Peças Raras - Você em sintonia com o rádio

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Peças Raras - Você em sintonia com o rádio episodes

  • #375 José Silvério, o Pai do Gol, completa 80 anos

    Neste episódio especial, vamos acompanhar grandes lances da carreira de José Silveiro e, também, a imitação de Beto Hora em momentos hilários do Na Geral.

    Natural de Itumirim, pequena cidade localizada ao sul de Minas Gerais, que não tinha nem time de futebol, Silvério é uma das maiores estrelas da narração do país e dá continuidade ao estilo de outros dois grandes nomes dessa arte, Nicolau Tuma e Pedro Luiz. Velocidade e precisão, lance a lance, são as marcas do “pai do gol” que trabalhou em rádios como Itatiaia e Inconfidência, em Belo Horizonte, Continental e Tupi, no Rio de Janeiro, onde trabalhou como corresponde para a Tupi de São Paulo, no início dos anos 1970. Em 77, é um dos que teve a oportunidade de narrar o gol de Basílio que tiraria o Corinthians de um jejum de títulos. Alguns meses antes, tinha sido escalado como titular da Jovem Pan, em São Paulo.

    Depois da Pan, Silvério ficou 20 anos como títular absoluto da equipe da Rádio Bandeirantes. Depois de ganhar mais de 20 vezes o Prêmio da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo, José Silvério hoje dá nome ao troféu Aceesp.

    Durante a carreira, Silvério narrou onze Copas do Mundo e três finais da seleção brasileira (duas vitórias, em 1994 e 2002, e uma derrota, em 1998).

    Capítulos:

    00:00 Abertura

    02:04 Biografia de José Silvério na narração esportiva é destaque do quadro Interferência

    07:08 Abertura da Jornada Esportiva na estreia de José Silvério na Rádio Bandeirantes, em 1985. Fiori Gigliotti faz uma emocionante recepção a Silvério.

    11:09 Mensagem produzida pela Rádio Bandeirantes homenageia os 50 anos de transmissões esportivas de José Silvério, em 2013. Acompanhe depoimento de Rafael Colombo sobre a importância do narrador e texto emocionante lido por Walker Blaz

    15:28 Matéria sobre transmissões esportivas. José Silvério e Claudio Zaidan comentam o que faz a diferença na narração do futebol pelo rádio

    19:20 Beto Hora conta como começa a imitar José Silvério e Claudio Zaidan no Na Geral, programa que mistura humor e futebol

    23:40 Beto Hora faz imitações de Silvério e Zaidan para narrar a conquista do título mundial de Surfe conquistado por Gabriel Medina, em 19 de dezembro de 2014

    31:54 Entrevista com José Silvério no programa Na Geral, em 19 de julho de 2013. A conversa traz um panorama da trajetória profissional de Silvério, no momento em que o narrador celebrava os 50 anos como narrador esportivo

    53:33 José Silvério agradece matéria produzida pelo SporTV Repórter, em que é homenageado

    57:14 Depoimento de José Silvério sobre o rádio e a importância do meio de comunicação na vida dele, desde menino

    59 min
  • #374 Ary Barroso, o Radialista

    7 de novembro é oficialmente o Dia do Radialista no Brasil. A data substitui o 21 de setembro, que ainda é lembrada por muita gente do meio, por ser o dia em que foi estabelecido o piso salarial da categoria em 1943.

    7 de novembro é o Dia do Radialista por causa do nascimento do compositor e radialista Ary Barroso, em 1903. Muita gente conhece Ary por composições como Aquarela do Brasil e Na Baixa do Sapateiro, esta em parceria com Dorival Caymmi. No entanto, ele também foi um dos grandes nomes da história do rádio no Brasil e pioneiro em estilos de programa e criações para o meio.

    A estreia de Ary se dá em 1932, momento em que o rádio começa a se popularizar. É nesse ano que a propaganda é autorizada por Getúlio Vargas e marca um novo tempo para as emissoras, que, com mais verba, passam a investir na contratação de grandes nomes da música popular e artistas de talento em diversas áreas.

    Ary Barroso começa a ganhar destaque dois anos depois do início da carreira de radialista. Na Rádio Kosmos, de São Paulo, ganha o Hora H, que também teve uma temporada na Rádio Cruzeiro do Sul, no Rio de Janeiro.

    Neste episódio, você vai conhecer os grandes momentos da carreira do radialista Ary Barroso.


    Capítulos:

    00:00 Abertura

    00:14 A origem do Dia do Radialista em 7 de novembro

    01:00 A trajetória de Ary Barroso no rádio, desde a estreia na Rádio Kosmos, em 1932, até o momento em que apresenta o programa “Calouros em Desfile”, na Rádio Tupi.

    02:08 Como era o programa “Calouros em Desfile”

    02:39 Abertura e trecho do programa “Calouros em Desfile”

    03:56 Como foi a participação de Elza Soares no programa de calouros apresentado por Ary Barroso, em 1953

    05:31 O programa de auditório Toque Maestro promovia uma competição entre pessoas da plateia e os músicos da atração, como Pixinguinha

    06:23 Abertura do programa Toque Maestro e trecho do programa

    09:45 José Vasconcellos, no show “Eu sou o Espetáculo”, de 1960, imita Ary Barroso como apresentador do programa “Calouros em Desfile”

    17:00 Radioteatro “Ary Barroso: Sua Gaita e sua História”, levado ao ar no primeiro dia do ano de 1950, pela Rádio Tupi

    20:18 Ary Barroso conta como foi a infância, desde o nascimento em Ubá, Minas Gerais. Aos 8 anos, fica órfão e passa a ser cuidado pela avó

    22:50 Aos 10 anos de idade, Ary Barroso começa a tomar contato com piano

    25:00 Com 17 anos de idade, deixa Ubá e vai tentar a sorte no Rio de Janeiro, onde estuda Direito e toca piano em orquestras para sobreviver

    28:05 Em 1936, vai com Luiz Peixoto a São Paulo. Ambos passam a trabalhar na Rádio Kosmos, onde Ary Barroso atua em programas humorísticos

    29:49 O jornalista e biógrafo Sergio Cabral conta como surge a ideia de utilizar uma gaitinha como marca sonora nas transmissões esportivas, na hora do gol

    33:11 Ary Barroso explica como chega ao som de uma gaita como “vinheta” para marcar a hora do gol nas transmissões de futebol que fazia pela Rádio Tupi

    37:49 Em 37, faz a primeira viagem aérea para narrar a final entre Argentina e Brasil no Sul-Americano. O jogo acontece em Buenos Aires, no campo do San Lorenzo, em clima de guerra. Ary sofre agressões por ser brasileiro

    41:20 Em 38, o radialista é transferido da Rádio Cruzeiro do Sul para a Rádio Tupi, onde passa a ganhar um salário mais de 3 vezes maior

    43:40 Ary Barroso enfrenta exclusividade da “Rádio Byington” para a transmissão de jogo entre as seleções Paulista e Carioca, em 1941, e narra a partida diretamente do Palestra Itália, em São Paulo

    46:00 Entrevista com Flavio Barroso, filho mais velho de Ary Barroso, nos anos 80, para o Jornal do Brasil. Ele conta que a música mais importante para o pai era Terra Seca, uma composição que foge ao “ufanismo” com o qual fica conhecido.

    47:35 Ary Barroso treina a qualidade de sua oratória em um bar de Ubá, ainda na mocidade

    50:57 Aquarela Brasileira, samba-enredo de 1964 da Império Serrano, é apresentado na avenida. Enquanto era homenageado, Ary Barroso morre de pneumonia em decorrência de uma cirrose hepática

    53 min
  • #373 Peças Raras de William Bonner na Rádio USP, nos anos 80

    Para marcar o momento em que William Bonner se despede do Jornal Nacional, você vai ouvir dois momentos raros de quando Bonner esteve na Rádio USP FM, antes de se tornar apresentador de telejornais: um trecho do programa Concerto de Rock e a participação em uma adaptação para o português do radioteatro A Guerra dos Mundos, de Orson Welles.

    Você acompanha também os depoimentos das locutoras Fernanda Lima e Denise Wuilleumier, que relembram da programação e importância da USP FM naqueles meados dos anos 80.

    Capítulos:

    00:00 Abertura sobre início de carreira de William Bonner no rádio

    01:45 A jornalista e locutora Fernanda Lima, do Estúdio Eco, fala sobre o programa “Concerto de Rock”, que teve apresentação de William Bonner e Denise Wuilleumier, em 1984, na Rádio USP

    03:44 Concerto de Rock, da Rádio USP, com William Bonner e Denise Wuilleumier. Em destaque, Sex Pistols

    08:45 A história do programa Concerto de Rock da Rádio USP

    10:58 Denise Wuilleumier, gerente de comunicação da TV Gazeta, relembra o início da carreira o rádio, como locutora da USP FM. Ela lembra de como a emissora abre as portas para a produção independente e fica entre as 10 mais ouvidas de São Paulo nos anos 80

    15:40 A importância e o contexto em que foi realizado o radioteatro A Guerra dos Mundos, de Orson Welles, na véspera do Dia das Bruxas, em 30 de outubro de 1938

    18:13 Versão em português do radioteatro A Guerra dos Mundos produzida para a Rádio USP em 1985. William Bonner era estudante da ECA-USP e um dos radioatores na montagem especial

    01:02:20 Abertura do Jornal Nacional do dia 1º de setembro de 2025, quando William Bonner anuncia a saída do noticiário a partir de novembro

    1 hr 8 min
  • #372 85 anos de Pelé: uma tabelinha entre humor e emoção

    Pelé faria 85 anos neste dia 23 de outubro de 2025. Para celebrar, você vai ouvir momentos raros, alguns divertidos e outros emocionantes, na voz do eterno rei do futebol.

    Tem um depoimento sobre a promessa que Pelé faz ao pai na Copa de 50, antes de se tornar tricampeão mundial pela seleção brasileira.

    A participação no Programa Flávio Cavalcanti, em 1972, pela TV Tupi.

    Milton Neves falando da emoção e importância de Pelé em sua vida.

    Um comercial de rádio premiado para o Museu do Futebol, com Beto Hora como Imitador de Pelé.

    Beto Hora também está em entrevista a Paulo Galvão no Sofá Bandeirantes, com momentos em que Pelé participa do programa Na Geral.

    E tem ainda narrações e entrevista no dia em que Pelé faz o milésimo gol.

    Capítulos:

    00:00 Abertura

    02:45 Depoimento de Pelé sobre Copa de 50 e promessa ao pai de quem ganharia uma Copa, o que acontece pela primeira vez em 1958

    06:12 Pelé canta "Perdão, não tem" (gravada originalmente com Elis Regina), ao vivo, no Programa Flávio Cavalcanti, na TV Tupi, em 1972

    09:16 Milton Neves comenta que Pelé é proclamado "Rei do Futebol" em 1959 e relata a emoção que teve, em 1962, ao ver Pelé pela primeira vez, no estádio

    11:13 Em 27 de março de 2009 acontece a entrega da 10ª edição do Prêmio de Criatividade em Rádio GPR. Entre os 11 finalistas, o fonograma Imitador de Pelé leva a melhor e fica com o Grand Prix. Ouça o comercial que tem as vozes de Léo Batista e de Beto Hora, imitando Pelé, para o Museu do Futebol

    12:30 Leonardo Claret, dupla de Toni Fernandes na Lew'Lara à época, comenta sobre o spot "O Imitador do Pelé"

    14:35 Mensagem de voz na secretaria eletrônica de Beto Hora, em que ele imita Pelé e faz um autoelogio

    14:51 Beto Hora no Sofá Bandeirantes em 12 de abril de 2011. Paulo Galvão surpreende o entrevistado ao trazer momentos em que Pelé participa do programa Na Geral, que está completando 25 anos no ar e atualmente é apresentado na Tropical FM

    17:54 Primeira vez que Pelé entra no ar no Na Geral é em 3 de abril de 2003, por telefone, passando-se por ouvinte comum do programa e surpreendendo os apresentadores

    22:03 Pelé aparece no estúdio da Rádio Bandeirantes, em 19 de outubro de 2004, durante o programa Na Geral, e leva de presente uma música (gravada no estúdio do maestro Ruriá Duprat) para Beto Hora, Lélio Teixeira e Zé Paulo da Glória. A composição se torna a música de encerramento do Na Geral

    27:46 Em 6 de janeiro de 2016, Pelé volta a participar do programa Na Geral, na Rádio Bandeirantes. Ele tenta cantar a música "Cidade Grande (Abre a Porteira)", composta pelo próprio Pelé e gravada juntamente com o também saudoso Jair Rodrigues, em 1981. O acompanhamento é feito pelo rapper Fernandinho Beat Box.36:08 Música de encerramento do programa Na Geral, na fase em que era apresentado na Rádio Bandeirantes. Pelé é o compositor e intérprete dos versos "fale bem de mim ou fale mal, quero ouvir a opinião da turma Na Geral"

    38:12 O milésimo gol de Pelé foi feito em cobrança de pênalti em 19 de novembro de 1969 no jogo entre Vasco e Santos, no Maracanã. Você relembra as narrações de Waldir Amaral, pela Rádio Globo, e de Joseval Peixoto, pela antiga Jovem Pan.

    40:59 Pelé dedica milésimo gol à filha e a todas as crianças do mundo, em entrevista após o jogo no Maracanã

    41:58 Depoimentos sobre o poder e a magia do rádio, nas vozes de Salomão Ésper, José Paulo de Andrade, Eli Corrêa, Vanessa Rabello, Joseval Peixoto, Nicolau Tuma, Hélio Ribeiro


    Imagem: Pelé ao lado de Roberto Carlos, no programa Flávio Cavalcanti, da TV Tupi, em 1972

    43 min
  • #371 O rádio e a queda de Fernando Collor em 1992

    Nesta quinta, dia 16 de outubro, a Globoplay passa a disponibilizar os sete episódios da série documental Caçador de Marajás, que narra a ascensão e a queda de Fernando Collor de Mello.

    E já que a proposta deste nosso podcast é colocar “você em sintonia com o rádio”, vamos destacar dois momentos. Um que é citado na série, a entrevista de Pedro Collor à Rádio Eldorado; e outro que rendeu o Prêmio Libero Badaró para um episódio que reúne duas emissoras de notícias e fica conhecido como “acareação eletrônica”.

    Esse feito acontece em junho de 1992, quando as Rádios Bandeirantes e CBN promovem uma conversa entre o ex-ministro do Trabalho, Antonio Rogério Magri, diretamente dos estúdios da Bandeirantes, e o ex-diretor de Arrecadação e fiscalização do INSS, Volnei Ávila, que, no mesmo horário, estava na CBN.

    Você vai ouvir o depoimento de Antônio Galvão, que, nesse dia, estava trabalhando em ambas as emissoras. Ele explica como surge a ideia e de que forma acontece a transmissão em conjunto.

    Na sequência, você fica com um importante momento do especial 4 Vozes + Uma, que reuniu grandes nomes do radiojornalismo no dia 25 de setembro de 2012, na extinta Rádio Estadão ESPN, que, aliás, você pode acompanhar na íntegra no episódio 363 desta temporada do nosso podcast.

    Quando convidado pelo mediador da conversa - o jornalista Haisem Abaki -, a lembrar de momentos marcantes da trajetória no rádio, o saudoso José Paulo de Andrade cita a conquista do Prêmio Libero Badaró, em 1992, pela ligação entre Bandeirantes e CBN para colocar no ar Rogério Magri e Volnei Avila. Um detalhe interessante é que o próprio Haisem fez parte deste momento histórico, já que era o redator do jornal da CBN. Na conversa esteva também Heródoto Barbeiro.

    E, depois de conhecer mais dos bastidores dessa história, ouça como foi a união feita entre a Bandeirantes e a CBN, que mereceu destaque, inclusive, na Revista Veja, em 3 de junho de 1992, sendo chamada de Acareação Eletrônica.

    Por fim, acompanhe o áudio de um trecho da série documental “Caçador de Marajás”, que aborda uma entrevista de Pedro Collor e ouve, inclusive, o diretor da Rádio Eldorado, que era o João Lara Mesquita.

    Se você tem curiosidade para escutar ou relembrar desta entrevista com Pedro Collor na Rádio Eldorado, ela está disponível no podcast Memória Eldorado, publicado pelo jornalista Thiago Uberreich em 4 de maio de 2020.


    Capítulos:

    00:00 Abertura sobre a série Caçador de Marajás na Globoplay e participação do rádio nas denúncias contra Fernando Collor.

    01:15 Bastidores da transmissão conjunta entre Bandeirantes e CBN. O técnico de som Antônio Galvão conta como foi feita a ligação entre as duas emissoras.

    05:27 José Paulo de Andrade e Heródoto Barbeiro relembram entrevista entre o ex-ministro do trabalho, Antônio Rogério Magri, e o ex-diretor de Arrecadação e fiscalização do INSS, Volnei Ávila, que rendeu à Bandeirantes e à CBN o Grande Prêmio Líbero Badaró em 1992.

    08:23 Trecho da transmissão da Bandeirantes com a CBN que colocou Magri e Volnei Ávila ao vivo nas duas emissoras jornalísticas.

    13:34 João Lara Mesquita comenta sobre entrevista de Pedro Collor à Rádio Eldorado, em junho de 1992.

    18:13 Trecho de entrevista de Pedro Collor, em 22 de maio de 1992, concedida ao então diretor da Rádio Eldorado, João Lara Mesquita, e aos repórteres Marco Antonio Sabino e Roseli Tardelli.

    22 min
  • #370 Rádios que viraram Notícia: CBN, BandNews e TMC

    Na segunda, dia 13 de outubro de 2025, a Rede TMC estreou no lugar da Transamérica. A nova rede se dedica a jornalismo, esportes e prestação de serviço.

    Empresários como João Camargo e Neneto Camargo, donos das rádios Disney, 89 e Alpha, estão à frente do novo projeto.

    Aqui no Peças Raras, aproveitamos esse momento para relembrar como surgiram as outras redes de rádio que viraram notícia antes da TMC: a CBN e a Bandnews.


    Em 2009, o locutor Fernando Alves entrou em contato com o Peças Raras para deixar um relato exclusivo. Neste depoimento, ele compartilha a emoção que marca o fim da Rádio X, FM popular do Sistema Globo de Rádio, que é substituída pela CBN em 2005.

    Depois vamos avançar um pouco no tempo para falar de outra emissora popular que também virou notícia. Você vai relembrar dois momentos marcantes na voz do saudoso Viny França: o dia em que a Rádio Cidade passa a se chamar Sucesso, nome que havia sido escolhido pelos próprios ouvintes; o momento em que, em 20 de abril de 2005, já sob o domínio do grupo Bandeirantes, a frequência cede lugar à Bandnews FM.

    Já como BandNews, você vai relembrar e ouvir um editorial na voz de Carlos Nascimento, que inaugurou a emissora.

    Finalmente, depois de lembrar como surgiram as transmissões da CBN, que existe desde 1991, mas passa à FM em 1995, e Bandnews, lançada em 2005, chegamos ao ano de 2025. Acompanhe como foi a despedida da Transamérica e o início das transmissões da TMC – Transamérica Media Company.


    CAPÍTULOS:

    00:00 Detalhes sobre a Rádio TMC, que substitui a Transamérica desde segunda, dia 13 de outubro.

    01:22 Depoimento do locutor Fernando Alves sobre o anúncio do fim da Rádio X, em dezembro de 1995

    05:04 Fim da Rádio X, em 17 de dezembro de 1995, e início das transmissões da CBN em FM

    07:43 Viny França anuncia a mudança de nome de Rádio Cidade para Sucesso FM, em 1º de abril de 2001

    14:31 Fim da Sucesso FM, na voz de Viny França

    17:24 Início das transmissões da BandNews FM, com editorial de Carlos Nascimento, em 20 de abril de 2005

    21:58 Encerramento das transmissões da Rádio Transamérica, na voz de Anderson Soncini, à meia-noite de 13 de outubro de 2025

    24:14 Início das transmissões da Rádio TMC, que substitui a Transamérica, às 7 da manhã do dia 13 de outubro de 2025

    31:11 Editorial/manifesto da TMC traz a ideia de “pontos sendo ligados”, sugerindo a conexão entre ideias, locais e pessoas — conceito central na nova identidade da rede.


    35 min
  • #369 Estúdio Transamérica: Mamonas Assassinas em 18/10/1995 (exclusivo e completo)

    A Rádio Transamérica encerra as atividades neste domingo, dia 12 de outubro, após mais de 50 anos de história.

    Uma das muitas páginas marcantes que vão ficar na memória de quem ouviu a rádio é o Estúdio Transamérica. E, talvez, o mais divertido e, posteriormente, emocionante de todos tenha sido o programa que contou com a participação dos Mamonas Assassinas.

    Em 1995, a banda surgia como o maior fenômeno pop daquele ano e, em 18 de outubro, participava do Estúdio Ao Vivo Transamérica, com apresentação de Ruy Bala.

    Aqui, com colaboração do produtor de rádio Bruno Bittencourt, acompanhe a edição completíssima, incluindo o antes e o depois do que foi levado ao ar.

    Capítulos:

    00:00:00 Abertura com informações sobre o fim da Transamérica

    00:01:12 Detalhes sobre o Estúdio Ao Vivo Transamérica com Mamonas Assassinas, em 18 de outubro de 1995

    00:03:16 (exclusivo) Bastidores e passagem de som do Estúdio Transamérica com Mamonas Assassinas

    00:12:44 Início da transmissão do programa. Ruy Bala entrevista Dinho

    00:14:27 Cabeça de Bagre II ao vivo

    00:17:09 Chopis Centis

    00:20:21 Jumento Celestino

    00:23:45 Pelados em Santos

    00:29:18 1406

    00:34:31 Mundo Animal

    00:40:09 Vira Vira

    00:42:54 Sabão Crá Crá

    00:43:55 Robocop Gay

    00:49:33 Dinho imita Gil Gomes

    00:52:04 Bois Don’t Cry

    00:55:08 Debil Metal

    00:58:38 Uma Arlinda Mulher

    01:03:35 Lá vem o Alemão

    01:08:39 Sábado de Sol

    01:12:06 Pelados em Santos (Bis, fora do ar)

    01:15:30 Vira Vira

    01:20:40 Depoimento de Ruy Bala sobre o fim da Transamérica

    01:23:53 Aberturas de programas da Rádio Transamérica: Adrenalina, Nitroglicerina, Naftalina, RapiDez, Transação com Marisa Orth, Super Transa - Bônus

    1 hr 26 min
  • #368 O pioneiro do Stand-up Zé Vasconcellos - Eu sou o Espetáculo

    José Vasconcelos chegou a integrar o elenco do pioneiro PRK-30, como substituto de Lauro Borges e Castro Barbosa. Um de seus personagens mais conhecidos é um narrador de futebol gago, que você acompanha no LP Eu sou o Espetáculo, de 1960, com mais de 100 mil cópias, destaque deste episódio.
    Como é possível conferir na performance deste áudio raro e histórico que foi resgatado por Geraldo Nunes na antiga Nova Eldorado AM, em 2004, Vasconcellos é - juntamente com Chico Anysio - considerado pioneiro no gênero stand-up commedy.


    CAPÍTULOS:

    00:00 Abertura sobre importância de José Vasconcellos e o pioneirismo no gênero Stand-up, ao lado de Chico Anysio

    03:48 Geraldo Nunes no programa São Paulo de Todos os Tempos, da Rádio Eldorado, anuncia o áudio do disco Eu Sou o Espetáculo

    04:36 "Eu sou o Espetáculo", gravação de apresentação de José Vasconcellos, nos anos 60

    20:47 Encerramento

    21:19 Depoimentos de radialistas sobre a força deste meio de comunicação: Salomão Ésper, José Paulo de Andrade, Eli Corrêa, Vanessa Rabello, Joseval Peixoto, Nicolau Tuma, Hélio Ribeiro

    23 min
  • #367 Chico Anysio narra Antologia da Sátira e Evolução do Humor

    Em 2012, publiquei pela primeira vez no nosso podcast a Antologia da Sátira Brasileira. E na onda da repercussão da série “Chico Anysio: Um Homem à Procura de um Personagem”, acompanhe este áudio histórico, uma aula sobre o humor no rádio e a evolução da sátira em nosso país, com a narração de ninguém menos do que Chico Anysio.

    Gravado no Estúdio Eldorado pelo saudoso João Batista de Andrade e com apresentação sempre magistral de Chico Anysio, o trabalho foi patrocinado pela BASF do Brasil e distribuído para clientes como brinde de final de ano em fitas cassete.

    Lançado em 1985, o kit incluía também um livreto com o resumo da "ópera". O material fez parte da comemoração dos 50 anos da invenção da fita cassete.


    CAPÍTULOS:

    00:00 Abertura

    00:29 Historiadora Carmen Lucia de Azevedo fala sobre importância de pesquisas que preservem a memória

    00:59 O propósito da Reminiscências Pesquisa e Produção Cultural

    02:35 Chico Anysio apresenta a Antologia da Sátira Brasileira, com citações de programas de humor do rádio e da TV

    03:14 Disco gravado na Casa Edson no começo do século 19 traz críticas ao Congresso

    04:41 Sátira a uma sessão do congresso nacional no programa Viva o Gordo, com Jô Soares

    06:03 O compositor Bahiano canta sátira à Marechal Hermes e à República Velha

    06:32 Música faz sátira à Ruy Barbosa

    07:13 "Seu Mé" Arthur Bernardes é ironizado em marchinha de carnaval

    08:04 Cornélio Pires faz piada sobre políticos da República Velha

    09:25 Contexto da última eleição da República Velha, entre Getúlio Vargas e Júlio Prestes

    09:46 Jararaca e Ratinho falam da Batalha de Itararé como a que não houve

    11:23 Lamartine Babo em novembro de 30 descreve a deposição e exílio de Washington Luis

    11:58 João Bananeri lamenta a Revolução de 30 com ironia

    13:25 Início do humor no rádio com Jararaca se impressionando com o progresso do próprio rádio

    14:33 Chico Anysio conversa com Pantaleão sobre Manezinho Araújo, um mestre da embolada

    15:03 Censura ao humor no Estado Novo

    15:26 Ary Barroso e Carmen Miranda cantam as glórias da seleção brasileira na Copa de 38

    16:12 Zé Fidelis usa uma prova de turfe para fazer sátira política

    17:29 Fim da censura em 45 abre espaço para Armando Louzada fazer um balanço irônico do Estado Novo de Getúlio Vargas

    18:18 Trecho do PRK 30

    19:00 Jararaca e Ratinho satirizam a 2ª Guerra

    19:47 Isaurinha Garcia canta marcha de carnaval que critica Hitler

    20:12 Alvarenga e Ranchinho cantam "Abaixa o Chope"

    20:45 Alvarenga e Ranchinho fazem sátira para ironizar os "galinhas verdes"

    21:33 PRK 30 de Lauro Borges e Castro Barbosa faz enorme sucesso pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro

    22:47 Alvarenga e Ranchinho cantam paródia para espinafrar Getúlio Vargas

    23:22 Alvarenga e Ranchinho cantam sátira a Júlio Prestes

    24:00 Alvarenga e Ranchinho fazem comparações entre diferentes perfis de mulheres e a política

    24:43 Silvino Neto lança o Partido da Mula Manca no programa Hotel do Pimpinela

    25:35 Abertura e trechos do Programa Balança mas não Cai, lançado em outubro de 50 para ocupar o lugar do PRK 30

    26:43 Diálogo entre Paulo Gracindo e Brandão Filho no quadro Primo Rico e Primo Pobre

    27:56 Ninguém Rasga, mais um programa de humor de Max Nunes

    29:35 Chanchadas de Oscarito e outros nomes do humor lotam os cinemas

    30:15 Oscarito e Wilson Gray satirizam Getúlio no filme "Nem Sansão nem Dalila"

    31:58 Primeiro dia de exército de Ronald Golias é contado em A Praça é Nossa, a Carlos Alberto de Nóbrega

    33:37 Juca Chaves canta música sobre a mudança para Brasília

    34:26 Juca Chaves canta sátira a Jango

    36:19 História das Malocas e o Samba do Crioulo Doido de Sérgio Porto

    37:04 Zé Vasconcelos e Ziraldo e O Pasquim

    39:00 Ary Toledo conta piada sobre Ibrahim Sued

    40:27 Língua de Trapo e a dificuldade de fazer humor nos anos 70

    41:39 Abertura política e a volta do humor na TV, com Jô Soares

    43:01 Sátiras políticas na MPB dos anos 80

    44:25 Roberval Taylor, Salomé

    48:12 Paródia "Muda Brasil"

    52 min
  • #366 Paulo Soares entrevista Dori Caymmi na Rádio Gazeta AM - Balancê 1988

    Mais um episódio especial para homenagear Paulo Soares, que nos deixou nesta segunda, dia 29 de setembro.

    Desta vez, você vai ouvir uma peça rara do final dos anos 80, quando o "Amigão da Galera" integrava a equipe de Osmar Santos, no pool entre Gazeta e Record.

    Acompanhe uma edição do programa Balancê com Dori Caymmi. Essa conversa vem em boa hora, no momento em que Dori celebra 82 anos de vida e lança o álbum Utopia, com canções inéditas compostas com Paulo César Pinheiro, Sérgio Santos e Ivan Lins. Utopia representa o que o artista pensa de sua música. Ele defende a pura MPB, o que declara parecer impossível diante do cenário musical dos dias de hoje.

    O bate-papo, com direito a música ao vivo, entre o amigão Paulo Soares e o utópico Dori Caymmi aconteceu em 26 de setembro de 1988.

    Na abertura, Tatá e Escova fazem uma sátira ao programa É Disco que eu Gosto, que marcou época na Rádio Bandeirantes, sob o comando de Henrique Lobo, em meados dos anos 50.

    Capítulos:

    00:20 Apresentação do contexto da entrevista de Paulo Soares com Dori Caymmi, no Balancê, pela Rádio Gazeta

    01:53 Sátira de Tatá & Escova ao programa É Disco que eu Gosto

    02:24 Paulo Soares apresenta Dori Caymmi

    03:10 Entrevista de Paulo Soares com Dori Caymmi. Neste início, o músico e compositor aborda a dificuldade do tipo de música que faz ter repercussão no Brasil e da carreira nos Estados Unidos

    06:14 Dori Caymmi toca a música "O Cantador" ao vivo

    07:26 Importância de ter uma música gravada na voz de Elis Regina

    08:01 Importância de ser filho de Dorival Caymmi e da dificuldade da música de seu pai ser reconhecida naquele final dos anos 80

    10:19 Vinheta de identificação de Paulo Soares

    10:32 Dori Caymmi toca "Saudade da Bahia" ao vivo

    15:02 Dori fala da paixão pelo futebol e lamenta o estágio do esporte

    15:57 Dori Caymmi analisa a situação do Brasil em 1988. Demonstra-se desanimado com o que encontra ao chegar ao País

    17:07 Sobre o show que aconteceria no Sesc Pompeia entre os dias 29 de setembro de 02 de outubro de 88

    18:00 Dori Caymmi interpreta "Alegre Menina", inspirada em "Gabriela", obra de Jorge Amado

    21:00 Continuação do programa Balancê de 26 de setembro de 1988 com destaque para o Projeto Foto Arte

    27:57 Tatá e Escova fazem sátira ao programa Zé Bettio

    32:20 Grupo DownBeat encerra o programa com uma jam session


    Crédito da Imagem: Capa de LP de Dori Caymmi, de 1980

    43 min

About Peças Raras - Você em sintonia com o rádio

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O podcast Peças Raras foi criado em 2006 pelo professor e radialista Marcelo Abud.

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