2023, com a importante representante da Música Popular Originária (MPO), nascida em Mirinzal, no Estado do Maranhão, e moradora do Complexo da Maré, Kaê Guajajara. Ela usa a música como arte anticolonial para lutar pelos direitos dos povos originários.
O outro assunto em pauta que colocamos no podcast de Cidadania do Instituto Claro é o Racismo Oceânico, que mostra que as tragédias causadas pelo aquecimento dos oceanos atingem mais a quem está à margem da sociedade. Quem nos explica como isso acontece é o professor do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, USP, Alexander Turra.
Entre a luta dos povos originários e os eventos climáticos extremos que atingem mais às populações vulneráveis, vamos relembrar a campanha pela despoluição do Rio Tietê, que fez com que a Rádio Eldorado, quando comandada por João Lara Mesquita, ficasse conhecida como uma emissora cidadã.
CAPÍTULOS:
00:00 Abertura
02:19 Entrevista com Kaê Guajajara sobre o ativismo anticolonial na MPO (Música dos Povos Originários)
11:01 Ex-diretor da Rádio Eldorado, João Lara Mesquita relembra da fase em que a emissora ficou conhecida como "Rádio Cidadã". Ao programa Panorama Eldorado, ele relembra do início da campanha pela despoluição do Rio Tietê, que foi uma das bandeiras da Rádio Eldorado
18:38 Programa Espaço Informal com Roseli Tardelli dá início à campanha pela despoluição do Rio Tietê. A edição histórica, apresentada em 09 de agosto de 1990, foi realizada em parceria com a BBC. Enquanto que em São Paulo, o repórter Marco Antonio Sabino percorria o Tietê, a repórter Márcia Poole, em Londres, navegava pelo Tâmisa.
31:08 João Lara Mesquita reforçou o papel da Eldorado na campanha pela despoluição do Rio Tietê em palestra na USP, em 2013. Neste depoimento, ele fala sobre a campanha pela despoluição do Rio Tietê e do início do projeto Mar sem Fim, ao qual passa a se dedicar a partir da saída da Eldorado, em 2003.
35:49 O professor do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, USP, Alexander Turra, explica o que é racismo oceânico e como os efeitos do aumento da temperatura dos oceanos, que tem origem na emissão degases do efeito estufa, impactam na maior parte das vezes pessoas que moram nas periferias e de forma precária.
43:51 Música "Canção do Exílio", uma paródia poética para o poema de Gonçalves Dias escrita por Marcelo Alvarez e interpretada por Reynaldo Bessa
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